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	<title>Blog - Angelino</title>
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	<description>O anjinho distraído</description>
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		<title>Wrap : o sanduiche enrolado</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 09:40:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iracema Bertoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentos saudáveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Que tal deixar de lado a fritura e os lanches de fast food  oferecendo à criançada um sanduiche saudável e que não fica devendo em nada para “nossa concorrência” : as lanchonetes dos shoppings? Porque quem disse que  sanduiche não pode ser saudável ainda não experimentou esse lanche nutritivo, leve e saboroso. Os wraps nada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-large wp-image-1487" style="border-style: initial; border-color: initial; border-width: 0px;" title="wrap" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/DSC07191-1024x768.jpg" alt="wrap: o sandwich enrolado" width="607" height="455" /></p>
<p>Que tal deixar de lado a fritura e os lanches de fast food  oferecendo à criançada um sanduiche saudável e que não fica devendo em nada para “nossa concorrência” : as lanchonetes dos shoppings? Porque quem disse que  sanduiche não pode ser saudável ainda não experimentou esse lanche nutritivo, leve e saboroso. Os wraps nada mais são do que sanduiches com proteínas e hortaliças enrolados no pão folha (ou pão sírio). Além de prático de se fazer, tem um visual colorido que apetece e as variações  podem ser inúmeras. Falando em praticidade, que tal você separar os ingredientes e por seus filhos para montar os wraps? A idéia é dispor vários potinhos  ao alcance delas com opções de recheio e um molho saborosíssimo de coalhada seca que fica com cara de maionese (mas bem mais saudável) para que cada uma monte o seu wrap com os ingredientes escolhidos. Esta é uma forma de aproximar a criança dos vegetais, porque diante de tantas opções coloridas e atraentes  ela é desafiada e estimulada a experimentar novas texturas e sabores, sem que precisemos fazer pressão e o famoso discurso: “como é bom comer e legumes!&#8230;”.</p>
<p><strong>Ingredientes:</strong></p>
<ul>
<li>1 pacote de pão folha</li>
</ul>
<p><strong>Opções  de recheio:</strong></p>
<ul>
<li>Bife grelhado em tirinhas, temperado só com sal</li>
<li>Peito de frango grelhado em tirinhas, temperado só com shoyo</li>
<li>Atum em conserva</li>
<li>Cenoura crua raladinha</li>
<li>Alface picadinha</li>
<li>Tomate em cubos</li>
<li>Rabanete em rodelas bem finas</li>
<li>Rúcula</li>
<li>Pepino em tirinhas</li>
<li>Beterraba crua ralada</li>
</ul>
<p><strong>Molho:</strong></p>
<ul>
<li>250 g de coalhada seca</li>
<li>1 colher (café) de mostarda</li>
<li>1 fio de azeite de oliva</li>
<li>1 pitada de sal</li>
<li>Salsinha picadinha</li>
</ul>
<p><strong>Modo de preparo:</strong></p>
<p>Para fazer o molho é só misturar todos os ingredientes e colocar em um potinho. Para montar os wraps é só untar um disco de pão folha com o molho, colocar a proteína escolhida, alguns vegetais para dar o colorido e fazer os rolinhos.</p>
<p>Aposto que vai ser um sucesso!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Compre um e-book e baixe games grátis.</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 20:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A Coleção Angelino, o anjinho distraído já está disponível em e-books para tablets e celulares aos usuários de Android. Por apenas R$ 1,80 você compra um e-book e pode baixar um game de graça. São 3 livros e 2 games para você escolher e se divertir enquanto aprende a prevenir acidentes com crianças. Compre já! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Coleção Angelino, o anjinho distraído já está disponível em e-books para tablets e celulares aos usuários de Android.</p>
</div>
<div>
<p>Por apenas R$ 1,80 você compra um e-book e pode baixar um game de graça. São 3 livros e 2 games para você escolher e se divertir enquanto aprende a prevenir acidentes com crianças.</p>
</div>
<div>
<p>Compre já!</p>
</div>
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<p><a href="https://market.android.com/details?id=air.com.beetech.anpp&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImFpci5jb20uYmVldGVjaC5hbnBwIl0." target="_blank">https://market.android.com/<wbr>details?id=air.com.beetech.</wbr><wbr>anpp&amp;feature=search_result#?t=</wbr><wbr>W251bGwsMSwxLDEsImFpci5jb20uYm</wbr><wbr>VldGVjaC5hbnBwIl0.</wbr></a></p>
<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Screen-shot-2011-12-11-at-11.10.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1477" title="Screen shot 2011-12-11 at 11.10" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Screen-shot-2011-12-11-at-11.10.png" alt="" width="697" height="330" /></a></p>
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		<title>Armários Angelino para escolas, creches e residências.</title>
		<link>http://www.angelino.com.br/blog/2011/12/armarios-angelino-para-escolas-creches-e-residencias/</link>
		<comments>http://www.angelino.com.br/blog/2011/12/armarios-angelino-para-escolas-creches-e-residencias/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 20:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A Garra Componentes lança uma nova linha de armários infantis com a assinatura do personagem Angelino, o anjinho distraído. Os produtos são confeccionados em lâminas de aço com cantos arredondados, pintura epoxi antialérgica e atóxica, pés niveladores revestidos em borracha com ajuste de altura e sistema que permite a fixação na parede para aumentar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Garra Componentes lança uma nova linha de armários infantis com a assinatura do personagem Angelino, o anjinho distraído. Os produtos são confeccionados em lâminas de aço com cantos arredondados, pintura epoxi antialérgica e atóxica, pés niveladores revestidos em borracha com ajuste de altura e sistema que permite a fixação na parede para aumentar a segurança. Os armáros podem ser montados em diversas cores e nas versões uma, duas ou três portas, com ou sem chaves. Com eles, as crianças podem aprender desde cedo a organizar seus materiais escolares, livros, brinquedos etc. sem riscos de acidentes. E para as escolas e creches, os armários podem ser personalizados e adaptados a qualquer espaço. A comercialização dos produtos é feita pela Garra Componentes – <a href="http://www.garracomponentes.com.br/">www.garracomponentes.com.br</a></p>
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<p><a style="float: left;" href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/DSC4538.jpg"><img class="size-medium wp-image-1470 alignleft" title="armario um" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/DSC4538-164x300.jpg" alt="" width="148" height="270" /></a><a style="float: left;" href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/DSC4526.jpg"><img class="size-medium wp-image-1471 alignleft" title="armario dois" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/DSC4526-164x300.jpg" alt="" width="148" height="270" /></a><a style="float: left;" href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/DSC4532.jpg"><img class="size-medium wp-image-1472 alignleft" title="armário três" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/DSC4532-164x300.jpg" alt="" width="148" height="270" /></a><a style="float: left;" href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/DSC4533.jpg"><img class="size-medium wp-image-1473 alignleft" title="armário aberto" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/DSC4533-164x300.jpg" alt="" width="148" height="270" /></a></p>
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		<title>Pediatras dão dicas essenciais para evitar acidentes domésticos com crianças.</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 19:52:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[BÁRBARA STEFANELLI Para evitar acidentes, a principal dica dos especialistas é remanejar os ambientes da casa. Apesar de inevitáveis, acidentes podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis tivessem mais orientações ou tomassem mais cuidado com os ambientes em que as crianças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BÁRBARA STEFANELLI</p>
<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/evitar-acidentes-domésticos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1466" title="evitar-acidentes-domésticos" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/evitar-acidentes-domésticos.jpg" alt="" width="607" height="300" /></a></p>
<p>Para evitar acidentes, a principal dica dos especialistas é remanejar os ambientes da casa.</p>
<p>Apesar de inevitáveis, acidentes podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis tivessem mais orientações ou tomassem mais cuidado com os ambientes em que as crianças permanecem, grande parte dos acidentes não aconteceria.</p>
<p>Com as férias chegando, a atenção deve ser redobrada. Com mais tempo livre para brincar, os acidentes acabam acontecendo com mais frequência. Segundo a pediatra Glaura Pedroso, chefe da disciplina Pediatria Geral e Comunitária da Unifesp, há risco toda vez que ocorrem mudanças na rotina das crianças e da família. “Os acidentes acontecem em qualquer ambiente, mas, em situações novas, eles tendem a aumentar.&#8221;</p>
<p>Para diminuir os riscos, a principal dica da especialista é remanejar os ambientes. “Os pais ou cuidadores têm de ter em mente o que a criança é capaz de fazer naquele local. E, mesmo assim, é necessário supervisioná-la, porque ela pode aprender a tirar o protetor da tomada, por exemplo.”</p>
<p>O pediatra Marcelo Reibscheid explica que o ideal é tirar dos cômodos tudo que possa causar acidentes. “A partir do momento que há uma criança pequena na casa, é necessário fazer adaptações nos ambientes. O local tem de se adequar à criança e não o contrário. A casa passa a não ser mais dos pais ou responsáveis, mas, sim, dos filhos.”</p>
<p><strong>Como funcionam as crianças?</strong><strong><br />
</strong>Segundo Reibscheid, quando muito pequenas, as crianças não têm noção alguma de perigo. “A sensação de medo aparece por volta dos cinco anos. Até então, ela pode repetir os mesmos erros, pois não pensa que se machucará de novo”, diz. Para o especialista, a fase mais crítica é a partir do momento que começam engatinhar, até por volta dos cinco anos.</p>
<p>“Antes das crianças engatinharem, os pais conseguem limitar os movimentos e os ambientes delas, pois sabem que permanecerão no local em que as deixaram. Depois disso, aumenta o espaço em que ficam e começam a explorar territórios que antes desconheciam”, diz Reibscheid.</p>
<p>A pediatra Glaura ainda explica que “a habilidade de explorar aparece antes de elas obterem noção das consequências”, por isso, as crianças acabam se expondo a situações de perigo. E por mais que os filhos aprendam por repetição, conforme a memória se desenvolve, a médica não recomenda o método de deixar eles se machucarem para aprender. “ Essa não é uma boa tática, pois pode causar sérias lesões.”</p>
<p><strong>Métodos para evitar acidentes</strong><strong><br />
</strong>O pediatra Reibscheid explica que a melhor maneira de prevenir os acidentes domésticos com crianças, além de moldar o ambiente conforme o tamanho delas, é a conversa. “Precisa sentar e explicar. Mas, para isso, é necessário que a criança tenha entendimento um pouco maior. Esse tipo de conversa vai surtir efeito a partir dos cinco anos e não basta falar uma vez, tem de reforçar e não pode perder a paciência”, diz.</p>
<p>O médico ainda aconselha a manter as crianças bem longe da cozinha e da área de serviço, “as campeãs em incidência de acidentes”.  “Cozinha não é projetada para a criança, pois tem todos utensílios domésticos, forno, fogão, panelas&#8230; Já a área de serviço tem tanque, produtos de limpeza, ferro e tábua de passar e baldes, que são perigosos.”</p>
<p>Importante:</p>
<p><strong>- Tanque:</strong> dê preferência para os de cerâmica ou de alumínio, que são mais leves. Veja se está bem preso à parede e nunca deixe uma criança se debruçar no tanque. Esse tipo de queda é comum, grave e com grandes chances de mortalidade.</p>
<p><strong>- Baldes:</strong> deixe-os em local de difícil acesso, de preferência vazios e virados para baixo. Neles, as crianças podem ingerir produtos tóxicos ou se afogar.</p>
<p><strong>- Produtos de limpeza:</strong> devem ser guardados sempre em seu frasco original, longe das crianças, em locais altos ou trancados.</p>
<p><strong>- Tábua e ferro de passar: d</strong>ê preferência às tábuas fixas. O ferro deve estar sempre desligado e longe das crianças. Quando estiver passando roupa, a criança não deve estar por perto.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>HUNRUM!</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 19:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma avó, ao participar de um programa de rádio em que eu estava como convidada para responder perguntas, assim se manifestou: &#8220;Longe de mim falar mal da minha nora, pois meu filho tem o mesmo costume; mas eles têm um hábito que eu acho péssimo,  e é a partir disso que eu gostaria que você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma avó, ao participar de um programa de rádio em que eu estava como convidada para responder perguntas, assim se manifestou: <em>&#8220;Longe de mim falar mal da minha nora, pois meu filho tem o mesmo costume; mas eles têm um hábito que eu acho péssimo,  e é a partir disso que eu gostaria que você me respondesse&#8230; Todas as vezes que meus netos, são dois, falam com a mãe, ela não larga do que está fazendo e afirma: humrum! Sem olhar pra eles e, muitas vezes, sem nada a ver com a pergunta! Outro dia minha neta perguntou pra mãe, enquanto ela fazia uma salada: mãe você acha que todos são corruptos? Ela disse humrum!!! Poxa! Isso não prejudica a criança? Se eu falo alguma coisa, como falei, ela diz pro meu filho que eu adulo muito os meninos e que eles estão ficando folgados&#8230;Mas você não acha isso muito ruim? Criança não precisa de atenção e de explicações? Tô muito errada? Devo me calar e dizer humrum  também?&#8221;</em></p>
<p>Respondo agora, por escrito, o que já respondi na rádio. Acho muito difícil apontar quem esta certo ou errado em uma determinada situação, pois a história é contada a partir de um ponto de vista de quem se emocionou, pensou e viveu a situação. Se fôssemos conversar com os pais eles teriam, certamente,  outra opinião sobre esse mesmo episódio. Contudo, a história é boa para pensarmos juntos o valor da atenção e da escuta na educação e formação de uma criança.</p>
<p>Se tivermos como pressuposto que uma pessoa se torna pessoa em relação com outras pessoas, a qualidade dessas relações são fundamentais. A partir da forma como um adulto-educador se relaciona com a criança é que ela desenvolverá a sua modalidade de aprendizagem. Quando a criança é ouvida, tem direito a pensar e a expressar seus pensamentos, mesmo que sejam bobagens ou absurdos e entende que vale a pena investir no ato de pensar, refletir sobre, deduzir, comparar etc. Quando os educadores da criança são os mediadores entre o ato de observar e pensar e o ato de apropriar-se do conhecimento, essa criança se torna uma conhecedora, mesmo que ela não saiba, será capaz de vir a saber, pois saberá perguntar. O papel do adulto como mediador é favorecer o raciocínio. A mãe poderia perguntar se ela sabia o que era ser corrupto e na seqüência indagar se ela achava que todas as pessoas que ela conhecia não agiam voltadas aos valores éticos. Com essa conversa, a mãe, além de potencializar a pergunta a quem a formulou, favoreceria uma compreensão importante sobre valores e partilha social.</p>
<p>A menina do relato perguntou e obteve uma resposta que não se configura com a verdade. Ela estava pensando sobre o assunto e teve a tendência de generalizar: &#8220;Todos são corruptos?&#8221;A resposta da mãe, referência da criança,  foi &#8220;Hunrum!&#8221; O que ela aprendeu? O que pensará quando descobrir que não é bem assim? Como ela entende a atenção que a mãe da a ela?</p>
<p>A mãe das crianças, segundo a avó, não gosta quando a avó se mete na educação que ela da à filha, que, no caso, foi a interferência dela: <em>&#8220;Não minha linda, muitas pessoas são justas e honestas!&#8221;</em></p>
<p>Alguém tem de responder e dar atenção a essas crianças. Que bom que a avó está disponível e que pena que não é autorizada, pelos pais, para isso. Se eles não cumprem seus papéis, educadores não deveriam impedir que a avó fizesse a sua parte. Mesmo assim, esses pais e suas formas de viver e conviver estarão influenciando seus filhos.</p>
<p>Penso que quando esses pais quiserem conversar com essa filha, ela não saberá ou não terá disponibilidade para isso. Talvez até, ela responda hunrum, já vou!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Febre Amiga</title>
		<link>http://www.angelino.com.br/blog/2011/12/febre-amiga/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 19:29:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Gioielli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas mamães e papais ficam desesperados quando seus filhos aparecem com febre. É preciso ter calma para observar e febre direitinho e também alguns cuidados especiais. Mas definitivamente não há motivo real para desespero.  Hoje vamos falar da febre amiga, para acalmar todo mundo! Sim, febre é um sinal de que a criança pode estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas mamães e papais ficam desesperados quando seus filhos aparecem com febre. É preciso ter calma para observar e febre direitinho e também alguns cuidados especiais. Mas definitivamente não há motivo real para desespero.  Hoje vamos falar da febre amiga, para acalmar todo mundo!</p>
<p>Sim, febre é um sinal de que a criança pode estar com alguma infecção. Mas, ainda assim, não há motivo para pânico. Sabendo observar, a própria febre vai sinalizar se a infecção é grave ou não. Geralmente nas infecções virais, que são todas auto-limitadas, a febre é mais branda e vem em intervalos maiores. Nas infecções bacterianas, mais sérias, a febre é mais alta e mais persistente.</p>
<p>Mas, mesmo assim, a febre é amiga. Ela faz parte da defesa do organismo contra todos os agentes morbíficos: vírus, bactérias, vacinas e outros. Portanto, a febre AJUDA a combater os eventuais invasores. Somente na vigência de febre, é que o organismo vai poder liberar substâncias capazes de executar a nossa defesa: são as interleucinas, citocinas e linfócitos. Pode acreditar, os quadros infecciosos que cursam <strong>sem</strong> febre tem evolução mais grave do que os que cursam <strong>com </strong>febre.</p>
<p>Isto porque a capacidade do organismo produzir a febre reflete a sua <strong>energia vital</strong>. Quanto mais saúde, mais energia, mas facilmente se desencadeia todas as reações necessárias para a defesa do organismo, ou seja, febre. E, é por isso, também, que as crianças fazem aqueles febrões mais freqüentemente do que os idosos . Conseqüentemente, crianças passam por uma gripe tranquilamente, re-estabelecendo seu equilíbrio em 2 ou 3 dias, e os idosos acabam tendo as complicações graves, como uma pneumonia, por exemplo, com mais freqüência.</p>
<p>Então, podemos ponderar aqui a necessidade de dar um anti-térmico, ou não. Do ponto de vista da medicina natural, a febre é muito útil. É a própria natureza agindo! Claro que não é proibido medicar, mas isto deve ser feito com parcimônia. Não é necessário dar antitérmico já no primeiro 37,8 que aparece. Antes de medicar vamos <strong>observar</strong>. A criança pode fornecer sinais importantes.  Ok, está com febre. Então observe: sede, sudorese, sonolência, alterações de comportamento (ou muito agitada ou muito quietinha), temperatura das mãos e pés e cor da pele.</p>
<p>Observando tudo isso, você pode escolher com mais tranqüilidade o momento de medicar. Lembre-se que uma criança saudável com quadro de febre nas primeiras 6 a 12 horas, ainda <strong>não</strong> está doente. Ela está trabalhando para combater a infecção. Você saberá se tudo se resolveu pois, em menos de 24 horas a febre some, o apetite melhora, a criança está feliz e tudo está de volta ao normal.</p>
<p>Caso contrário, outros sintomas podem aparecer: queda do estado geral, vômitos, falta de ar e sonolência excessiva, são os mais preocupantes e aí sim é hora de procurar o médico.</p>
<p><strong>Mas e na hora da febre?</strong></p>
<p>Deixar a febre se manifestar, frisando mais uma vez, não é largar a criança e deixá-la sofrer. A situação é incômoda, mas há meios para aliviar o mal estar.</p>
<p>A criança com febre deve ficar em repouso, deitadinha, vestida com roupas leves, sem televisão, sem agitação e sempre acompanhada de perto. Como eu disse, ficar atento às suas necessidades: fome, sede, companhia. Muito amor e carinho nesta hora.</p>
<p>Mesmo que haja fome, evitar oferecer alimentos como: leite, carnes, alimentos crus (frutas e vegetais – mesmo sucos), ovos e chocolate. O bom mesmo é uma sopinha de legumes, macarrão, arroz, frutas cozidas ou assadas, bolachas de água e sal ou de maisena, torradas com mel ou geléia de frutas.</p>
<p>Caso haja falta de apetite, respeite, mas hidrate! Manter a hidratação é fundamental &#8211; oferecer alternadamente  e em pequenas quantidades: água pura, chás digestivos (não pode ser chá preto nem mate), soro de rehitratação (a versão sem corantes e sabores) , água de coco.</p>
<p>E observe, com toda a sua atenção. Contate seu médico de confiança, busque o apoio que precisar e tire eventuais dúvidas. E, se a febre virar um febrão, acima de 38,8, com muito desconforto, aí dê o anti-térmico e pronto.</p>
<p>O que realmente <strong>não pode</strong> é dar anti-térmico demais. Não adianta dar remédio <strong>antes</strong> que a febre suba realmente. Ele não irá evitar a subida da febre. O próprio no me diz: o medicamento é ANTI-térmico. Se não houver hipertermia (temperatura maior que 37,8) ele naturalmente não irá agir. Aí, mesmo tomando o remédio a febre sobe. A mãe dá outro. E aí acontece a pior das situações: a temperatura corporal cai demais, podendo chegar à hipotermia (temperatura menor que 36 graus). Nestas condições, não há como o organismo se defender. É muito mais fácil tratar uma febre alta do que tratar a hipotermia. Portanto, evitar o uso excessivo e repetitivo do anti-térmico, a todo custo!</p>
<p><strong>Mas e a convulsão febril?</strong></p>
<p>A convulsão assusta. E como. Mas só quando ela acontece. Não precisamos ter medo da convulsão febril se ela nunca ocorreu antes. Ter convulsão febril não é a regra, mas a exceção. É um quadro benigno e não indica obrigatoriamente a presença de alguma doença grave, não predispõe à epilepsia e não compromete o intelecto da criança.</p>
<p>Ela é causada pela elevação brusca da temperatura e pode acontecer aproximadamente em uma em cada 25 crianças com idade entre 9 meses e 5 anos. A incidência do primeiro episódio diminui bastante a partir dos 3 anos de idade.</p>
<p>As crianças que estão fora da faixa etária mais comum, que não têm antecedente familiar de convulsão febril ou que nunca apresentaram um episódio antes, dificilmente apresentarão um primeiro episódio.</p>
<p>Caso aconteça, é necessário manter a calma e procurar o serviço médico. E não pense que a convulsão febril irá acontecer porque você não deu o anti-térmico e deixou a febre seguir seu curso. Ao contrário, quando a febre segue o seu curso natural, raramente acontece uma elevação da temperatura brusca demais. Geralmente a subida de febre é gradual. Ou não. Cada indivíduo tem a sua forma de ser manifestar.</p>
<p>De qualquer maneira, desfazendo os medos e os mitos e estando em contato com o seu médico de confiança, vocês poderão, juntos, encontrar a maneira mais adequada par a tratar a febre de seu filho. Assim a natureza pode seguir seu curso, as intervenções podem ser feitas com cautela e critério e o organismo pode agradecer de estar livre de intoxicações desnecessárias!</p>
<p>Saúde!</p>
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		<title>Festas de Final de Ano e Direito de Visitas</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 19:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bettina Bulzico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos chegando ao final de mais um ano, momento de festas de Natal e Ano Novo, de grandes comemorações e, também, de grandes divergências acerca da guarda e do direito de visitas de filhos de pais separados (tenham sido casados ou não).  Não são raros os casos de clientes que possuem dúvidas em relação a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos chegando ao final de mais um ano, momento de festas de Natal e Ano Novo, de grandes comemorações e, também, de grandes divergências acerca da guarda e do direito de visitas de filhos de pais separados (tenham sido casados ou não).  Não são raros os casos de clientes que possuem dúvidas em relação a como proceder nesta época, principalmente no que tange ao direito de visitas no Natal e Ano Novo.</p>
<p>Por vezes vemos clientes afirmando que o dia do Natal é apenas o dia 25 de dezembro e o Ano Novo é o dia 1º de janeiro. Desse modo, uma vez fixado que a outra parte teria direito a ter o filho consigo no Natal, somente poderia pegá-lo no dia 25 e, no caso do Ano Novo, somente no dia 1º. Como na maioria das famílias comemora-se o Natal no dia 24 de dezembro, estendendo as comemorações para o dia 25, há desavenças entre as partes e, não raras vezes, o litígio se transporta para as Varas de Família, para que o juízo se manifeste sobre o desacordo.</p>
<p>Esta questão já foi discutida nos Tribunais e hoje temos o entendimento dominante que ao constar no termo judicial a regulamentação do direito de visitas como sendo no Natal e no Ano Novo, trata-se do feriado de Natal e feriado de Ano Novo. Pretende-se que isso represente a igualdade da permanência do filho na companhia de cada um; mas parece que apenas cuidam do contato físico, como se a finalidade fosse mostrar ao menor que o direito de tê-lo em sua companhia é igual para ambos os pais.</p>
<p>Não deve ser assim. O que se deve procurar é mais tempo para transmitir aos filhos experiências de vida e o que é importante para o futuro da criança. Gestos simples, palavras ditas ao acaso, o modo de arrumar a mesa para a ceia, fechar uma porta ou uma janela à noite podem representar importante experiência para o futuro da criança. Enfim, famílias que passam por essa situação devem sempre ter em mente que a guarda e o direito de visitas são exercidos em benefício do menor de idade.</p>
<p>Do exposto, é importante que as partes e seus Advogados estejam atentos no momento da elaboração do termo judicial no que tange ao direito de visitas em feriados tão importante ara as famílias como são os de Natal e de Ano Novo. Essa cautela seguramente proporciona um motivo a menos para desentendimentos em relação ao exercício de visitas no final do ano. As divergências podem (e devem) ser contornadas com bom senso, em especial nesta época de confraternização.</p>
<p>Aproveito ainda para desejar a todos um bom Natal e que o Ano Novo seja repleto de paz e alegria.</p>
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		<title>Lei da cadeirinha reduz mortes de crianças.</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 00:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
				<category><![CDATA[acento de elevação]]></category>
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		<category><![CDATA[mortes. crianças]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento da Polícia Rodoviária Federal apontou queda de 41,2% na morte de crianças de até sete anos nas rodovias federais no primeiro semestre deste ano. A redução é creditada as cadeirinhas infantis que passaram a ser obrigatórias em 1º de setembro do ano passado. A informação é da reportagem de Renato Machado publicada na edição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento da Polícia Rodoviária Federal apontou queda de 41,2% na morte de crianças de até sete anos nas rodovias federais no primeiro semestre deste ano. A redução é creditada as cadeirinhas infantis que passaram a ser obrigatórias em 1º de setembro do ano passado.</p>
<p>A informação é da reportagem de <strong>Renato Machado</strong> publicada na edição deste domingo da <strong>Folha</strong>. A <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3010201101.htm">reportagem completa</a> está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a <strong>Folha</strong>).</p>
<p>De acordo com o texto, o estudo é o primeiro com um recorte específico na faixa etária que deve usar a cadeirinha. Os números apontam que 40 crianças nessas condições morreram em acidentes no primeiro semestre deste ano, ante 68 do mesmo período de 2010.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td>Karime Xavier/Folhapress</td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/1130334.jpeg" alt="Fernanda sofreu um acidente com a filha de dois meses; menina não foi jogada do carro por estar na cadeirinha" border="0" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Fernanda sofreu um acidente com a filha de dois meses; menina não foi jogada do carro por estar na cadeirinha</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se as crianças menores estão mais seguras, as mais velhas estão vulneráveis. Aumentou em 10,6% a quantidade de vítimas entre 8 e 12 anos &#8211;passando de 47 para 52. Até os dez anos, as crianças têm de estar no banco de trás e com o cinto de segurança. A obrigatoriedade da cadeirinha é para até os 7 anos.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td>Editoria de Arte/Folhapress</td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/11303170.jpeg" alt="" border="0" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Salada tropical na cestinha.</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 00:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iracema Bertoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos saudáveis]]></category>
		<category><![CDATA[brincadeiras]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Angelino]]></category>
		<category><![CDATA[Iracema Bertocco]]></category>
		<category><![CDATA[Salada]]></category>
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		<description><![CDATA[“Meu filho não come salada!” Essa frase te soa familiar? Então é para você a minha dica de hoje: Salada na Cestinha. Uma ótima opção para os dias mais quentes. Sem complicações, mas usando a criatividade e a esperteza que não faltam às mães que fazem de tudo para proporcionar uma refeição nutritiva aos seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Meu filho não come salada!” Essa frase te soa familiar? Então é para você a minha dica de hoje: Salada na Cestinha. Uma ótima opção para os dias mais quentes.</p>
<p>Sem complicações, mas usando a criatividade e a esperteza que não faltam às mães que fazem de tudo para proporcionar uma refeição nutritiva aos seus filhos, vamos preparar uma saladinha de dar água na boca.  Diante do que agrada aos olhos, a primeira reação da criança não será de repulsa a um prato de salada. Prato não! Cestinha comestível! Porque um toque de diversão não faz mal e, no mínimo, ela será tentada a provar. O que para nós já é uma grande vitória, não é mesmo? E aos poucos vamos quebrando resistências e levando os pequenos a  experimentar novos sabores e texturas.  Vamos tentar?</p>
<p><strong>Ingredientes para salada<a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/DSC06046.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1448" title="Salada na cestinha" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/DSC06046-300x225.jpg" alt="Cestinha comestível" width="300" height="225" /></a></strong></p>
<ul>
<li>Alface americana picadinha</li>
<li>Mini-rúcula</li>
<li>Tomatinho cereja</li>
<li>Cenoura baby em rodelinhas</li>
<li>Ovinho de codorna cozido</li>
<li>Pepino japonês</li>
<li>Manga em cubinhos</li>
<li>Massa de pastel em disco</li>
</ul>
<p><strong>Modo de preparo</strong></p>
<p>O primeiro passo é preparar a cestinha. É só moldar a massa em uma forma ou tigela que possa ir ao forno. Leve para assar em fogo médio até ficar sequinha (em torno de 4 minutinhos). Para fazer a salada não tem segredo, é só misturar todos os ingredientes já porcionados e  higienizados. Arrume tudo na cestinha já fria para que os legumes não percam a crocância. Se preferir pode servir com um molho à parte, dando preferência ao  limão ao invés do vinagre, azeite ao óleo comum e quanto menos sal melhor.  Há, e não esqueça de fazer uma para você também. Dar o exemplo é importantíssimo!</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Crianças devem ficar longe dos eletrônicos, dizem médicos.</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 15:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
				<category><![CDATA[brincadeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Brinquedos]]></category>
		<category><![CDATA[Cosnumo]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedagogia]]></category>
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		<category><![CDATA[eletrônicos]]></category>
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		<category><![CDATA[telas]]></category>

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		<description><![CDATA[Academia Americana de Pediatria divulgou recomendação nesta terça. Mesmo programas educativos podem atrasar desenvolvimento infantil. Pais de crianças menores de dois anos devem evitar expor seus filhos ao uso de aparelhos eletrônicos, mesmo se estiverem utilizando programas educativos, afirma a Academia Americana de Pediatria. A recomendação oficial foi divulgada nesta terça-feira (18) e indica que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Screen-shot-2011-10-21-at-4.28.26-PM.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1444" title="Telas" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Screen-shot-2011-10-21-at-4.28.26-PM-300x113.png" alt="Crianças longe dos eletrônicos" width="300" height="113" /></a></p>
<div>
<h2>Academia Americana de Pediatria divulgou recomendação nesta terça.<br />
Mesmo programas educativos podem atrasar desenvolvimento infantil.</h2>
</div>
<p>Pais de crianças menores de dois anos devem evitar expor seus filhos ao uso de aparelhos eletrônicos, mesmo se estiverem utilizando programas educativos, afirma a Academia Americana de Pediatria. A recomendação oficial foi divulgada nesta terça-feira (18) e indica que crianças dessa idade precisam aprender “na prática”, brincando e não através de conteúdos apresentados em telas de televisão, computadores, celulares e tablets.</p>
<p>Segundo nota da Academia de Pediatria, a “tentação” de usar aparelhos eletrônicos para entreter os pequenos é grande e existem diversos programas e aplicativos voltados a ajudar no desenvolvimento de crianças dessa idade.</p>
<p>No entanto, não há comprovação científica de que crianças tão pequenas sejam capazes de entender o que está acontecendo na tela. Por isso, a exposição pode causar mais mal do que bem, atrasando o desenvolvimento infantil. Crianças muito expostas a meios eletrônicos, segundo o grupo, apresentam atraso no desenvolvimento da linguagem quando chegam na idade escolar.</p>
<div><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/10/criancas-prematuras-tem-risco-maior-de-autismo-diz-estudo.html">Crianças prematuras têm risco maior de autismo, diz estudo</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/09/dormir-mais-cedo-ajuda-criancas-manter-forma-diz-estudo.html">Dormir mais cedo ajuda crianças a manter a forma, diz estudo</a></li>
</ul>
</div>
<p>“Crianças pequenas aprendem melhor através da interação com humanos, não com telas”, diz a nota da AAP.</p>
<p>Brincar livremente, segundo os pediatras, estimula o cérebro ao fazer a criança pensar criativamente e resolver problemas, e também desenvolve a coordenação motora. Além disso, ensina a criança a se entreter sozinha, estimulando a independência.</p>
<p>Segundo os pediatras americanos, as crianças aprendem mais com apresentações ao vivo – como teatros infantis – do que com a mesma apresentação em uma tela.</p>
<p>Além disso, o hábito de assistir televisão antes de dormir atrapalha o sono, piorando o humor da criança e dificultando o aprendizado.</p>
]]></content:encoded>
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