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	<title>Blog - Angelino &#187; Psicologia</title>
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	<description>O anjinho distraído</description>
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		<title>A vida acontece on line</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 17:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outro dia estava trabalhando com um grupo de professoras, quando observei que uma delas estava com a blusa, na altura de um dos seios, toda molhada. Olhei-a e perguntei se ela estava amamentando. Ela afirmou que sim. Perguntei com quantos meses o bebê estava e ela disse-me que com 23 dias. Fiquei paralisada. &#8220;E esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia estava trabalhando com um grupo de professoras, quando observei que uma delas estava com a blusa, na altura de um dos seios, toda molhada. Olhei-a e perguntei se ela estava amamentando. Ela afirmou que sim. Perguntei com quantos meses o bebê estava e ela disse-me que com 23 dias. Fiquei paralisada. <em>&#8220;E esta na hora dela mamar, imagino&#8230;&#8221;</em> Já olhando para os lados, querendo saber onde estava esse neném ou de onde ele surgiria. <em>&#8220;Ele deve estar mamando em casa. Minha mãe está com ele.&#8221; </em>Disse-me a professora. Mas você não vai amamentá-lo? Perguntei incrédula. &#8220;<em>Não. Moro longe e não dá pra ele vir e nem eu ir. Estou aproveitando a minha licença maternidade para fazer esse curso.&#8221;</em>  (!?!) Gelei!</p>
<p>Em outra ocasião, conversando com um jovem que estava sentado ao meu lado no avião, ele me disse, de repente<em>:&#8221;Estou ansioso pra chegar. Minha mulher teve neném e estou louco para conhecê-lo!&#8221;</em>  Desejei a ele parabéns e perguntei a que horas ele tinha nascido, já imaginando que o neném se adiantara aos planos dos pais, deixando o pai agoniado para chegar. Ele nasceu na segunda pela manhã (era uma quinta). Nossa! E só agora você está vindo! &#8211; exclamei sem conseguir me segurar. <em>&#8220;Sim, estávamos numa negociação muito séria e determinante pra empresa, e meu departamento que está a frente dessa negociação toda&#8230; Não pude vir antes&#8221;,</em> disse o jovem pai, sem sequer empalidecer. Pensei que de São Paulo a Curitiba o vôo durava no máximo 1 hora e que daria para ir e vir, com tranqüilidade, mas calei-me, pensativa.</p>
<p>Tenho observado uma tendência que considero muito perigosa para a saúde da família: muitas mães e pais têm deixado as questões familiares como de somenos. Com a desculpa de ter de sustentar a família, para melhor provê-los, deixam suas &#8220;crias&#8221; nas mãos de outros. E como psicopedagoga clínica, constato que, muitas vezes, a criança faz um sintoma para tornar-se prioridade na vida dos pais.</p>
<p>Não posso, e nem teria coragem de negar a premência da vida e seu fluxo; nem a urgência de seus apelos; ou a importância de uma negociação no seu departamento; ou ainda, a repercussão na vida profissional de uma mulher de um bom curso de pós-graduação. Não pretendo qualificar um e outro e nem colocar numa balança para avaliar o que pesa mais. Não! Quero chamar atenção para as escolhas que fazemos, para como vivemos essas mesmas escolhas.</p>
<p>Quando se resolve ter um filho, faz-se uma escolha para sempre! Essa criança leva, além do sobrenome dos seus pais, a sua cultura, seus mitos, seus hábitos e suas crenças. Uma criança denuncia seus pais &#8211; é fruto de determinada árvore!</p>
<p>Quantas crianças temos visto por aí que perambulam de mão em mão, distantes de seus pais e aprendendo a viver de forma diferente da deles. Das mãos da empregada para as mãos da professora, do curso disso e daquilo, numa rotina destituída do amor, de valores, carinho parental e, até mesmo, do rigor da educação familiar. Distantes de seus pais, sem o cuidado de quem ensina os pormenores do bem viver e conviver, essas crianças se tornam estranhas em seus próprios ninhos.</p>
<p>Uma família para tornar-se grupo, precisa conviver, partilhar, discordar, chegar a consenso. Os laços familiares se constroem na partilha de pequenas coisas (não apenas nas grandes e memoráveis situações: idas à Disney, férias na praia etc). É quando se pode rir e chorar junto; é quando se partilha o bom e o ruim, o certo e o errado, o muito e o pouco. Em meio a isso tudo, esse grupo de pessoas vai se fortificando, aprendendo junto a ser família!</p>
<p>Um pai assim me falou, certa vez, após uma palestra: <em>&#8220;Há alguns anos, perdi meu emprego. Foi um caos! Era um emprego em que eu ganhava muito bem. Eu dava tudo pra minha família, mas lógico, não a minha presença. Repentinamente perdemos nosso status, nosso dinheiro e a nossa tranqüilidade financeira, mas, acredite se quiser, ganhamos algo que nunca tivemos: União! Passamos por essa situação de mãos dadas, juntos. Minha mulher trabalhou em tudo que deu, as crianças economizaram e ajudaram muito. Hoje estamos muito bem! Recuperei-me profissionalmente, mas não largo mais da mão da minha família. Aprendi a planejar meu trabalho de tal forma que minha família não saia perdendo. Hoje abençoo a crise que me deu a oportunidade de constituir, finalmente, a minha família.&#8221;</em></p>
<p>Que lindo!</p>
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		<title>Quando entrar setembro e a boa nova&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 17:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu esta participando de uma reunião na escola de uma criança que estava apresentando dificuldades em sua aprendizagem. Estavam presentes a professora da criança, a coordenadora da escola, eu no papel de psicopedagoga e a mãe da criança em questão. A mãe tinha relutado muito em participar da reunião e tivemos que marcar e remarcar várias vezes para que ela estivesse presente. Alegava ela  que não tinha tempo para educar seu filho e, por isso, tinha recorrido a profissionais habilitados para fazerem esse trabalho. O pai, separado da mãe, não participava da vida do filho e tinha se negado a comparecer à reunião alegando que estaria viajando. A apresentação da avaliação psicopedagógica suscitou uma discussão da situação da criança frente a escola e a família e chegou-se a conclusão que a criança estava necessitando de mais atenção da mãe, dentre outras medidas educativas. Para nossa tristeza, afirmou  a mãe que tudo ouviu calada, o que já presentíamos:</p>
<p><em>&#8220;Mais tarde vou me incomodar com isso&#8230; Por enquanto, tenho de trabalhar para sustentá-lo. Façam o trabalho de vocês. Dias melhores virão em que me sentirei mais livre e melhor, com mais tempo para atender meu filho, afinal, sempre tem um amanhã, não? Até na natureza é assim&#8230; temos a primavera&#8230; Setembro esta ai e com ela a boa nova!&#8221;</em></p>
<p>Ao dizer isso, foi levantando-se olhando o relógio, indicando-nos que a reunião, com ela, estava encerrada.</p>
<p>Calei-me.</p>
<p>Os anos de consultório ensinaram-me que nem sempre calar é consentir e que,  muitas vezes, calar-se é uma forma de dar mais um tempo para que a inspiração de melhores formas surjam, para que as compreensões amadureçam, que se possa entender mais e melhor e, quiçá, promover  uma melhor hora para uma melhor compreensão.</p>
<p>Os pais dessa criança ainda não entenderam que não se transfere responsabilidades parentais e, muito menos, educação familiar. Persistiam em não aprender que a escola e a família tem tarefas e objetivos diferentes no ato de educar uma criança. Contudo, uma não faz o trabalho da outra. Entende-se os novos contornos da família, assim como, a escola entende suas novas  tarefas diante das diferentes formas de ser família. A escola e a família são parceiras na construção do aprendiz.</p>
<p>A infância dura um tempo e ela pede um tempo para si. Não atendida adequadamente, ela pode durar mais tempo do que se espera! Há adultos que jamais amadurecem e que passam sua existência tentando encontrar-se diante da vida.</p>
<p>A música &#8220;Sol de primavera&#8221;, insinuada pela mãe ao encerrar de forma frustrante a reunião,  invadiu a minha mente e fiquei pensando, tristemente, que talvez ela não tivesse entendido algo importante que propõem a música e que, também, nos ensina a  vida.</p>
<p>A vida se constrói a partir de uma sequência de fatos, de experiências e de reflexões que redundam em uma forma de entender o mundo e de viver e conviver nesse mesmo espaço.</p>
<p>Somos a síntese de tudo que vivemos e pensamos, dizem vários pensadores.</p>
<p>A primavera é renovação, após o inverno e, consequência de um encadeamento natural das estações do ano. E a vida faz parte dos ciclos naturais. Há locais que não têm primavera! Há vidas que se acabam no inverno da existência. A primavera é a semente, soberana, florindo após dias infrutíferos e restritos. Depois do recolhimento que o inverno nos sugere, podemos florir e enfeitar o mundo. Quando o verão nos abrasa abanamo-nos sabendo que em breve o outono chegará com todo o seu desfolhamento e seus ventos.</p>
<p>&#8220;Sol de primavera, abre as janelas do meu peito&#8221;, diz a letra da música&#8230; e faz-nos entender que é preciso educar. Que educar uma criança é investimento para toda uma existência, que a infância é o período favorável a formação do ser humano com melhores condições de entender o mundo e que &#8220;uma criança bem educada e cuidada é uma semente de paz&#8221;! (como quer Dra. Zilda Arns)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sol de primavera<br />
Abre as janelas do meu peito<br />
A lição sabemos de cor<br />
Só nos resta aprender<br />
(Guilherme Arantes e do Flávio Venturine &#8211; Sol de Primavera)</p>
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		<title>Descomplicando a massagem para bebês.</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 14:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Gioielli</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas mães têm vontade de massagear os seus bebês, mas acabam desanimando por acreditar que precisam aprender alguma técnica específica ou por não estarem certas sobre qual produto usar e tal. Na verdade, só a aplicação do óleo no corpo, mesmo sem muita técnica, pode ser extremamente benéfico tanto para mãe quanto para o bebê. A Shantala, tão divulgada por Frederic Leboyer, é a técnica mais famosa e é adorável aprendê-la em algum <em>workshop</em>, ou ler o livro, que é lindo&#8230; mas se não der, também não tem problema!</p>
<p>Então, vamos descomplicar? Tomando alguns cuidados e usando produtos adequados você e seu bebê poderão ter uma delícia de momento juntos!</p>
<p>Vamos começar com um pouquinho de história: a massagem para bebês é originária da Índia e faz parte do Ayurveda, a Medicina Tradicional Indiana. A aplicação de óleos medicinais no corpo, através da massagem apropriada, é parte do tratamento neste tipo de medicina. O óleo medicinal pode penetrar a pele e, assim, nutrir o organismo, ajudando na cura dos mais diversos males. A <em>Abhyanga</em>, como é chamada a massagem indiana, pode ser feita com técnicas diferentes e com as mais diversas indicações. Para cada uma delas, usa-se um óleo medicado com ervas específicas, de acordo com o caso.</p>
<p>A parte do Ayurveda que corresponde à nossa Pediatria chama-se <em>Kaumarbhrutya</em>. É um tratado que discorre sobre os cuidados na gestação, o pré-natal, preparo para o parto, aleitamento materno, saúde do recém nascido até a adolescência. E a massagem faz parte dos cuidados rotineiros com o bebê. Da mesma forma que, aqui no ocidente, é corriqueiro limpar o umbiguinho, dar banho, trocar fraldas&#8230; lá as mães massageiam os bebês como parte da rotina diária.</p>
<p>A Shantala, como é conhecida, chegou aqui no ocidente através do médico francês Frédérick Leboyer. Ele estava viajando pela Índia quando viu uma mãe massageando o seu bebê, sentada numa calçada de Calcutá. Pediu para registrar o momento com fotos e também anotou os movimentos que ela fazia. Ele ficou encantado com o carinho e com a ligação desta mãe com o seu bebê. Trouxe a massagem para o ocidente e é em homenagem a esta mãe que o nome da técnica ficou sendo Shantala, o nome dela.</p>
<p>A massagem traz inúmeros benefícios para mãe e bebê. Ela ajuda na transição da vida intra-uterina para esta aqui fora, tão ampla e fria. Estimula os sentidos e contribui para o desenvolvimento do sistema imune e neurológico do bebê. E, além de tudo, traz conforto, carinho, amor, estreita o vínculo mãe/bebê. O óleo hidrata, nutre e fortalece a pele, melhorando sua cor e textura e deixando-a macia. Os movimentos rítmicos aliviam a tensão e, portanto, diminuem as cólicas, o bebê dorme melhor e fica mais tranqüilo.</p>
<p>Para começar não é preciso ser nenhum <em>expert</em> em massagem. Depois, se você sentir necessidade e tiver interesse, existem cursos específicos para aprender a fazer massagem em bebês. Mas, no início, não é necessário se ater a nenhuma técnica muito específica. Apenas experimente, tente! Veja como você se sente e como o seu bebê reage!</p>
<p>Você pode fazer a massagem sentada no chão com os bebês sobre as pernas (como a Shantala, isso aumenta o contato corporal com o bebê e é mais benéfico ainda) ou sobre um tapetinho (tatame, <em>mat</em>). Mas se as suas costas não permitem, pode ser em cima do trocador mesmo. Não vamos ser rígidos, não é?</p>
<p>Use um bom óleo VEGETAL – isso é importantíssimo – nada de óleos para bebês que encontramos nas drogarias e supermercados! Leia o rótulo e veja que eles contêm glicerina, e isso não é bom do ponto de vista do Ayurveda, já que o óleo vai ser absorvido pela pele. Na dúvida, use óleo de amêndoas doces puro, ou um óleo de semente de uva com umas gotinhas de óleo essencial de lavanda, por exemplo.  Na Índia existem óleos próprios para massagem, que são medicinais. Geralmente é o óleo de gergelim medicado com ervas específicas para bebês como o <em>Bala </em>(pronuncia-se balá – <em>Sida cordifoglia</em>) e <em>Ashvagandha (Withania somnifera</em>). Uma indicação interessante é usar o nosso azeite de oliva mesmo. Ele tem efeito medicinal porque é rico em vitamina E, que é comprovadamente anti-oxidante, proporcionando uma pele lustrosa e saudável.</p>
<p>É importante lembrar-se de seguir sempre a seqüência: rosto, pescoço, braços, tórax, abdome, coxas, pernas e pés. Depois, vire o bebê de bruços e massageie as costas e as nádegas. Em cada grande articulação como ombros, cotovelos, quadris, joelhos e tornozelos, capriche um pouco mais nos movimentos circulares. Deixe-se levar por seus instintos e faça o movimento que achar adequado. Veja o que seu bebê gosta! Não precisa ser nada muito complexo, apenas um vai-vem ritmado. E também não precisa demorar muito. Ao todo, a massagem deve durar no máximo uns dez minutos, para o bebê não sentir frio. (Na Índia faz um calor danado&#8230; as mães indianas não se apressam!) Nos dias mais quentes e com os bebês mais crescidinhos, você também pode demorar mais, naturalmente! E nos dias frios, aqueça o ambiente.</p>
<p>Converse, cante, faça gracinhas e caretas para o seu bebê enquanto o massageia. Desfrute deste momento tão gostoso! É para ser um momento prazeroso para os dois. Caso o bebê demonstre algum desconforto, pare aquela manobra, experimente outra, ou interrompa a massagem. Lembre-se que nada é obrigatório!</p>
<p>A massagem só é contra-indicada na vigência de febre, resfriado com coriza, logo após a mamada ou refeição ou se o bebê estiver com fome.</p>
<p>E, agora que descomplicou, vamos abusar de mais uma forma de amor: as mãos!</p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>“Sim, os bebês tem necessidade de leite,</em></strong></p>
<p><strong><em> Mas muito mais de serem amados e receberem carinho</em></strong></p>
<p><strong><em> Serem levados, embalados, acariciados, pegos e massageados”</em></strong></p>
<p><strong><em>FRÉDÉRICK LEBOYER</em></strong></p>
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		<title>Utensílios seguros para a cozinha.</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 16:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira no site <a href="http://www.designboom.com/weblog/cat/8/view/15453/josefine-bentzen-charlotte-skak-kitchen-kids.html">Designboom</a> como o design pode ajudar a deixar produtos perigosos em objetos seguros e bonitos.<a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Screen-shot-2011-07-04-at-1.35.34-PM.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1349" title="Design seguro" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Screen-shot-2011-07-04-at-1.35.34-PM-300x200.png" alt="Utensilhos seguros para cozinha" width="300" height="200" /></a></p>
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		<title>Mas eu sou só a avó dessa criança&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 13:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma senhora, ao ser chamada na escola para conversar sobre alguns problemas que o seu neto estava tendo, respondeu para a orientadora: &#8220;mas o que você quer que eu faça&#8230;eu sou só a avó dele!&#8221;. &#8220;Mas não é a senhora que cria ele?&#8221; perguntou a orientadora.  &#8220;Sim, bem&#8230; mais ou menos&#8221;. Me explique melhor&#8221;, pediu a orientadora.&#8221;Bem, quando a minha filha conseguiu o emprego dela, ela pegava o menino todos os dias. Às vezes, ele ia dormindo e no outro dia ele voltava dormindo. Achamos que isso era ruim pro menino, e ele acabou ficando comigo na semana, e no sábado ele ia pra casa. Depois a minha filha precisou do sábado pra estudar, ela faz uma pós, daí ela precisava fazer supermercado e essas coisas. Daí ele foi ficando, porque ela almoça  comigo nos domingos&#8230;e ele foi ficando direto comigo. Eu gosto muito dele e ele de mim. Nós somos acostumados um com o outro&#8221; &#8211; contou, singelamente a senhora. &#8220;Mas então, é a senhora quem educa ele, quem dá os limites e as regras etc,  não é?&#8221; &#8211; quis saber a orientadora. &#8220;Não! Isso eu deixo pra minha filha. Ele é meio difícil de obedecer. Na verdade, ele não obedece nem ela. . . Eu só cuido dele.&#8221;</p>
<p>Que perigo! E agora? Quem irá responder pela criança? Quem dará os princípios para ela? Quem irá educá-la?</p>
<p>Se os pais só convivem com a criança no domingo, e a avó não se assume como educadora da criança, certamente, a criança não está esperando os pais terem tempo e oportunidade para educá-la. Ela está se formando da forma como ela consegue e a partir do que ela percebe e conecta. E o que será que ela está aprendendo?</p>
<p>Vocês devem estar pensando que isso acontece por que essa senhora é muito simples. Enganam-se. Isso acontece em todos os níveis sociais.  Uma avó me disse, numa agência de viagens: &#8220;minha filha quer que eu vá à Disney com meus netos&#8230; não vou de jeito nenhum, eles não me obedecem. Já sei que, se eu for, só vou me incomodar!&#8221;. Continuou ela: &#8220;Já nos desentendemos muito, agora eu me calo, fazer o quê, se ela quer assim. Só não sei o que vai ser quando eles crescerem&#8230;&#8221;</p>
<p>Muitas avós têm tido a tarefa de acompanhar o dia a dia de seus netos, por força de circunstâncias parecidas com a dos relatos acima. Bem, tem de educar! Não se pode deixar para depois o que precisa ser feito na hora do acontecido. Não se pode menosprezar o valor educativo da boa convivência, das conversas que bem encaminham. É aqui e agora. Educar é ato de amor e dedicação à criança, não deveria ser um fardo. Se analisarmos os relatos das avós, ambas denunciam que educar é algo muito difícil, cansativo e que requer muita energia. Isso poderá realmente acontecer se a educação da criança for sendo deixada para outros tempos. Quando ela aprenderá? Quem a ensinará?</p>
<p>O mesmo acontece com crianças que ficam com empregadas e babás. Elas se defendem dizendo que não são os pais, mas a rotina acontece com elas, ao lado delas! Por isso é tão delicado deixar crianças com outras pessoas. Devemos sempre pensar: ela saberá encaminhar as questões da educação que desejamos aos nossos filhos?</p>
<p>A convivência e o dia a dia possibilitam a cumplicidade, as parcerias tão necessárias para a saúde da família. Quem convive,  quem cuida, quem está presente tem a força mobilizadora e a autoridade para encaminhar aprendizagens e provocar desenvolvimento.</p>
<p>Não podemos esquecer que a infância é o período cujas vivências afetivas formam a identidade da criança e o estilo dela relacionar-se com o mundo, e a vida em família é o berço que potencializa alguns entendimentos, tais como o da solidariedade, da fraternidade, da tolerância, da esperança, além, é claro, da grande lição que é aprender a amar!</p>
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		<title>Sling é moda ou tradição?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 00:54:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Gioielli</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda vez que me sinto atropelada pelo estilo de vida atual, olho para trás. Quando me sinto aflita com a modernidade vou resgatar, lá na tradição, algum costume já consagrado que me dá um pouco mais de certeza de que estou escolhendo com mais sabedoria. Em várias ocasiões da minha vida, resgatar o tradicional pesou mais e me trouxe mais benefícios do que ceder ao imediatismo, à facilidade e à pressa da atualidade. Assim foi na minha busca por exercer uma especialidade médica de forma mais sensível e consagrou até a minha escolha mais íntima de ter um parto natural, totalmente livre de intervenções.</p>
<p>Esta também é a história do <strong>SLING</strong>, que agora está tão “na moda”. Na verdade, <em>sling </em>é muito mais que moda, é um costume tradicional. E feliz, observo o resgate de mais um costume ancestral! Amarrar o bebê ao corpo da mãe (ou do pai, ou do irmão mais velho, ou de quem se dispuser a ajudar) é ancestral. Diversos povos ainda têm este hábito e, ainda hoje, podemos ver mães carregando seus filhotes enrolados ao corpo, na América do Sul, na África, a Ásia&#8230; Um hábito presente em culturas muito diversas! Atualmente, este hábito até ganhou um novo nome: <em>babywearing</em>, traduzindo do inglês, algo como vestir o seu bebê.</p>
<p>Com a modernidade, os bebês deixaram de ser carregados no colo para serem deixados nos carrinhos ou moisés. Hoje em dia existe até a tecnologia dos carrinhos de bebês, que os tornou mais leves, lindos e práticos.Toda mãe almeja ter um carrinho chique e moderno. Mas me pergunto: quem foi que teve a idéia infeliz de tirar os bebês dos colos de suas mães? Quem foi que pôde achar que um carrinho para bebês é melhor do que a maciez da pele e da doçura do cheiro da mãe? Bebês, desde os tempos imemoriais, foram carregados no colo e, de repente, vem a modernidade e muda tudo!</p>
<p>Meu instinto maternal é que faz estes questionamentos. Mas os argumentos concretos estão baseados no conceito da “gestação extra-uterina” ou “quarto trimestre”, desenvolvido por alguns estudiosos, entre eles o antropólogo Ashley Montagu. Segundo esta linha de pensamento, os três meses que se seguem ao nascimento são muito importantes na vida do bebê. Nesta fase acontece a adaptação ao mundo exterior. Durante a vida intra-uterina, o bebê vivencia uma situação de conforto, abraçado pelas paredes do útero, ouvindo constantemente os batimentos cardíacos da mãe e sentindo o seu balanço. Está aquecido e envolvido, em um ambiente com pouca luz. A vida fora do útero é um mar infinito de espaço livre para o bebê. Ele se sente solto, tem muito frio, não enxerga o suficiente ao seu redor.</p>
<p>Por isso o uso do <em>sling</em> é tão interessante. Dentro dele o bebê fica aquecido, ouvindo os batimentos cardíacos, sentindo o cheiro e o balanço da sua mãe. Bebês <em>slingados </em>são comprovadamente mais tranqüilos, dormem melhor, têm menos cólicas e, portanto, choram menos, para alívio de seus pais.  Usar o <em>sling</em> também favorece a amamentação. Primeiro porque o contato íntimo com a mãe fortalece o vínculo mãe-bebê (não podemos deixar de lembrar que a amamentação é um aprendizado para os dois).  E depois, porque bebês mais tranqüilos mamam melhor.</p>
<p>Dentro do <em>sling</em>, o bebê pode dormir, mamar ou ficar interagindo com o mundo, enquanto a sua mãe se ocupa de outras tarefas. À medida que vão crescendo, sentem-se participando de tudo, sentem-se como parte do mundo, e assim desenvolvem confiança e auto-estima. O uso do<em> sling</em> ajuda a desenvolver o senso de interdependência. As crianças se habituam, desde a mais tenra idade, ao fato de sermos seres interdependentes. E  é neste momento em que se planta a semente de que não precisamos ser tão individualistas e competitivos.</p>
<p>Alguém poderá me questionar: mas ficar muito com o bebê no colo não vai deixá-lo mimado demais? E eu respondo com um veemente não. Bebês pequenos precisam de colo e de contato pele a pele. Eles não têm como se informar do que acontece à sua volta, pois primeiramente, não estão adaptados ao mundo exterior e segundo porque seus sentidos não estão desenvolvidos. Eles simplesmente não sabem o que fazer para se acalmarem. Eles não sabem levar a mão à boca para sugar, não enxergam um móbile para se distraírem, o seu corpo ainda não se mantém aquecido sozinho e sentem muito frio. É vital e fisiológico, que um bebê receba calor humano e que ele seja embalado para que se acalme.</p>
<p>O<em> sling</em> pode ser usado até quando você quiser ou puder carregar o seu filho no colo. Um ano e meio, dois anos, ou além&#8230; muitos<em> slings</em> suportam o peso de 20kg. O uso não tem restrições nem contra-indicações. A postura do bebê ou da criança dentro do <em>sling</em> é mais fisiológica e mais adequada para a coluna do que nos carregadores modernos tipo mochila. E além do mais, o <em>sling</em> permite posições variadas: como se o bebê estivesse deitado em uma rede, para os recém nascidos. Ou barriga-barriga com a mamãe, ou sentado de frente olhando o mundo, para os maiorezinhos que já sustentam a cabeça. Ou ainda, de cavalinho na cintura, ou até nas costas da mãe.</p>
<p>Por tudo isso, o<em> sling</em> é muito mais do que apenas um acessório da moda. Se você escolher “vestir-se com seu bebê” estará escolhendo ter um bebê mais calmo, mais seguro e mais esperto. Terá mais chances de sucesso com a amamentação e, mamãe e bebê poderão usufruir dos inúmeros benefícios do aleitamento materno. Estreitará o vínculo do bebê com os pais, ou com quem cuidar dele. E experimentará a sensação de que deixar a modernidade um pouco de lado abre espaço para a tradição, para o instinto e para o nosso senso de humanidade, tão deixados de lados na vida atual.  Não deixa de ser uma forma de contribuição individual para o benefício universal, não é?</p>
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		<title>Crianças modernas?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 17:19:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliane Kravetz</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nostalgias a parte, hoje em dia a infância mudou. O modo de brincar e as brincadeiras, a maneira de se colocar, a relação com a família e com os outros. O contexto no qual estamos inseridos mostra o mundo voltado a prazeres instantâneos e descartáveis.</p>
<p>Com a chegada da modernidade, a quantidade de informações existentes e a facilidade de acesso a elas, os pais estão cada vez mais ocupados e também pré-ocupados .  Sim, os pais modernos percebem, e muito, que a infância de seus filhos não é como foi a deles. E preocupam-se bastante com isso.</p>
<p>Os pais temem. Temem perder o controle, ou controlar demais. Temem perder a autoridade e a direção das normas, não transmitir os valores e ideais que consideram importantes para seus filhos. Temem causar traumas e assustam-se quando a criança sente angústia. Mas ao mesmo tempo querem “preparar”seus filhos para enfrentar este mundo moderno, competitivo e devorador.</p>
<p>Estamos envolvidos no discurso da contemporaneidade, onde as respostas precisam ser imediatas e para que isto ocorra , muitas vezes não é permitido falhar. Não é permitido errar como pai e mãe, não é permitido transgredir, porque os pais tem que ser modelos para os filhos. Que a falha nunca apareça. Com a Psicanálise aprendemos que sem a falta não há desejo, e que sem desejo não há sujeito. Isso quer dizer que  presos a algumas identificações universais, como estar bem a qualquer custo, beleza e ideal de perfeição acabamos transmitindo para os filhos os mesmos conceitos como ideais. Só que isso não se sustenta, pois o desejo é de cada um, não do universal. Cada criança tem em si a grandeza de um ponto de interrogação. Deixemos que isso exista. Oferecer de tudo ao filho para que nada lhe falte não o permite ir em busca do que deseja. Quem não experimenta o fracasso não se movimenta para ir em busca do sucesso. Quem não erra não precisa rever suas questões para tentar acertar. Quem não sente a falta não deseja, pois não há o que desejar, se nada falta.</p>
<p>Por essas questões é que precisamos lembrar que os pais também estão inscritos na modernidade, submetidos a componentes inconscientes presentes pelas suas trajetórias de vida, pelos seus desejos não realizados, por suas próprias frustrações. As crianças de hoje também passarão por isso. Estar triste em algum momento difícil não é ter depressão. Sentir medo não é ter Transtorno de Pânico necessariamente. Claro que estas patologias existem e merecem ser observadas e tratadas, mas é preciso bastante cuidado ao nomeá-las, pois nesta busca incessante pelo ideal universal, fica esquecido o individual.</p>
<p>Os pais temem o risco de não preservar o seu ideal de ego e o ideal narcísico na criança. Com tantos medos e tantas dúvidas, acabam por transmitir muita ansiedade as crianças. E esta, a ansiedade, é com certeza mais um sintoma da modernidade.</p>
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		<title>Como responder as perguntas embaraçosas das crianças.</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 22:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM.png"><br />
</a><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM1.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1316" title="Perguntas embaraçosas" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM1-300x149.png" alt="Respostas simples para perguntas complicadas" width="300" height="149" /></a>&#8220;Deus existe?”, “O que é masturbação?”, “Por que as pessoas morrem?”,  “De onde eu vim?” são algumas perguntas feitas por crianças que deixam  muitos pais sem saber o que e como responder.</p>
<p>De acordo com Dora Lorch, mestre em psicologia pela PUC-SP e autora do  livro “Como Educar Sem Usar a Violência” (Ed. Summus), para esclarecer  essas dúvidas, os adultos devem ser objetivos e levar em consideração a  capacidade de compreensão dos filhos. Segundo ela, as crianças começam a  entender melhor o que é dito a partir dos dez anos. “Antes disso, não  adianta querer explicar tudo direitinho”, afirma.</p>
<p>Confira <a href="http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/05/12/saiba-como-responder-as-perguntas-embaracosas-das-criancas.htm">aqui</a> algumas respostas simples para perguntas complicadas.</p>
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		<title>Sanduiche de forno.</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 19:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iracema Bertoco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sanduiche é bom e todo mundo gosta não é mesmo? Além de ser o “curinga” das refeições rápidas, quando bem elaborado pode ser muito nutritivo e, acompanhado de um suco de frutas, substitui uma refeição. Nós mães sempre nos preocupamos em fornecer aos nossos filhos alimentos saudáveis e nutritivos, mas não podemos nos esquecer que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sanduiche é bom e todo mundo gosta não é mesmo? Além de ser o “curinga” das refeições rápidas, quando bem elaborado pode ser muito nutritivo e, acompanhado de um suco de frutas, substitui uma refeição. Nós mães sempre nos preocupamos em fornecer aos nossos filhos alimentos saudáveis e nutritivos, mas não podemos nos esquecer que para agradar as crianças e garantir que eles comam, a refeição tem  mesmo é que ser  gostosa. Bom, gostoso esse sanduiche já é. Então para torná-lo mais nutritivo minha dica de hoje é substituir o pão branco por pão integral e o presunto por peito de peru. É bem simples de fazer e nesses dias mais frios esse lanche quentinho apetece a garotada.</p>
<p>Ingredientes:<a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Sanduiche-de-forno1.png"><img class="alignright size-medium wp-image-1310" title="Sanduiche de forno" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Sanduiche-de-forno1-296x300.png" alt="Lanche saudável e gostoso." width="296" height="300" /></a></p>
<ul>
<li>2 fatias de pão integral</li>
<li>2 fatias de peito de peru</li>
<li>1 colher de requeijão cremoso</li>
<li>3 fatias de mussarela</li>
<li>¼ de xícara de leite</li>
<li>2 rodelas de tomate</li>
<li>orégano à gosto</li>
</ul>
<p>Montagem:</p>
<p>Em um refratário, coloque 1 fatia do pão, unte com o requeijão, intercale com o peito de peru, o tomate, a mussarela, orégano e a outra fatia do pão. Agora umedeça o sanduiche com o leite e cubra com a mussarela. A decoração é fácil. Você pode usar cascas de legumes coloridos, recortar formas geométricas (quadradinhos, retângulos, círculos e triângulos) e pedir para o seu filho criar o desenho que quiser. Agora leve ao forno para que o queijo derreta e fique gratinado. Bom apetite!</p>
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		<title>Que tal?</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 14:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Teu filho parece não te ouvir&#8230; Não te obedece? Você anda irritadiça ou irritadiço e tendo vontade de “curar isso com umas palmadas” ou “sumir e nunca mais voltar” ou ainda, “deixar que Deus dê jeito nisso&#8221;? Cuidado, isso faz mal para a saúde da família! Precisamos enfrentar o dia a dia com sabedoria, assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Teu filho parece não te ouvir&#8230; Não te obedece? Você anda irritadiça ou irritadiço e tendo vontade de <em>“curar isso com umas palmadas</em>” ou <em>“sumir e nunca mais voltar”</em> ou ainda, “<em>deixar que Deus dê jeito nisso&#8221;</em>? Cuidado, isso faz mal para a saúde da família! Precisamos enfrentar o dia a dia com sabedoria, assim as nossas dificuldades não viram problemas e enormes dores de cabeça.</p>
<p>E que tal se você:</p>
<ol>
<li>Avaliasse se você está conseguindo dar atenção aos seus filhos? Você os ouve? Quando fala, certifica-se se eles cumpriram? Ou você da a ordem e vai embora e esquece? Tipo: <em>“Vá tomar banho e logo após pra cama&#8230;”,</em> mas fica na internet, respondendo e-mails, esquecida de tudo.</li>
<li>Falasse com calma, olhando-a nos olhos e indicando o que ela deve fazer. Certifique-se que é possível fazer conforme você pediu.  Elogie o pronto atendimento e o acerto e corrija, imediatamente, o não cumprimento do combinado. <em>“Você precisa tomar banho e a melhor hora é agora. Eu te espero para jantarmos juntos. (&#8230;) Que bom que você já voltou e ainda por cima esta cheiroso!”</em> ou ainda, <em>“você voltou muito rápido&#8230; vamos novamente ao chuveiro, eu te ajudo. Não adianta tentar me enganar.”</em></li>
<li>Com a mesma linguagem clara, e o mais calma possível, explicasse à criança ou ao jovem o que se espera dela ou dele? Eles sabem quais os ganhos que terão com esse procedimento e forma de pensar? Que os ganhos sejam no âmbito dos valores, não vale barganhar coisas ou sentimentos: “<em>se você fizer tal coisa eu te dou aquilo que você me pediu”, </em>ou<em> “faça isso pra mãe não ficar triste ou para o pai ficar alegre</em>.” Não!<em> “Faça sua lição, assim você aprenderá o que precisa e com suas tarefas cumpridas poderá se divertir livremente logo após.”</em></li>
<li>Demonstrasse, sempre que tiver oportunidade, que as regras existem antes dela ou dele e que continuarão a existir e que elas servem para organizar e tornar possível o nosso bom convívio? <em>“Arrume seu quarto. Não é possível alguém limpar esse lugar sem te prejudicar, arrumando de forma a você não saber onde estão suas coisas. Todos nós temos de arrumar as nossas coisa, mesmo que seja chato! Suas coisas você arruma, minhas coisas eu arrumo – é assim que funciona.”</em></li>
<li>Não permitisse que a criança ou o jovem  <em>atuasse,</em> tirando o foco do que foi pedido, com birras, acusações e outros assuntos que desviem o foco do que esta sendo proposto? Lembre-lhes de que o assunto, nesse momento, é outro. <em>“Você sempre briga comigo, sempre eu é que sou o errado. Se você me amasse&#8230;”</em></li>
<li>Informasse que todo não cumprimento de uma regra impõem um castigo?  Todo mau comportamento gera uma retratação, uma reaprendizagem que deve estar relacionada, diretamente à falta cometida e numa proporção adequada ao tamanho da falta? “<em>Você não fez tuas lições de casa, por isso não vamos sair. O tempo que eu tinha livre será para esperar que você faça seus deveres.” </em>Ou, <em>“você perdeu os seus bonequinhos, não sabe onde os deixou. Não vou comprar outros, você, antes, precisa aprender a cuidar de suas coisas.”</em></li>
<li>Não aceitasse o carinho que a criança ou jovem te direciona no meio da briga? Informando-a de que apesar de você continuar amado-a, nesse momento, não está disponível para essa manifestação? Muitas crianças manipulam seus pais com beijos, abraços e carinhas bonitinhas na hora da advertência! <em>“Não adianta ficar me olhando com essa carinha de coitadinho&#8230; Você não cumpriu o que combinamos.”</em> E não ficar rindo e aceitando os abraços e que ele  sente em seu colo.</li>
<li> O pai da criança ou o padrasto não discutissem na frente da criança ou jovem, se o que está sendo encaminhado é certo ou errado?  Deixem para se acertar depois, longe do olhar deles. “<em>Deixe o menino em paz! Você fica dando mil ordens pro coitado do menino, fica impossível te atender!” </em>ou ainda, <em>&#8220;Tenha dó dela, esta cansada, amanhã ela toma banho&#8230;&#8221;</em> Hum! Que boa entrada para essa exceção se tornar a regra!</li>
</ol>
<p>Isso tudo é para ajudar os pais e os cuidadores das crianças e jovens a serem mais acertivos, a viverem menos frustrações e a bem educarem nossas crianças.</p>
<p>Uma criança bem educada (cuidada) é uma semente de paz! Tal qual a Dra. Zilda Arns falava.</p>
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