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	<title>Blog - Angelino &#187; Proteção</title>
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	<description>O anjinho distraído</description>
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		<item>
		<title>Lei da cadeirinha reduz mortes de crianças.</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 00:19:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Levantamento da Polícia Rodoviária Federal apontou queda de 41,2% na morte de crianças de até sete anos nas rodovias federais no primeiro semestre deste ano. A redução é creditada as cadeirinhas infantis que passaram a ser obrigatórias em 1º de setembro do ano passado. A informação é da reportagem de Renato Machado publicada na edição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento da Polícia Rodoviária Federal apontou queda de 41,2% na morte de crianças de até sete anos nas rodovias federais no primeiro semestre deste ano. A redução é creditada as cadeirinhas infantis que passaram a ser obrigatórias em 1º de setembro do ano passado.</p>
<p>A informação é da reportagem de <strong>Renato Machado</strong> publicada na edição deste domingo da <strong>Folha</strong>. A <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3010201101.htm">reportagem completa</a> está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a <strong>Folha</strong>).</p>
<p>De acordo com o texto, o estudo é o primeiro com um recorte específico na faixa etária que deve usar a cadeirinha. Os números apontam que 40 crianças nessas condições morreram em acidentes no primeiro semestre deste ano, ante 68 do mesmo período de 2010.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td>Karime Xavier/Folhapress</td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/1130334.jpeg" alt="Fernanda sofreu um acidente com a filha de dois meses; menina não foi jogada do carro por estar na cadeirinha" border="0" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Fernanda sofreu um acidente com a filha de dois meses; menina não foi jogada do carro por estar na cadeirinha</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se as crianças menores estão mais seguras, as mais velhas estão vulneráveis. Aumentou em 10,6% a quantidade de vítimas entre 8 e 12 anos &#8211;passando de 47 para 52. Até os dez anos, as crianças têm de estar no banco de trás e com o cinto de segurança. A obrigatoriedade da cadeirinha é para até os 7 anos.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td>Editoria de Arte/Folhapress</td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/11303170.jpeg" alt="" border="0" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Assentos de elevação ganham aprovação recorde em testes.</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 15:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O IIHS, um instituto norte-americano que trabalha com a segurança nas rodovias, apresentou um teste com os boosters, no Brasil chamados de assentos de elevação. Esse dispositivo serve para crianças com idade acima entre quatro e oito anos e que não conseguiriam mais usar a cadeirinha de bebê, mas que ainda não tem altura suficiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Screen-shot-2011-10-22-at-1.18.03-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1440" title="Assentos de elevação" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Screen-shot-2011-10-22-at-1.18.03-PM-300x189.png" alt="Testes em assentos de elevação" width="300" height="189" /></a>O IIHS, um instituto norte-americano que trabalha com a segurança nas rodovias, apresentou um teste com os boosters, no Brasil chamados de assentos de elevação. Esse dispositivo serve para crianças com idade acima entre quatro e oito anos e que não conseguiriam mais usar a cadeirinha de bebê, mas que ainda não tem altura suficiente para sentar diretamente no banco e utilizar o cinto de segurança.</p>
<p>A lista do teste incluiu 62 boosters de diferentes marcas e modelos, dos quais 31 receberam a nota máxima nos testes, fazendo-os &#8220;a escolha ideal para carros, minivan e SUV&#8217;s&#8221;. Em compasso diferente, apenas seis modelos foram altamente não recomendados.</p>
<p>Os 31 que foram eleitos &#8220;Best Bets&#8221; ou melhores apostas em tradução livre, receberam a notificação de que <em>&#8220;eles são capazes de posicionar corretamente o cinto de segurança de um veículo em uma criança em quase qualquer carro, minivan ou SUV&#8221;</em>, enquanto outros cinco receberam o selo GOOD BETS (boas apostas), ou seja, eles oferecem um ajuste aceitável.</p>
<p>Do total de assentos de elevação avaliados, 21 deles receberam a certificação &#8220;check fit (checar a posição)&#8221;, que significa que eles podem fornecer uma boa posição do cinto de segurança em alguns carros para algumas crianças, mas que os pais devem checar antes, testando o modelo com a criança e no seu veículo. Abaixo a lista dos que receberam a certificação BEST BETS, GOOD BETS e a lista com os seis modelos não recomendados:</p>
<p><strong>Melhores Apostas (Best Bets)</strong><br />
• Britax Frontier 85 SICT<br />
• Britax Parkway SGL (high-back mode)<br />
• BubbleBum<br />
• Chicco KeyFit Strada (high-back mode)<br />
• Clek Oobr (high-back mode)<br />
• Cosco Pronto (high-back mode)<br />
• Cybex Solution X-Fix<br />
• Diono/Sunshine Kids Monterey (high-back mode)<br />
• Eddie Bauer Auto Booster (high-back mode)<br />
• Evenflo Big Kid Amp<br />
• Evenflo Big Kid Sport (backless mode)<br />
• Evenflo Maestro<br />
• Evenflo Symphony 65 e3<br />
• Ferrari Dreamway SP (high-back mode)<br />
• Graco Argos 70 (high-back mode)<br />
• Graco TurboBooster – Baldwin (high-back mode)<br />
• Graco TurboBooster Elite (high-back mode)<br />
• Harmony Cruz Youth Booster/Harmony Carpooler<br />
• Harmony Dreamtime (backless mode)<br />
• Harmony Dreamtime (high-back mode)<br />
• Harmony Olympian/Secure Comfort Deluxe<br />
• Harmony Youth Booster Seat<br />
• Kids Embrace Dale Earnhardt Jr.<br />
• Maxi-Cosi Rodi XR (high-back mode)<br />
• Recaro ProBooster<br />
• Recaro ProSport<br />
• Recaro Vivo<br />
• Safety 1st Boost Air Protect (high-back mode)<br />
• Safety 1st S1 Rümi Air<br />
• The First Years B570 Pathway</p>
<p><strong>Boas Apostas (Good Bets)</strong><br />
• Britax Parkway SG (high-back mode)<br />
• Combi Kobuk Air Thru (backless mode)<br />
• Combi Kobuk Air Thru (high-back mode)<br />
• Evenflo Symphony 65<br />
• Maxi-Cosi Rodi (high-back mode)<br />
<strong><br />
Não recomendados</strong><br />
• Evenflo Chase<br />
• Evenflo Express<br />
• Evenflo Generations 65<br />
• Evenflo Sightseer<br />
• Safety 1st All-in-One<br />
• Safety 1st Alpha Omega Elite</p>
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		<item>
		<title>Anvisa proíbe mamadeiras com Bisfenol A no Brasil.</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 18:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A decisão é baseada em estudos recentes que apontam riscos à saúde decorrentes da exposição à substância. Ela está presente no policarbonato, usado na fabricação de mamadeiras e presente no revestimento interno de latas de bebidas e alimentos. Aquecer ou congelar o plástico acelera o desprendimento de moléculas de BPA. Segundo a Vigilância Sanitária, apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-17-at-3.20.47-PM.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1427" title="Mamadeiras sem Bisfenol A" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-17-at-3.20.47-PM.png" alt="Anvisa proíbe mamadeiras com Bisfenol A" width="221" height="245" /></a>A decisão é baseada em estudos recentes que apontam riscos à saúde decorrentes da exposição à substância.</p>
<p>Ela está presente no policarbonato, usado na fabricação de mamadeiras e presente no revestimento interno de latas de bebidas e alimentos.</p>
<p>Aquecer ou congelar o plástico acelera o desprendimento de moléculas de BPA.</p>
<p>Segundo a Vigilância Sanitária, apesar de não haver resultados conclusivos sobre o risco da substância, a proibição visa a proteger crianças com até 12 meses de idade.</p>
<p>A médica Elaine Costa, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, afirma que os efeitos tóxicos do bisfenol A foram encontrados em estudos em animais. &#8220;Eles demonstram que a exposição provoca doenças, mas estudos em humanos mostram só correlações.&#8221;</p>
<p>A grande preocupação é com o efeito sobre hormônios sexuais. O BPA poderia provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade.</p>
<p>&#8220;Como o BPA tem estrutura química semelhante à do estrógeno [hormônio feminino], ele atua como tal no organismo, podendo reprogramar as células e determinar infertilidade na vida adulta&#8221;, afirma a endocrinologista.</p>
<p>O principal substituto do plástico policarbonato, que contém o BPA, é o polipropileno. Segundo a Anvisa, a maioria das mamadeiras de plástico no país são de policarbonato.</p>
<p>A professora Juliana Machado, 35, de São Paulo, parou de comprar mamadeiras de plástico para sua filha Ana Rita, 3, quando a menina tinha seis meses.</p>
<p>&#8220;Minha mãe avisou que o plástico solta uma substância nociva quando é aquecido, então passei a comprar as mamadeiras de vidro.&#8221;</p>
<p>Ela conta que as de vidro são mais caras e difíceis de achar.</p>
<p>&#8220;Tenho que comprar sempre no mesmo lugar.&#8221;</p>
<p>A indústria terá 90 dias para cumprir a determinação, a partir da publicação no &#8220;Diário Oficial da União&#8221;.</p>
<p>(Folha.com)</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
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		<title>Mortalidade infantil tem queda de 36% nas últimas décadas.</title>
		<link>http://www.angelino.com.br/blog/2011/09/mortalidade-infantil-tem-queda-de-36-nas-ultimas-decadas/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 18:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A mortalidade infantil caiu 36% nas duas últimas décadas, ao passar de 12 milhões de mortes de menores de cinco anos em 1990 para 7,6 milhões em 2010, segundo relatório conjunto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). Na África Subsaariana, a região do mundo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-17-at-3.11.23-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1424" title="Mortalidade Infantil" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-17-at-3.11.23-PM-300x262.png" alt="Queda de 36% na mortalidade infantil" width="300" height="262" /></a>A mortalidade infantil caiu 36% nas duas últimas décadas, ao passar de 12 milhões de mortes de menores de cinco anos em 1990 para 7,6 milhões em 2010, segundo relatório conjunto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Na África Subsaariana, a região do mundo com maiores taxas de mortalidade infantil, este número caiu pela metade na última década com relação à anterior.</p>
<p>&#8220;Este dado demonstra os grandes avanços conseguidos inclusive nas regiões mais pobres do mundo&#8221;, afirmou o diretor-executivo do Unicef, Anthony Lake, que, no entanto, alertou que ainda morrem 21 mil crianças por dia no mundo todo por causas que poderiam ser evitadas.</p>
<p>A diretora geral da OMS, Margaret Chan, declarou que a redução da mortalidade infantil depende de múltiplos fatores, como a melhoria do acesso aos serviços sanitários nas primeiras semanas de vida, a prevenção de doenças infantis, a melhoria da cobertura de imunização e dos serviços de saneamento.</p>
<p>O relatório adverte, no entanto, que um dos desafios para o futuro é melhorar os números de mortes de recém-nascidos e bebês, já que mais de 70% das mortes de menores de cinco anos acontecem no primeiro mês de vida e, destas, 40% ocorrem durante a primeira semana de vida.</p>
<p>Apesar dos progressos conseguidos, o relatório indica que ainda há grandes disparidades entre regiões, já que a África Subsaariana, onde morre uma de cada oito crianças antes de completar os cinco anos, segue tendo a proporção mais alta de mortalidade infantil do mundo, 17 vezes maior que a média dos países desenvolvidos.</p>
<p>A região da Ásia-Pacífico ocupa o segundo posto entre as regiões com maior mortalidade infantil, onde morrem uma de cada quinze crianças sem chegar aos cinco anos.</p>
<p>Em 2010, cerca de metade do total de mortes de menores de cinco anos aconteceram em apenas cinco países: Índia, Nigéria, República Democrática do Congo, Paquistão e China.</p>
<p><em>(Veja com Agência EFE)</em></p>
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		<title>Quando entrar setembro e a boa nova&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 17:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu esta participando de uma reunião na escola de uma criança que estava apresentando dificuldades em sua aprendizagem. Estavam presentes a professora da criança, a coordenadora da escola, eu no papel de psicopedagoga e a mãe da criança em questão. A mãe tinha relutado muito em participar da reunião e tivemos que marcar e remarcar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu esta participando de uma reunião na escola de uma criança que estava apresentando dificuldades em sua aprendizagem. Estavam presentes a professora da criança, a coordenadora da escola, eu no papel de psicopedagoga e a mãe da criança em questão. A mãe tinha relutado muito em participar da reunião e tivemos que marcar e remarcar várias vezes para que ela estivesse presente. Alegava ela  que não tinha tempo para educar seu filho e, por isso, tinha recorrido a profissionais habilitados para fazerem esse trabalho. O pai, separado da mãe, não participava da vida do filho e tinha se negado a comparecer à reunião alegando que estaria viajando. A apresentação da avaliação psicopedagógica suscitou uma discussão da situação da criança frente a escola e a família e chegou-se a conclusão que a criança estava necessitando de mais atenção da mãe, dentre outras medidas educativas. Para nossa tristeza, afirmou  a mãe que tudo ouviu calada, o que já presentíamos:</p>
<p><em>&#8220;Mais tarde vou me incomodar com isso&#8230; Por enquanto, tenho de trabalhar para sustentá-lo. Façam o trabalho de vocês. Dias melhores virão em que me sentirei mais livre e melhor, com mais tempo para atender meu filho, afinal, sempre tem um amanhã, não? Até na natureza é assim&#8230; temos a primavera&#8230; Setembro esta ai e com ela a boa nova!&#8221;</em></p>
<p>Ao dizer isso, foi levantando-se olhando o relógio, indicando-nos que a reunião, com ela, estava encerrada.</p>
<p>Calei-me.</p>
<p>Os anos de consultório ensinaram-me que nem sempre calar é consentir e que,  muitas vezes, calar-se é uma forma de dar mais um tempo para que a inspiração de melhores formas surjam, para que as compreensões amadureçam, que se possa entender mais e melhor e, quiçá, promover  uma melhor hora para uma melhor compreensão.</p>
<p>Os pais dessa criança ainda não entenderam que não se transfere responsabilidades parentais e, muito menos, educação familiar. Persistiam em não aprender que a escola e a família tem tarefas e objetivos diferentes no ato de educar uma criança. Contudo, uma não faz o trabalho da outra. Entende-se os novos contornos da família, assim como, a escola entende suas novas  tarefas diante das diferentes formas de ser família. A escola e a família são parceiras na construção do aprendiz.</p>
<p>A infância dura um tempo e ela pede um tempo para si. Não atendida adequadamente, ela pode durar mais tempo do que se espera! Há adultos que jamais amadurecem e que passam sua existência tentando encontrar-se diante da vida.</p>
<p>A música &#8220;Sol de primavera&#8221;, insinuada pela mãe ao encerrar de forma frustrante a reunião,  invadiu a minha mente e fiquei pensando, tristemente, que talvez ela não tivesse entendido algo importante que propõem a música e que, também, nos ensina a  vida.</p>
<p>A vida se constrói a partir de uma sequência de fatos, de experiências e de reflexões que redundam em uma forma de entender o mundo e de viver e conviver nesse mesmo espaço.</p>
<p>Somos a síntese de tudo que vivemos e pensamos, dizem vários pensadores.</p>
<p>A primavera é renovação, após o inverno e, consequência de um encadeamento natural das estações do ano. E a vida faz parte dos ciclos naturais. Há locais que não têm primavera! Há vidas que se acabam no inverno da existência. A primavera é a semente, soberana, florindo após dias infrutíferos e restritos. Depois do recolhimento que o inverno nos sugere, podemos florir e enfeitar o mundo. Quando o verão nos abrasa abanamo-nos sabendo que em breve o outono chegará com todo o seu desfolhamento e seus ventos.</p>
<p>&#8220;Sol de primavera, abre as janelas do meu peito&#8221;, diz a letra da música&#8230; e faz-nos entender que é preciso educar. Que educar uma criança é investimento para toda uma existência, que a infância é o período favorável a formação do ser humano com melhores condições de entender o mundo e que &#8220;uma criança bem educada e cuidada é uma semente de paz&#8221;! (como quer Dra. Zilda Arns)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sol de primavera<br />
Abre as janelas do meu peito<br />
A lição sabemos de cor<br />
Só nos resta aprender<br />
(Guilherme Arantes e do Flávio Venturine &#8211; Sol de Primavera)</p>
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		<item>
		<title>Criança Segura lança guia de prevenção de acidentes nas escolas.</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 18:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CRIANÇA SEGURA na Escola é uma ferramenta que nos auxilia a compreender como, onde e por que os acidentes com crianças e adolescentes acontecem e ajuda a analisar o papel da educação no enfrentamento dos acidentes e na criação da cultura da prevenção dentro e fora da escola. Para isso, propõe estratégias condizentes com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-01-at-3.08.19-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1415" title="Criança Segura na Escola" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-01-at-3.08.19-PM-211x300.png" alt="Guia de prevençnao de acidentes nas escolas" width="211" height="300" /></a>CRIANÇA SEGURA na Escola é uma ferramenta que nos auxilia a compreender como, onde e por que os acidentes com crianças e adolescentes acontecem e ajuda a analisar o papel da educação no enfrentamento dos acidentes e na criação da cultura da prevenção dentro e fora da escola.<br />
Para isso, propõe estratégias condizentes com a realidade vigente e busca parceiros e recursos para estas ações.<br />
Finalmente, acreditamos que este Guia pode servir de impulso para a criação de ações na escola, na comunidade e no município.</p>
<p>Baixe <a href="http://www.criancasegura.org.br">aqui</a> o seu exemplar grátis.</p>
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		<title>Dicas para evitar a gripe.</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 01:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Gioielli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[RECEITAS PARA AQUECER O CORPO E  DEIXAR A GRIPE LONGE – COMO O  AYURVEDA PODE AJUDAR Nestes meses de inverno temos experimentado uma variação enorme do clima. Uns dias faz muito frio seco, umidade relativa do ar em estado de atenção. No dia seguinte, a temperatura aumenta uns 9 graus, chove e o ar fica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RECEITAS PARA AQUECER O CORPO E  DEIXAR A GRIPE LONGE – COMO O  AYURVEDA PODE AJUDAR</p>
<p>Nestes meses de inverno temos experimentado uma variação enorme do clima. Uns dias faz muito frio seco, umidade relativa do ar em estado de atenção. No dia seguinte, a temperatura aumenta uns 9 graus, chove e o ar fica quente e pesado&#8230;</p>
<p>Esta montanha russa climática é um desafio para a saúde de todos, mas principalmente para a das crianças.</p>
<p>Mas, felizmente, justamente por serem crianças, estes organismos tem a sua sabedoria interna mais preservada e mais capacidade de responder a todos estes estímulos, retomando o equilíbrio. Quando algum desequilíbrio se instala, surgem as enfermidades.</p>
<p>Do ponto de vista do Ayurveda, todo organismo possui três princípios reguladores, os chamados <em>doshas</em>: <em>vata</em>, <em>pitta</em> e <em>kapha</em>. Para manutenção da saúde é imprescindível que os <em>doshas</em> estejam em equilíbrio para que exerçam corretamente as suas funções. Mas acontece que estamos todos, a todo o momento, sendo bombardeados por estímulos que perturbam os <em>dosha</em>s: as alterações climáticas, a alimentação incorreta, as emoções, stress, pressão&#8230; Eu poderia enumerar aqui centenas de situações em que os <em>doshas</em> são perturbados, devido ao estilo de vida moderno que levamos.</p>
<p>Mas vamos nos ater às alterações climáticas e às crianças:</p>
<p>Durante a infância, o <em>dosha </em>mais proeminente é o <em>kapha</em>. Ele é composto por terra e água e, por isso, é responsável pelo crescimento do corpo, pela massa, pela estrutura. É a nutrição, o anabolismo. Nesta fase, o organismo está em franco desenvolvimento. Kapha possui os atributos: frio, denso, pesado e oleoso. E é daí que deriva a sua função de promover estrutura e  lubrificação do organismo. Os indianos comparam, muito sabiamente, as crianças a uma uva fresca e os idosos, a uma uva passa, seca. Ou seja, vamos secando ao longo da vida, até ficamos bem enrugadinhos, pois com o tempo, <em> kapha</em> vai diminuindo e <em>vata</em>, composto de ar e espaço, vai aumentando. A senilidade é a fase <em>vata</em> da vida.</p>
<p>Quando o clima está frio e úmido aumenta<em> kapha</em>. E as crianças, naturalmente cheias de <em>kapha </em>no corpo, passam a experimentar o excesso deste <em>dosha</em>: nariz escorrendo, gripe, secreção, tosse, sinusite e até crise de bronquite ou asma, ou seja, excesso de água. Basta um empurrãozinho do clima úmido e frio e todos estes quadros podem ser desencadeados&#8230; Há perda do equilíbrio.</p>
<p>Para evitar que isso aconteça, devemos combater o excesso de água de <em>kapha</em> com o <strong>aquecimento</strong> do organismo. Tanto externa como internamente. Sim, aquele velho papo de “não pise no chão frio”, “não entre na geladeira”, “não beba gelado”, “coloque um agasalho menino”, faz TODO sentido. Aquecendo o corpo com agasalho, um banho quente ou até um escalda pés é bastante útil para combater os efeitos do tempo frio e úmido.</p>
<p>E, o mais importante: <strong>aquecer o corpo internamente</strong>. Como? Com especiarias. O recurso para a prevenção das doenças do inverno e também para tratá-las pode estar na prateleira da sua cozinha! Para crianças, remédios caseiros são muito interessantes. Primeiro porque não têm efeitos colaterais. Depois porque, em geral, tem um gostinho bom e vem com uma dose extra de carinho da mamãe ou da vovó e, terceiro, porque são realmente eficazes. O tal chá de alho da vovó não é lenda não. Está lá, explicado nos textos antigos de Ayurveda: o alho tem uma propriedade bastante aquecedora, combatendo então, os efeitos do excesso de <em>kapha</em>, que é frio.</p>
<p>Além do alho, as especiarias são um recurso valiosíssimo! Seguem aqui algumas receitinhas caseiras para melhorar os estados congestos (nariz entupido, gripe, tosse com catarro, bronquite):</p>
<p>1/2 colher chá de gengibre em pó ,</p>
<p>1 pitada de canela em pó e outra de cravo em pó</p>
<p>Misturar tudo em 1 xícara de água fervente, como um chá. Pode coar e adoçar, se quiser.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou ainda, 1/2 colher de chá de gengibre em pó,</p>
<p>1 pitada de pimenta do reino</p>
<p>Misturar em 1 colher de sobremesa rasa de mel. Aí, comer este “brigadeirinho” 1 ou 2 vezes ao dia. Não fica ruim e nem ardido demais, acredite! Ou ainda, a mesma coisa, só que com cravo em pó: 1 pitada pra 1 colher de chá de mel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um ótimo truque para cessar a tosse noturna é esfregar a sola do pé com gengibre em pó, ou colocar uma fatia do gengibre fresco dentro da meia. Além de cessar a tosse, o pé amanhece sequinho e sem chulé.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inalação com uma decocção de sálvia também é ótimo: coloque algumas folhas de sálvia em um pouco de água fervente e abafe. Você pode esperar esfriar e colocar no inalador ou inalar a fumaça que se desprende da decocção quente (isso é um pouco perigoso para crianças pequenas pelo risco de queimaduras).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra recomendação válida é evitar a todo custo alimentos frios e pesados como sorvete e iogurte. O leite deve ser consumido fervido e com especiarias, como a canela, cardamomo ou nós moscada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Percebam que todos os ingredientes que citamos acima possuem características aquecedoras – a canela, o cravo, o gengibre, a pimenta do reino, são ótimos para serem usados no dia a dia, numa sopa, por exemplo, em forma de chás e de remédios caseiros. O mel, por si só, é um ótimo remédio, mas deve ser consumido apenas por crianças maiores de 1 ano, pelo risco de botulismo, ok? E não deixar de consultar o pediatra caso apareça febre, cansaço ou queda importante do estado geral.</p>
<p>Bom, agora é tratar de esquentar os pés com um cobertor bem quentinho, um chá de especiarias e muito calor humano até o inverno passar&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pai por acaso.</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 13:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou relatar um episódio que presenciei e que me deixou calada por algum tempo (coisa difícil de acontecer&#8230;) Fiquei pensando que a princípio ele pode parecer um episódio isolado, contudo, quem trabalha em escola, concordará comigo que muitas histórias se assemelham a essa em sua essência e tema principal.</p>
<p>Mas vamos ao ocorrido: O avião acabara de pousar e uma voz feminina e jovial, que veio de  trás de mim, exclamou bem alto<em>: &#8220;Pai! Pai!&#8221;</em> Muitos pais viraram-se, mas um em especial sorriu para a jovem e disse, por entre todas aquelas pessoas que se apertavam no corredor do avião. <em>&#8220;Oi, filha! Pra onde você está indo?&#8221;</em> Ela respondeu: <em>&#8220;Na casa da Fulana, aqui em Londrina. Que surpresa, se eu soubesse tinha te pedido carona pro aeroporto..</em>.&#8221; A fila começou a andar e o homem foi embora, decidido, passos firmes, sem olhar para trás. Acho que fiquei tão boca aberta, que um senhor me confidenciou: <em>&#8221; será que é pai e filha mesmo?&#8221;.</em> Ao descermos as escadas, fomos andando lado a lado, e um dos homens não aguentou e perguntou: <em>&#8220;É teu pai, mesmo? Você o encontrou, por acaso no voo?&#8221;</em> A jovem sorriu, de jeito meio &#8220;amarelo&#8221; e respondeu, bem séria: <em>&#8220;É, é meu pai, mas por acaso.&#8221;</em> O homem que perguntou ficou tão sem graça que olhou pra mim e disse, indignado: <em>&#8220;E o xwyz nem esperou para dar um abraço na moça!&#8221;</em> A jovem ouviu o que foi dito, sorriu e calmamente afirmou: &#8220;<em>Meu pai é um homem muito importante e ocupado, esse tempo que ele perderia comigo, faria falta pra ele.&#8221;</em> <em>&#8220;Vocês não se veem muito?&#8221;</em> Prosseguiu o indiscreto homem, tentando entender, ou justificar a situação<em>. &#8220;Não! Moramos juntos. Ele é meu pai mesmo&#8230;&#8221;</em> Agora ela ria, meio sem jeito e o perguntador indiscreto ficou ainda mais confuso. Continuei calada&#8230;</p>
<p>Por outro lado, o motorista que me pegou no aeroporto, admirado pelo meu silêncio, perguntou-me se eu estava bem, pois nunca me vira tão calada. Contei para ele o episódio e ele ficou pensativo e me deu um depoimento maravilhoso. Disse-me ele: <em>&#8220;Sabe professora, meio que eu entendo ele. Às vezes a pessoa não acostuma com o filho. De tanto sair pra trabalhar, e a mulher, a empregada ou avó atenderem a criança e a gente não ser cobrado, não se aprende a ser pai. A gente acha que é assim e pronto.&#8221;</em> Fantástico, pensei.. Instiguei-o a prosseguir. <em>&#8220;Como você chegou a essas conclusões?&#8221;</em> &#8211; quis saber. <em>&#8220;Sabe, eu não atendia meus meninos. Só minha mulher cuidava deles. Eu achava que por eu trabalhar e sustentar tudo, estava bom! Quando minha sogra adoeceu, a minha mulher teve de cuidar dela e eu tive de cuidar dos meninos e eu vi que eu não era nada na vida deles, a não ser aquele que sustenta. No começo foi difícil, depois ficou mais fácil e hoje, se não faço alguma coisa com eles, sinto que o dia não está completo. Meus filhos me procuram pra pedir coisas, resolver problemas ou me pedem pra passear. Mas antes era tudo com a mãe. O ser humano se acostuma com tudo&#8230;&#8221;</em> Nossa! Que interessante esse pensamento.</p>
<p>Ficam aqui as duas histórias para servirem de reflexão para os pais.</p>
<p>Independente de esse pai ser muito ocupado ou não, importante ou não, se mora junto ou separado, se a mãe facilita ou não, ele é o pai&#8230; E como é importante a figura do pai! Como é gostoso um abraço de pai!</p>
<p>Independente do que se conclua ou pense a respeito dos dois relatos, sei que o amor é sentimento que nasce e se mantém no convívio, na partilha de pequenas e grandes coisas, no olhar e na escuta atenciosa, no gesto que acolhe, na palavra que direciona, no olhar que diz: <em>eu estou aqui, meu filho. Pode contar comigo!</em></p>
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		<title>Descomplicando a massagem para bebês.</title>
		<link>http://www.angelino.com.br/blog/2011/07/descomplicando-a-massagem-para-bebes/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 14:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Gioielli</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas mães têm vontade de massagear os seus bebês, mas acabam desanimando por acreditar que precisam aprender alguma técnica específica ou por não estarem certas sobre qual produto usar e tal. Na verdade, só a aplicação do óleo no corpo, mesmo sem muita técnica, pode ser extremamente benéfico tanto para mãe quanto para o bebê. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas mães têm vontade de massagear os seus bebês, mas acabam desanimando por acreditar que precisam aprender alguma técnica específica ou por não estarem certas sobre qual produto usar e tal. Na verdade, só a aplicação do óleo no corpo, mesmo sem muita técnica, pode ser extremamente benéfico tanto para mãe quanto para o bebê. A Shantala, tão divulgada por Frederic Leboyer, é a técnica mais famosa e é adorável aprendê-la em algum <em>workshop</em>, ou ler o livro, que é lindo&#8230; mas se não der, também não tem problema!</p>
<p>Então, vamos descomplicar? Tomando alguns cuidados e usando produtos adequados você e seu bebê poderão ter uma delícia de momento juntos!</p>
<p>Vamos começar com um pouquinho de história: a massagem para bebês é originária da Índia e faz parte do Ayurveda, a Medicina Tradicional Indiana. A aplicação de óleos medicinais no corpo, através da massagem apropriada, é parte do tratamento neste tipo de medicina. O óleo medicinal pode penetrar a pele e, assim, nutrir o organismo, ajudando na cura dos mais diversos males. A <em>Abhyanga</em>, como é chamada a massagem indiana, pode ser feita com técnicas diferentes e com as mais diversas indicações. Para cada uma delas, usa-se um óleo medicado com ervas específicas, de acordo com o caso.</p>
<p>A parte do Ayurveda que corresponde à nossa Pediatria chama-se <em>Kaumarbhrutya</em>. É um tratado que discorre sobre os cuidados na gestação, o pré-natal, preparo para o parto, aleitamento materno, saúde do recém nascido até a adolescência. E a massagem faz parte dos cuidados rotineiros com o bebê. Da mesma forma que, aqui no ocidente, é corriqueiro limpar o umbiguinho, dar banho, trocar fraldas&#8230; lá as mães massageiam os bebês como parte da rotina diária.</p>
<p>A Shantala, como é conhecida, chegou aqui no ocidente através do médico francês Frédérick Leboyer. Ele estava viajando pela Índia quando viu uma mãe massageando o seu bebê, sentada numa calçada de Calcutá. Pediu para registrar o momento com fotos e também anotou os movimentos que ela fazia. Ele ficou encantado com o carinho e com a ligação desta mãe com o seu bebê. Trouxe a massagem para o ocidente e é em homenagem a esta mãe que o nome da técnica ficou sendo Shantala, o nome dela.</p>
<p>A massagem traz inúmeros benefícios para mãe e bebê. Ela ajuda na transição da vida intra-uterina para esta aqui fora, tão ampla e fria. Estimula os sentidos e contribui para o desenvolvimento do sistema imune e neurológico do bebê. E, além de tudo, traz conforto, carinho, amor, estreita o vínculo mãe/bebê. O óleo hidrata, nutre e fortalece a pele, melhorando sua cor e textura e deixando-a macia. Os movimentos rítmicos aliviam a tensão e, portanto, diminuem as cólicas, o bebê dorme melhor e fica mais tranqüilo.</p>
<p>Para começar não é preciso ser nenhum <em>expert</em> em massagem. Depois, se você sentir necessidade e tiver interesse, existem cursos específicos para aprender a fazer massagem em bebês. Mas, no início, não é necessário se ater a nenhuma técnica muito específica. Apenas experimente, tente! Veja como você se sente e como o seu bebê reage!</p>
<p>Você pode fazer a massagem sentada no chão com os bebês sobre as pernas (como a Shantala, isso aumenta o contato corporal com o bebê e é mais benéfico ainda) ou sobre um tapetinho (tatame, <em>mat</em>). Mas se as suas costas não permitem, pode ser em cima do trocador mesmo. Não vamos ser rígidos, não é?</p>
<p>Use um bom óleo VEGETAL – isso é importantíssimo – nada de óleos para bebês que encontramos nas drogarias e supermercados! Leia o rótulo e veja que eles contêm glicerina, e isso não é bom do ponto de vista do Ayurveda, já que o óleo vai ser absorvido pela pele. Na dúvida, use óleo de amêndoas doces puro, ou um óleo de semente de uva com umas gotinhas de óleo essencial de lavanda, por exemplo.  Na Índia existem óleos próprios para massagem, que são medicinais. Geralmente é o óleo de gergelim medicado com ervas específicas para bebês como o <em>Bala </em>(pronuncia-se balá – <em>Sida cordifoglia</em>) e <em>Ashvagandha (Withania somnifera</em>). Uma indicação interessante é usar o nosso azeite de oliva mesmo. Ele tem efeito medicinal porque é rico em vitamina E, que é comprovadamente anti-oxidante, proporcionando uma pele lustrosa e saudável.</p>
<p>É importante lembrar-se de seguir sempre a seqüência: rosto, pescoço, braços, tórax, abdome, coxas, pernas e pés. Depois, vire o bebê de bruços e massageie as costas e as nádegas. Em cada grande articulação como ombros, cotovelos, quadris, joelhos e tornozelos, capriche um pouco mais nos movimentos circulares. Deixe-se levar por seus instintos e faça o movimento que achar adequado. Veja o que seu bebê gosta! Não precisa ser nada muito complexo, apenas um vai-vem ritmado. E também não precisa demorar muito. Ao todo, a massagem deve durar no máximo uns dez minutos, para o bebê não sentir frio. (Na Índia faz um calor danado&#8230; as mães indianas não se apressam!) Nos dias mais quentes e com os bebês mais crescidinhos, você também pode demorar mais, naturalmente! E nos dias frios, aqueça o ambiente.</p>
<p>Converse, cante, faça gracinhas e caretas para o seu bebê enquanto o massageia. Desfrute deste momento tão gostoso! É para ser um momento prazeroso para os dois. Caso o bebê demonstre algum desconforto, pare aquela manobra, experimente outra, ou interrompa a massagem. Lembre-se que nada é obrigatório!</p>
<p>A massagem só é contra-indicada na vigência de febre, resfriado com coriza, logo após a mamada ou refeição ou se o bebê estiver com fome.</p>
<p>E, agora que descomplicou, vamos abusar de mais uma forma de amor: as mãos!</p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>“Sim, os bebês tem necessidade de leite,</em></strong></p>
<p><strong><em> Mas muito mais de serem amados e receberem carinho</em></strong></p>
<p><strong><em> Serem levados, embalados, acariciados, pegos e massageados”</em></strong></p>
<p><strong><em>FRÉDÉRICK LEBOYER</em></strong></p>
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		<title>Piracicaba é a primeira cidade do Brasil a proibir o Bisfenol-A.</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 17:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Piracicaba (a 160 km de São Paulo) é a primeira do Brasil a aprovar uma lei municipal que proíbe a comercialização de mamadeiras, chupetas, alimentos e bebidas que contenham o bisfenol-A (BPA), segundo informação da Câmara dos Vereadores da cidade nesta quinta-feira. Usado em plásticos, bisfenol-A altera comportamento de roedores Canadá e outros países proíbem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Bebe-Mamadeira.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1418" title="Bebe-Mamadeira" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Bebe-Mamadeira-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a>Piracicaba (a 160 km de São Paulo) é a primeira do Brasil a aprovar uma lei municipal que proíbe a comercialização de mamadeiras, chupetas, alimentos e bebidas que contenham o bisfenol-A (BPA), segundo informação da Câmara dos Vereadores da cidade nesta quinta-feira.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/935847-usado-em-plasticos-bisfenol-a-altera-comportamento-de-roedores.shtml">Usado em plásticos, bisfenol-A altera comportamento de roedores</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/935850-canada-e-outros-paises-proibem-uso-de-bisfenol-a-em-mamadeiras.shtml">Canadá e outros países proíbem uso de bisfenol-A em mamadeiras</a></p>
<p>O projeto de lei proposto pelo vereador Capitão Gomes (PP) aguarda somente a sanção do prefeito.</p>
<p>O bisfenol-A é um químico usado na fabricação do plástico e no revestimento interno de latas de bebidas e alimentos. Pode provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade, de acordo com pesquisas.</p>
<p>A substância já foi proibida na União Europeia, no Canadá, na China, na Malásia e na Costa Rica, além de 11 Estados norte-americanos.</p>
<p>Segundo a Câmara, o projeto concede um prazo de 120 dias para os fabricantes, distribuidores e comerciantes se adequarem à proibição.</p>
<p>Em âmbito nacional também está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei do deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) que proíbe o uso do bisfenol-A em mamadeiras e produtos destinados ao consumo em todo o território nacional.</p>
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