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	<title>Blog - Angelino &#187; Orientação</title>
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		<title>A letra de mão vai acabar?</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 19:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O uso de computadores, celulares, tablets e laptops têm transformado o dia a dia das crianças. As mudanças são visíveis nas brincadeiras e também na hora do aprendizado dos pequenos. Tanto que nos Estados Unidos, a tradicional forma de escrever com a letra cursiva (de mão) foi considerada ultrapassada e o ensino deve ser abandonado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Screen-shot-2011-07-30-at-4.02.35-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1359" title="A letra de mão vai acabar." src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Screen-shot-2011-07-30-at-4.02.35-PM-300x223.png" alt="Estados Unidos estão abolindo o ensino da letra cursiva em várias regiões." width="300" height="223" /></a>O uso de computadores, celulares, tablets e laptops têm transformado o  dia a dia das crianças. As mudanças são visíveis nas brincadeiras e  também na hora do aprendizado dos pequenos. Tanto que nos Estados  Unidos, a tradicional forma de escrever com a <strong>letra cursiva</strong> (de mão) foi considerada ultrapassada e o ensino deve ser abandonado em mais de 40 estados norte-americanos.</p>
<p>O primeiro deles a suspender por lei o ensino da letra cursiva  nas escolas foi o estado de Indiana. Os defensores do novo código  argumentam que, atualmente, as crianças não necessitam e quase não se  utilizam de caneta e papel para escrever e por isso a alfabetização deve  se focar no ensino da letra bastão e nos métodos de digitação. A medida  causou polêmica nos EUA. Será que o hábito pode ser incorporado por  aqui também? Confira matéria do portal Crescer.<span id="more-1358"></span></p>
<p>Para a psicopedagoga Anete Hecht,  diretora pedagógica do Colégio I.L.Peretz, em São Paulo, não há motivos  que justifiquem a retirada do ensino da letra cursiva nas escolas  brasileiras. “Os métodos devem ser somados e não reduzidos. A  alfabetização acontece no primeiro momento com a letra bastão, depois a  criança passa para a letra cursiva. Isso é importante porque na letra de  mão, a criança desenvolve traços da sua identidade e personalidade”,  afirma. A psicopedagoga se preocupa também com o desenvolvimento da  coordenação motora fina das crianças, que poderia ser prejudicada pelo  abandono da letra de mão.</p>
<p>Mas segundo Saad Ellovitch, neuropediatra do Hospital Samaritano de São Paulo, o desenvolvimento da <strong>coordenação motora</strong> fina não está estritamente relacionado à escrita cursiva, mas também ao  uso das mãos em movimentos sutis. “O cérebro se adapta às necessidades  do corpo. Você pode desenvolver a motricidade fina, ou seja, a  capacidade de execução de movimentos pequenos e delicados, com outras  atividades, como por exemplo, o desenho”, afirma a especialista. O corpo  é capaz de se adaptar assim às novas condições impostas pelo  desenvolvimento humano.</p>
<p>Hoje, a substituição da  escrita cursiva pela digital se apresenta como um processo natural &#8211; e  não necessariamente um problema. “A escrita digital predomina na maioria  dos trabalhos da esfera profissional. Por isso, o investimento no  ensino da letra cursiva para essa função está cada vez mais em desuso&#8221;,  explica Maria Jose Nóbrega, filóloga e assessora da Secretaria Municipal  de Educação de São Paulo. A portabilidade dos equipamentos é outro  fator que desestimula a escrita de mão. No entanto, como os impactos das  novas tecnologias sobre a educação e o aprendizado ainda são pouco  conhecidos, a especialista reforça que os novos e os antigos métodos  tendem a ser usados de forma conjunta.“Ainda não podemos excluir o  ensino da letra cursiva, porque no Brasil nós não temos a  universalização do acesso ao computador&#8221;, diz.</p>
<p>Outra  razão seria porque a escrita manual desempenha algumas funções que ainda  não foram substituídas pela digital. Uma letra bonita, em um caderno  arrumado, é claro, também ensina conceitos de organização.</p>
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		<title>Descomplicando a massagem para bebês.</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 14:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Gioielli</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas mães têm vontade de massagear os seus bebês, mas acabam desanimando por acreditar que precisam aprender alguma técnica específica ou por não estarem certas sobre qual produto usar e tal. Na verdade, só a aplicação do óleo no corpo, mesmo sem muita técnica, pode ser extremamente benéfico tanto para mãe quanto para o bebê. A Shantala, tão divulgada por Frederic Leboyer, é a técnica mais famosa e é adorável aprendê-la em algum <em>workshop</em>, ou ler o livro, que é lindo&#8230; mas se não der, também não tem problema!</p>
<p>Então, vamos descomplicar? Tomando alguns cuidados e usando produtos adequados você e seu bebê poderão ter uma delícia de momento juntos!</p>
<p>Vamos começar com um pouquinho de história: a massagem para bebês é originária da Índia e faz parte do Ayurveda, a Medicina Tradicional Indiana. A aplicação de óleos medicinais no corpo, através da massagem apropriada, é parte do tratamento neste tipo de medicina. O óleo medicinal pode penetrar a pele e, assim, nutrir o organismo, ajudando na cura dos mais diversos males. A <em>Abhyanga</em>, como é chamada a massagem indiana, pode ser feita com técnicas diferentes e com as mais diversas indicações. Para cada uma delas, usa-se um óleo medicado com ervas específicas, de acordo com o caso.</p>
<p>A parte do Ayurveda que corresponde à nossa Pediatria chama-se <em>Kaumarbhrutya</em>. É um tratado que discorre sobre os cuidados na gestação, o pré-natal, preparo para o parto, aleitamento materno, saúde do recém nascido até a adolescência. E a massagem faz parte dos cuidados rotineiros com o bebê. Da mesma forma que, aqui no ocidente, é corriqueiro limpar o umbiguinho, dar banho, trocar fraldas&#8230; lá as mães massageiam os bebês como parte da rotina diária.</p>
<p>A Shantala, como é conhecida, chegou aqui no ocidente através do médico francês Frédérick Leboyer. Ele estava viajando pela Índia quando viu uma mãe massageando o seu bebê, sentada numa calçada de Calcutá. Pediu para registrar o momento com fotos e também anotou os movimentos que ela fazia. Ele ficou encantado com o carinho e com a ligação desta mãe com o seu bebê. Trouxe a massagem para o ocidente e é em homenagem a esta mãe que o nome da técnica ficou sendo Shantala, o nome dela.</p>
<p>A massagem traz inúmeros benefícios para mãe e bebê. Ela ajuda na transição da vida intra-uterina para esta aqui fora, tão ampla e fria. Estimula os sentidos e contribui para o desenvolvimento do sistema imune e neurológico do bebê. E, além de tudo, traz conforto, carinho, amor, estreita o vínculo mãe/bebê. O óleo hidrata, nutre e fortalece a pele, melhorando sua cor e textura e deixando-a macia. Os movimentos rítmicos aliviam a tensão e, portanto, diminuem as cólicas, o bebê dorme melhor e fica mais tranqüilo.</p>
<p>Para começar não é preciso ser nenhum <em>expert</em> em massagem. Depois, se você sentir necessidade e tiver interesse, existem cursos específicos para aprender a fazer massagem em bebês. Mas, no início, não é necessário se ater a nenhuma técnica muito específica. Apenas experimente, tente! Veja como você se sente e como o seu bebê reage!</p>
<p>Você pode fazer a massagem sentada no chão com os bebês sobre as pernas (como a Shantala, isso aumenta o contato corporal com o bebê e é mais benéfico ainda) ou sobre um tapetinho (tatame, <em>mat</em>). Mas se as suas costas não permitem, pode ser em cima do trocador mesmo. Não vamos ser rígidos, não é?</p>
<p>Use um bom óleo VEGETAL – isso é importantíssimo – nada de óleos para bebês que encontramos nas drogarias e supermercados! Leia o rótulo e veja que eles contêm glicerina, e isso não é bom do ponto de vista do Ayurveda, já que o óleo vai ser absorvido pela pele. Na dúvida, use óleo de amêndoas doces puro, ou um óleo de semente de uva com umas gotinhas de óleo essencial de lavanda, por exemplo.  Na Índia existem óleos próprios para massagem, que são medicinais. Geralmente é o óleo de gergelim medicado com ervas específicas para bebês como o <em>Bala </em>(pronuncia-se balá – <em>Sida cordifoglia</em>) e <em>Ashvagandha (Withania somnifera</em>). Uma indicação interessante é usar o nosso azeite de oliva mesmo. Ele tem efeito medicinal porque é rico em vitamina E, que é comprovadamente anti-oxidante, proporcionando uma pele lustrosa e saudável.</p>
<p>É importante lembrar-se de seguir sempre a seqüência: rosto, pescoço, braços, tórax, abdome, coxas, pernas e pés. Depois, vire o bebê de bruços e massageie as costas e as nádegas. Em cada grande articulação como ombros, cotovelos, quadris, joelhos e tornozelos, capriche um pouco mais nos movimentos circulares. Deixe-se levar por seus instintos e faça o movimento que achar adequado. Veja o que seu bebê gosta! Não precisa ser nada muito complexo, apenas um vai-vem ritmado. E também não precisa demorar muito. Ao todo, a massagem deve durar no máximo uns dez minutos, para o bebê não sentir frio. (Na Índia faz um calor danado&#8230; as mães indianas não se apressam!) Nos dias mais quentes e com os bebês mais crescidinhos, você também pode demorar mais, naturalmente! E nos dias frios, aqueça o ambiente.</p>
<p>Converse, cante, faça gracinhas e caretas para o seu bebê enquanto o massageia. Desfrute deste momento tão gostoso! É para ser um momento prazeroso para os dois. Caso o bebê demonstre algum desconforto, pare aquela manobra, experimente outra, ou interrompa a massagem. Lembre-se que nada é obrigatório!</p>
<p>A massagem só é contra-indicada na vigência de febre, resfriado com coriza, logo após a mamada ou refeição ou se o bebê estiver com fome.</p>
<p>E, agora que descomplicou, vamos abusar de mais uma forma de amor: as mãos!</p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>“Sim, os bebês tem necessidade de leite,</em></strong></p>
<p><strong><em> Mas muito mais de serem amados e receberem carinho</em></strong></p>
<p><strong><em> Serem levados, embalados, acariciados, pegos e massageados”</em></strong></p>
<p><strong><em>FRÉDÉRICK LEBOYER</em></strong></p>
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		<title>Piracicaba é a primeira cidade do Brasil a proibir o Bisfenol-A.</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 17:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Bebe-Mamadeira.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1418" title="Bebe-Mamadeira" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Bebe-Mamadeira-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a>Piracicaba (a 160 km de São Paulo) é a primeira do Brasil a aprovar uma lei municipal que proíbe a comercialização de mamadeiras, chupetas, alimentos e bebidas que contenham o bisfenol-A (BPA), segundo informação da Câmara dos Vereadores da cidade nesta quinta-feira.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/935847-usado-em-plasticos-bisfenol-a-altera-comportamento-de-roedores.shtml">Usado em plásticos, bisfenol-A altera comportamento de roedores</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/935850-canada-e-outros-paises-proibem-uso-de-bisfenol-a-em-mamadeiras.shtml">Canadá e outros países proíbem uso de bisfenol-A em mamadeiras</a></p>
<p>O projeto de lei proposto pelo vereador Capitão Gomes (PP) aguarda somente a sanção do prefeito.</p>
<p>O bisfenol-A é um químico usado na fabricação do plástico e no revestimento interno de latas de bebidas e alimentos. Pode provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade, de acordo com pesquisas.</p>
<p>A substância já foi proibida na União Europeia, no Canadá, na China, na Malásia e na Costa Rica, além de 11 Estados norte-americanos.</p>
<p>Segundo a Câmara, o projeto concede um prazo de 120 dias para os fabricantes, distribuidores e comerciantes se adequarem à proibição.</p>
<p>Em âmbito nacional também está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei do deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) que proíbe o uso do bisfenol-A em mamadeiras e produtos destinados ao consumo em todo o território nacional.</p>
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		<title>Trouxinha de espinafre.</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iracema Bertoco</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer a criança comer espinafre não é uma das tarefas mais fáceis. Diante de tal oferta, certamente ela torcerá o nariz. Mas como fazer para que elas consumam essa hortaliça que é tão rica em ferro, cálcio, potássio, fósforo e vitaminas? Vai depender de como o espinafre é apresentado para elas.  Na forma nua e crua, talvez seja uma visão “assustadora” do ponto de vista infantil e refogado, então, tem uma aparência que não apetece de jeito nenhum. Então a dica de hoje é fazer panquecas de espinafre e com o recheio que você preferir, montar as simpáticas trouxinhas. Assim fica mais atraente não é? O espinafre batido na massa da panqueca fornece além de todos os nutrientes e vitaminas acima citados, uma linda cor verde e um sabor delicioso. Será que elas irão resistir? Quer comprovar?</p>
<p><strong>Ingredientes<a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/DSC04852.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1344" title="Trouxinha de espinafre" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/DSC04852-300x225.jpg" alt="receita de Iracema Bertocco" width="300" height="225" /></a></strong></p>
<p>1 copo de leite</p>
<p>1 ovo</p>
<p>¼ de maço de espinafre</p>
<p>4 colheres de trigo</p>
<p>1 pitada de sal</p>
<p><strong>Modo de Preparo:</strong></p>
<p>Bata todos os ingredientes  no liquidificador. Em uma frigideira antiaderente untada com azeite, vá colocando pequenas porções da massa e fazendo as panquecas. Depois  que os  discos de panquecas estiverem prontos, vá recheando um a um, montando as trouxinhas e amarrando com uma folha de cebolinha.</p>
<p>Sugestão de recheio: Carne moída com arroz, ricota com calabresa, frango com requeijão, etc.</p>
<p>Dica: Sirva com um copo de suco de laranja. A vitamina C da laranja ajuda o organismo na absorção do ferro  presente no espinafre.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Mas eu sou só a avó dessa criança&#8230;</title>
		<link>http://www.angelino.com.br/blog/2011/06/mas-eu-sou-so-avo-dessa-crianca/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 13:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma senhora, ao ser chamada na escola para conversar sobre alguns problemas que o seu neto estava tendo, respondeu para a orientadora: &#8220;mas o que você quer que eu faça&#8230;eu sou só a avó dele!&#8221;. &#8220;Mas não é a senhora que cria ele?&#8221; perguntou a orientadora. &#8220;Sim, bem&#8230; mais ou menos&#8221;. Me explique melhor&#8221;, pediu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma senhora, ao ser chamada na escola para conversar sobre alguns problemas que o seu neto estava tendo, respondeu para a orientadora: &#8220;mas o que você quer que eu faça&#8230;eu sou só a avó dele!&#8221;. &#8220;Mas não é a senhora que cria ele?&#8221; perguntou a orientadora.  &#8220;Sim, bem&#8230; mais ou menos&#8221;. Me explique melhor&#8221;, pediu a orientadora.&#8221;Bem, quando a minha filha conseguiu o emprego dela, ela pegava o menino todos os dias. Às vezes, ele ia dormindo e no outro dia ele voltava dormindo. Achamos que isso era ruim pro menino, e ele acabou ficando comigo na semana, e no sábado ele ia pra casa. Depois a minha filha precisou do sábado pra estudar, ela faz uma pós, daí ela precisava fazer supermercado e essas coisas. Daí ele foi ficando, porque ela almoça  comigo nos domingos&#8230;e ele foi ficando direto comigo. Eu gosto muito dele e ele de mim. Nós somos acostumados um com o outro&#8221; &#8211; contou, singelamente a senhora. &#8220;Mas então, é a senhora quem educa ele, quem dá os limites e as regras etc,  não é?&#8221; &#8211; quis saber a orientadora. &#8220;Não! Isso eu deixo pra minha filha. Ele é meio difícil de obedecer. Na verdade, ele não obedece nem ela. . . Eu só cuido dele.&#8221;</p>
<p>Que perigo! E agora? Quem irá responder pela criança? Quem dará os princípios para ela? Quem irá educá-la?</p>
<p>Se os pais só convivem com a criança no domingo, e a avó não se assume como educadora da criança, certamente, a criança não está esperando os pais terem tempo e oportunidade para educá-la. Ela está se formando da forma como ela consegue e a partir do que ela percebe e conecta. E o que será que ela está aprendendo?</p>
<p>Vocês devem estar pensando que isso acontece por que essa senhora é muito simples. Enganam-se. Isso acontece em todos os níveis sociais.  Uma avó me disse, numa agência de viagens: &#8220;minha filha quer que eu vá à Disney com meus netos&#8230; não vou de jeito nenhum, eles não me obedecem. Já sei que, se eu for, só vou me incomodar!&#8221;. Continuou ela: &#8220;Já nos desentendemos muito, agora eu me calo, fazer o quê, se ela quer assim. Só não sei o que vai ser quando eles crescerem&#8230;&#8221;</p>
<p>Muitas avós têm tido a tarefa de acompanhar o dia a dia de seus netos, por força de circunstâncias parecidas com a dos relatos acima. Bem, tem de educar! Não se pode deixar para depois o que precisa ser feito na hora do acontecido. Não se pode menosprezar o valor educativo da boa convivência, das conversas que bem encaminham. É aqui e agora. Educar é ato de amor e dedicação à criança, não deveria ser um fardo. Se analisarmos os relatos das avós, ambas denunciam que educar é algo muito difícil, cansativo e que requer muita energia. Isso poderá realmente acontecer se a educação da criança for sendo deixada para outros tempos. Quando ela aprenderá? Quem a ensinará?</p>
<p>O mesmo acontece com crianças que ficam com empregadas e babás. Elas se defendem dizendo que não são os pais, mas a rotina acontece com elas, ao lado delas! Por isso é tão delicado deixar crianças com outras pessoas. Devemos sempre pensar: ela saberá encaminhar as questões da educação que desejamos aos nossos filhos?</p>
<p>A convivência e o dia a dia possibilitam a cumplicidade, as parcerias tão necessárias para a saúde da família. Quem convive,  quem cuida, quem está presente tem a força mobilizadora e a autoridade para encaminhar aprendizagens e provocar desenvolvimento.</p>
<p>Não podemos esquecer que a infância é o período cujas vivências afetivas formam a identidade da criança e o estilo dela relacionar-se com o mundo, e a vida em família é o berço que potencializa alguns entendimentos, tais como o da solidariedade, da fraternidade, da tolerância, da esperança, além, é claro, da grande lição que é aprender a amar!</p>
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		<title>O inverno está chegando. É hora de cuidados especiais.</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 18:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-31-at-3.29.35-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1325" title="Cuidados no inverno" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-31-at-3.29.35-PM-300x233.png" alt="O que fazer para evitar problemas com as crianças no inverno" width="300" height="233" /></a>A partir de maio, a temperatura e a umidade relativa do ar tendem a cair com mais  frequência. É preciso ficar atento com a saúde da família toda, principalmente das crianças. A consequência desse clima pode provocar ardência e  ressecamento dos olhos, boca e nariz e, com frequência, doenças  respiratórias &#8211; o que se agrava ainda mais se a criança é  alérgica. Esses são alguns sinais de que o organismo está sentindo o  ressecamento do ar.</p>
<p>“Atualmente, uma em cada cinco  crianças têm algum tipo de alergia, e, quando o tempo fica seco, as  alérgicas, que têm rinite ou asma, por exemplo, são as que mais sofrem  com os desconfortos respiratórios”, diz Cid Pinheiro, coordenador de  equipe de pediatria do Hospital São Luiz e professor-assistente do  departamento de pediatria da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. Tosse,  coceira no nariz (em crianças menores pode até ocorrer casos de  sangramento nasal), espirros, garganta seca e falta de ar são as  manifestações respiratórias mais comuns&#8221;, diz. Confira algum cuidados nesta matéria da revista Crescer.<span id="more-1324"></span></p>
<p>Para evitar  ou minimizar esses problemas, é preciso alguns cuidados. Em primeiro  lugar, fique atento com a hidratação das crianças. É fundamental  oferecer bastante líquido. Água, sucos, água de coco e chás são boas  opções. Mas alguns alimentos são também importantes. De acordo com  Milton Mizumoto, nutrólogo da Associação Brasileira de Nutrologia  (ABRAN), frutas ricas em líquidos, como melão e melancia, devem fazer  parte do cardápio. Laranjas e outras que têm vitamina C são aliadas para  reduzir as crises de rinite, mais frequentes com a baixa umidade.  Alguns alimentos, no entanto, devem ficar longe do cardápio de filhos e  pais, caso das frituras e industrializados. Abuse dos legumes e verduras  no preparo da comida das crianças. Se o bebê mama apenas no peito,  convém oferecê-lo mais vezes.</p>
<p>Outra dica é  colocar soluções fisiológicas no nariz da criança e fazer inalações  somente com soro para aliviar o desconforto respiratório. Se a irritação  for nos olhos, vale pingar algumas gotas de soro e fazer uma limpeza  para umidificar o local. Em casa, a higiene do ambiente com pano úmido  no chão e nos móveis é fundamental para eliminar o acúmulo de poeira e  evitar crises de alergia. Também é importante manter os ambientes  arejados, seja com umidifcadores (em perfeito estado), toalhas molhadas  ou baldes de água (longe do alcance das crianças).</p>
<p>A pele  também merece atenção especial neste período. Evite banhos com água  muito quente, que provocam o ressecamento da pele, e verfique com o  pediatra do seu filho se é caso de ele usar um creme hidratante.</p>
<div>Hora de procurar o médico</div>
<p>Se a tosse da criança vier acompanhada de febre e falta de ar, é  preciso consultar o especialista imediatamente, porque o ressecamento  das vias aéreas pode provocar crises de alergia, como asma, por exemplo.  O mesmo procedimento deve ser feito caso os olhos da criança permaneçam  irritados por mais de três dias, mesmo depois da higienização com o  soro.</p>
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		<title>Crianças modernas?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 17:19:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliane Kravetz</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nostalgias a parte, hoje em dia a infância mudou. O modo de brincar e as brincadeiras, a maneira de se colocar, a relação com a família e com os outros. O contexto no qual estamos inseridos mostra o mundo voltado a prazeres instantâneos e descartáveis.</p>
<p>Com a chegada da modernidade, a quantidade de informações existentes e a facilidade de acesso a elas, os pais estão cada vez mais ocupados e também pré-ocupados .  Sim, os pais modernos percebem, e muito, que a infância de seus filhos não é como foi a deles. E preocupam-se bastante com isso.</p>
<p>Os pais temem. Temem perder o controle, ou controlar demais. Temem perder a autoridade e a direção das normas, não transmitir os valores e ideais que consideram importantes para seus filhos. Temem causar traumas e assustam-se quando a criança sente angústia. Mas ao mesmo tempo querem “preparar”seus filhos para enfrentar este mundo moderno, competitivo e devorador.</p>
<p>Estamos envolvidos no discurso da contemporaneidade, onde as respostas precisam ser imediatas e para que isto ocorra , muitas vezes não é permitido falhar. Não é permitido errar como pai e mãe, não é permitido transgredir, porque os pais tem que ser modelos para os filhos. Que a falha nunca apareça. Com a Psicanálise aprendemos que sem a falta não há desejo, e que sem desejo não há sujeito. Isso quer dizer que  presos a algumas identificações universais, como estar bem a qualquer custo, beleza e ideal de perfeição acabamos transmitindo para os filhos os mesmos conceitos como ideais. Só que isso não se sustenta, pois o desejo é de cada um, não do universal. Cada criança tem em si a grandeza de um ponto de interrogação. Deixemos que isso exista. Oferecer de tudo ao filho para que nada lhe falte não o permite ir em busca do que deseja. Quem não experimenta o fracasso não se movimenta para ir em busca do sucesso. Quem não erra não precisa rever suas questões para tentar acertar. Quem não sente a falta não deseja, pois não há o que desejar, se nada falta.</p>
<p>Por essas questões é que precisamos lembrar que os pais também estão inscritos na modernidade, submetidos a componentes inconscientes presentes pelas suas trajetórias de vida, pelos seus desejos não realizados, por suas próprias frustrações. As crianças de hoje também passarão por isso. Estar triste em algum momento difícil não é ter depressão. Sentir medo não é ter Transtorno de Pânico necessariamente. Claro que estas patologias existem e merecem ser observadas e tratadas, mas é preciso bastante cuidado ao nomeá-las, pois nesta busca incessante pelo ideal universal, fica esquecido o individual.</p>
<p>Os pais temem o risco de não preservar o seu ideal de ego e o ideal narcísico na criança. Com tantos medos e tantas dúvidas, acabam por transmitir muita ansiedade as crianças. E esta, a ansiedade, é com certeza mais um sintoma da modernidade.</p>
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		<title>Fundação italiana alerta sobre as consequências de diabetes em crianças.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 14:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pouca gente sabe, mas Diabetes, a conhecida doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue, é muito comum em crianças nos dias de hoje, embora os pais normalmente tem dificuldade em lidar com esse tipo de problema. O melhor remédio é o conhecimento, tirando dúvidas e ajudando seu filho. Pensando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-18-at-10.29.13-AM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1320" title="Fondazione Italiana Diabete" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-18-at-10.29.13-AM-300x192.png" alt="Campanha Diabete Infantio" width="300" height="192" /></a>Pouca gente sabe, mas <strong>Diabetes</strong>, a conhecida doença  metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no  sangue, é muito comum em crianças nos dias de hoje, embora os pais  normalmente tem dificuldade em lidar com esse tipo de problema. O melhor  remédio é o conhecimento, tirando dúvidas e ajudando seu filho.</p>
<p>Pensando em conscientizar os adultos sobre o problema na Itália, a ONG <strong>Fondazione Italiana Diabete</strong> lançou recentemente uma campanha com o conceito <em>“Diabetes robs children”</em> (Diabetes rouba a infância).  A ideia da  campanha é alertar que a diabetes na infância destrói toda a fase de  aprendizado das crianças, forçando-as a se tornarem verdadeiros “adultos”, devido à  terapia massiva e estressante que essas crianças passam. O objetivo é  mostrar que a Fondazione Italiana Diabete luta para encontrar novas  formas de tratamento para a doença e ajudar na  conscientização da importância em ajudar essas crianças a  não perderem a melhor fase de sua vida. <a href="http://www.ypsilon2.com/blog/publicidade/campanha-de-fundacao-italiana-alerta-sobre-as-consequencias-de-diabetes-em-criancas/">Confira </a>campanha completa.</p>
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		<title>Como responder as perguntas embaraçosas das crianças.</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 22:22:20 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM.png"><br />
</a><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM1.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1316" title="Perguntas embaraçosas" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM1-300x149.png" alt="Respostas simples para perguntas complicadas" width="300" height="149" /></a>&#8220;Deus existe?”, “O que é masturbação?”, “Por que as pessoas morrem?”,  “De onde eu vim?” são algumas perguntas feitas por crianças que deixam  muitos pais sem saber o que e como responder.</p>
<p>De acordo com Dora Lorch, mestre em psicologia pela PUC-SP e autora do  livro “Como Educar Sem Usar a Violência” (Ed. Summus), para esclarecer  essas dúvidas, os adultos devem ser objetivos e levar em consideração a  capacidade de compreensão dos filhos. Segundo ela, as crianças começam a  entender melhor o que é dito a partir dos dez anos. “Antes disso, não  adianta querer explicar tudo direitinho”, afirma.</p>
<p>Confira <a href="http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/05/12/saiba-como-responder-as-perguntas-embaracosas-das-criancas.htm">aqui</a> algumas respostas simples para perguntas complicadas.</p>
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		<title>Sanduiche de forno.</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 19:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iracema Bertoco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sanduiche é bom e todo mundo gosta não é mesmo? Além de ser o “curinga” das refeições rápidas, quando bem elaborado pode ser muito nutritivo e, acompanhado de um suco de frutas, substitui uma refeição. Nós mães sempre nos preocupamos em fornecer aos nossos filhos alimentos saudáveis e nutritivos, mas não podemos nos esquecer que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sanduiche é bom e todo mundo gosta não é mesmo? Além de ser o “curinga” das refeições rápidas, quando bem elaborado pode ser muito nutritivo e, acompanhado de um suco de frutas, substitui uma refeição. Nós mães sempre nos preocupamos em fornecer aos nossos filhos alimentos saudáveis e nutritivos, mas não podemos nos esquecer que para agradar as crianças e garantir que eles comam, a refeição tem  mesmo é que ser  gostosa. Bom, gostoso esse sanduiche já é. Então para torná-lo mais nutritivo minha dica de hoje é substituir o pão branco por pão integral e o presunto por peito de peru. É bem simples de fazer e nesses dias mais frios esse lanche quentinho apetece a garotada.</p>
<p>Ingredientes:<a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Sanduiche-de-forno1.png"><img class="alignright size-medium wp-image-1310" title="Sanduiche de forno" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Sanduiche-de-forno1-296x300.png" alt="Lanche saudável e gostoso." width="296" height="300" /></a></p>
<ul>
<li>2 fatias de pão integral</li>
<li>2 fatias de peito de peru</li>
<li>1 colher de requeijão cremoso</li>
<li>3 fatias de mussarela</li>
<li>¼ de xícara de leite</li>
<li>2 rodelas de tomate</li>
<li>orégano à gosto</li>
</ul>
<p>Montagem:</p>
<p>Em um refratário, coloque 1 fatia do pão, unte com o requeijão, intercale com o peito de peru, o tomate, a mussarela, orégano e a outra fatia do pão. Agora umedeça o sanduiche com o leite e cubra com a mussarela. A decoração é fácil. Você pode usar cascas de legumes coloridos, recortar formas geométricas (quadradinhos, retângulos, círculos e triângulos) e pedir para o seu filho criar o desenho que quiser. Agora leve ao forno para que o queijo derreta e fique gratinado. Bom apetite!</p>
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