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	<title>Blog - Angelino &#187; ética</title>
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	<description>O anjinho distraído</description>
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		<title>Quando entrar setembro e a boa nova&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 17:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu esta participando de uma reunião na escola de uma criança que estava apresentando dificuldades em sua aprendizagem. Estavam presentes a professora da criança, a coordenadora da escola, eu no papel de psicopedagoga e a mãe da criança em questão. A mãe tinha relutado muito em participar da reunião e tivemos que marcar e remarcar várias vezes para que ela estivesse presente. Alegava ela  que não tinha tempo para educar seu filho e, por isso, tinha recorrido a profissionais habilitados para fazerem esse trabalho. O pai, separado da mãe, não participava da vida do filho e tinha se negado a comparecer à reunião alegando que estaria viajando. A apresentação da avaliação psicopedagógica suscitou uma discussão da situação da criança frente a escola e a família e chegou-se a conclusão que a criança estava necessitando de mais atenção da mãe, dentre outras medidas educativas. Para nossa tristeza, afirmou  a mãe que tudo ouviu calada, o que já presentíamos:</p>
<p><em>&#8220;Mais tarde vou me incomodar com isso&#8230; Por enquanto, tenho de trabalhar para sustentá-lo. Façam o trabalho de vocês. Dias melhores virão em que me sentirei mais livre e melhor, com mais tempo para atender meu filho, afinal, sempre tem um amanhã, não? Até na natureza é assim&#8230; temos a primavera&#8230; Setembro esta ai e com ela a boa nova!&#8221;</em></p>
<p>Ao dizer isso, foi levantando-se olhando o relógio, indicando-nos que a reunião, com ela, estava encerrada.</p>
<p>Calei-me.</p>
<p>Os anos de consultório ensinaram-me que nem sempre calar é consentir e que,  muitas vezes, calar-se é uma forma de dar mais um tempo para que a inspiração de melhores formas surjam, para que as compreensões amadureçam, que se possa entender mais e melhor e, quiçá, promover  uma melhor hora para uma melhor compreensão.</p>
<p>Os pais dessa criança ainda não entenderam que não se transfere responsabilidades parentais e, muito menos, educação familiar. Persistiam em não aprender que a escola e a família tem tarefas e objetivos diferentes no ato de educar uma criança. Contudo, uma não faz o trabalho da outra. Entende-se os novos contornos da família, assim como, a escola entende suas novas  tarefas diante das diferentes formas de ser família. A escola e a família são parceiras na construção do aprendiz.</p>
<p>A infância dura um tempo e ela pede um tempo para si. Não atendida adequadamente, ela pode durar mais tempo do que se espera! Há adultos que jamais amadurecem e que passam sua existência tentando encontrar-se diante da vida.</p>
<p>A música &#8220;Sol de primavera&#8221;, insinuada pela mãe ao encerrar de forma frustrante a reunião,  invadiu a minha mente e fiquei pensando, tristemente, que talvez ela não tivesse entendido algo importante que propõem a música e que, também, nos ensina a  vida.</p>
<p>A vida se constrói a partir de uma sequência de fatos, de experiências e de reflexões que redundam em uma forma de entender o mundo e de viver e conviver nesse mesmo espaço.</p>
<p>Somos a síntese de tudo que vivemos e pensamos, dizem vários pensadores.</p>
<p>A primavera é renovação, após o inverno e, consequência de um encadeamento natural das estações do ano. E a vida faz parte dos ciclos naturais. Há locais que não têm primavera! Há vidas que se acabam no inverno da existência. A primavera é a semente, soberana, florindo após dias infrutíferos e restritos. Depois do recolhimento que o inverno nos sugere, podemos florir e enfeitar o mundo. Quando o verão nos abrasa abanamo-nos sabendo que em breve o outono chegará com todo o seu desfolhamento e seus ventos.</p>
<p>&#8220;Sol de primavera, abre as janelas do meu peito&#8221;, diz a letra da música&#8230; e faz-nos entender que é preciso educar. Que educar uma criança é investimento para toda uma existência, que a infância é o período favorável a formação do ser humano com melhores condições de entender o mundo e que &#8220;uma criança bem educada e cuidada é uma semente de paz&#8221;! (como quer Dra. Zilda Arns)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sol de primavera<br />
Abre as janelas do meu peito<br />
A lição sabemos de cor<br />
Só nos resta aprender<br />
(Guilherme Arantes e do Flávio Venturine &#8211; Sol de Primavera)</p>
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		<title>Piracicaba é a primeira cidade do Brasil a proibir o Bisfenol-A.</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 17:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Piracicaba (a 160 km de São Paulo) é a primeira do Brasil a aprovar uma lei municipal que proíbe a comercialização de mamadeiras, chupetas, alimentos e bebidas que contenham o bisfenol-A (BPA), segundo informação da Câmara dos Vereadores da cidade nesta quinta-feira. Usado em plásticos, bisfenol-A altera comportamento de roedores Canadá e outros países proíbem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Bebe-Mamadeira.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1418" title="Bebe-Mamadeira" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Bebe-Mamadeira-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a>Piracicaba (a 160 km de São Paulo) é a primeira do Brasil a aprovar uma lei municipal que proíbe a comercialização de mamadeiras, chupetas, alimentos e bebidas que contenham o bisfenol-A (BPA), segundo informação da Câmara dos Vereadores da cidade nesta quinta-feira.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/935847-usado-em-plasticos-bisfenol-a-altera-comportamento-de-roedores.shtml">Usado em plásticos, bisfenol-A altera comportamento de roedores</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/935850-canada-e-outros-paises-proibem-uso-de-bisfenol-a-em-mamadeiras.shtml">Canadá e outros países proíbem uso de bisfenol-A em mamadeiras</a></p>
<p>O projeto de lei proposto pelo vereador Capitão Gomes (PP) aguarda somente a sanção do prefeito.</p>
<p>O bisfenol-A é um químico usado na fabricação do plástico e no revestimento interno de latas de bebidas e alimentos. Pode provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade, de acordo com pesquisas.</p>
<p>A substância já foi proibida na União Europeia, no Canadá, na China, na Malásia e na Costa Rica, além de 11 Estados norte-americanos.</p>
<p>Segundo a Câmara, o projeto concede um prazo de 120 dias para os fabricantes, distribuidores e comerciantes se adequarem à proibição.</p>
<p>Em âmbito nacional também está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei do deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) que proíbe o uso do bisfenol-A em mamadeiras e produtos destinados ao consumo em todo o território nacional.</p>
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		<title>Mas eu sou só a avó dessa criança&#8230;</title>
		<link>http://www.angelino.com.br/blog/2011/06/mas-eu-sou-so-avo-dessa-crianca/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 13:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma senhora, ao ser chamada na escola para conversar sobre alguns problemas que o seu neto estava tendo, respondeu para a orientadora: &#8220;mas o que você quer que eu faça&#8230;eu sou só a avó dele!&#8221;. &#8220;Mas não é a senhora que cria ele?&#8221; perguntou a orientadora.  &#8220;Sim, bem&#8230; mais ou menos&#8221;. Me explique melhor&#8221;, pediu a orientadora.&#8221;Bem, quando a minha filha conseguiu o emprego dela, ela pegava o menino todos os dias. Às vezes, ele ia dormindo e no outro dia ele voltava dormindo. Achamos que isso era ruim pro menino, e ele acabou ficando comigo na semana, e no sábado ele ia pra casa. Depois a minha filha precisou do sábado pra estudar, ela faz uma pós, daí ela precisava fazer supermercado e essas coisas. Daí ele foi ficando, porque ela almoça  comigo nos domingos&#8230;e ele foi ficando direto comigo. Eu gosto muito dele e ele de mim. Nós somos acostumados um com o outro&#8221; &#8211; contou, singelamente a senhora. &#8220;Mas então, é a senhora quem educa ele, quem dá os limites e as regras etc,  não é?&#8221; &#8211; quis saber a orientadora. &#8220;Não! Isso eu deixo pra minha filha. Ele é meio difícil de obedecer. Na verdade, ele não obedece nem ela. . . Eu só cuido dele.&#8221;</p>
<p>Que perigo! E agora? Quem irá responder pela criança? Quem dará os princípios para ela? Quem irá educá-la?</p>
<p>Se os pais só convivem com a criança no domingo, e a avó não se assume como educadora da criança, certamente, a criança não está esperando os pais terem tempo e oportunidade para educá-la. Ela está se formando da forma como ela consegue e a partir do que ela percebe e conecta. E o que será que ela está aprendendo?</p>
<p>Vocês devem estar pensando que isso acontece por que essa senhora é muito simples. Enganam-se. Isso acontece em todos os níveis sociais.  Uma avó me disse, numa agência de viagens: &#8220;minha filha quer que eu vá à Disney com meus netos&#8230; não vou de jeito nenhum, eles não me obedecem. Já sei que, se eu for, só vou me incomodar!&#8221;. Continuou ela: &#8220;Já nos desentendemos muito, agora eu me calo, fazer o quê, se ela quer assim. Só não sei o que vai ser quando eles crescerem&#8230;&#8221;</p>
<p>Muitas avós têm tido a tarefa de acompanhar o dia a dia de seus netos, por força de circunstâncias parecidas com a dos relatos acima. Bem, tem de educar! Não se pode deixar para depois o que precisa ser feito na hora do acontecido. Não se pode menosprezar o valor educativo da boa convivência, das conversas que bem encaminham. É aqui e agora. Educar é ato de amor e dedicação à criança, não deveria ser um fardo. Se analisarmos os relatos das avós, ambas denunciam que educar é algo muito difícil, cansativo e que requer muita energia. Isso poderá realmente acontecer se a educação da criança for sendo deixada para outros tempos. Quando ela aprenderá? Quem a ensinará?</p>
<p>O mesmo acontece com crianças que ficam com empregadas e babás. Elas se defendem dizendo que não são os pais, mas a rotina acontece com elas, ao lado delas! Por isso é tão delicado deixar crianças com outras pessoas. Devemos sempre pensar: ela saberá encaminhar as questões da educação que desejamos aos nossos filhos?</p>
<p>A convivência e o dia a dia possibilitam a cumplicidade, as parcerias tão necessárias para a saúde da família. Quem convive,  quem cuida, quem está presente tem a força mobilizadora e a autoridade para encaminhar aprendizagens e provocar desenvolvimento.</p>
<p>Não podemos esquecer que a infância é o período cujas vivências afetivas formam a identidade da criança e o estilo dela relacionar-se com o mundo, e a vida em família é o berço que potencializa alguns entendimentos, tais como o da solidariedade, da fraternidade, da tolerância, da esperança, além, é claro, da grande lição que é aprender a amar!</p>
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		<title>Como responder as perguntas embaraçosas das crianças.</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 22:22:20 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM.png"><br />
</a><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM1.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1316" title="Perguntas embaraçosas" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM1-300x149.png" alt="Respostas simples para perguntas complicadas" width="300" height="149" /></a>&#8220;Deus existe?”, “O que é masturbação?”, “Por que as pessoas morrem?”,  “De onde eu vim?” são algumas perguntas feitas por crianças que deixam  muitos pais sem saber o que e como responder.</p>
<p>De acordo com Dora Lorch, mestre em psicologia pela PUC-SP e autora do  livro “Como Educar Sem Usar a Violência” (Ed. Summus), para esclarecer  essas dúvidas, os adultos devem ser objetivos e levar em consideração a  capacidade de compreensão dos filhos. Segundo ela, as crianças começam a  entender melhor o que é dito a partir dos dez anos. “Antes disso, não  adianta querer explicar tudo direitinho”, afirma.</p>
<p>Confira <a href="http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/05/12/saiba-como-responder-as-perguntas-embaracosas-das-criancas.htm">aqui</a> algumas respostas simples para perguntas complicadas.</p>
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		<title>Uma marca para todas as boas causas.</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 19:31:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de anunciar sua saída da indústria da publicidade, no ano passado, Alex Bogusky, considerado o Diretor de Criação da Década pela Adweek, agora quer estimular uma espécie de &#8216;revolução do consumidor&#8217;. Sua missão não é nada modesta: reinventar o capitalismo. Segundo ele, esse novo capitalismo precisa ser construído por pessoas criativas e bem intencionadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-07-at-3.46.08-PM.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1300" title="Common" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-07-at-3.46.08-PM.png" alt="Alex Boguski e sua marca da sustentabilidade" width="224" height="197" /></a>Depois de anunciar sua saída da indústria da publicidade, no ano passado, Alex Bogusky, considerado o Diretor de Criação da Década pela Adweek, agora quer estimular uma espécie de &#8216;revolução do consumidor&#8217;. Sua missão não é nada modesta: reinventar o capitalismo. Segundo ele, esse novo capitalismo precisa ser construído por pessoas criativas e bem intencionadas, comprometidas com a sustentabilidade. Para ajudar nessas associações entre empresários e o bem comum, criou a marca <a href="http://fearlessrevolution.com/blog/introducing-common.html">COMMON</a>. Confira os <a href="http://www.livingprinciples.org/alex-bogusky-common/">detalhes</a> da iniciativa.<br />
</span></p>
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		<title>Luta contra a obesidade infantil nos Estados Unidos coloca a publicidade de alimentos na mira do governo Obama.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 19:05:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Propostas da administração Obama permitiriam apenas a comunicação de alimentos sem gordura trans e com menos de um grama de gordura saturada e 13 gramas de açúcar por “refeição”. Essa é apenas uma abertura do que será um longo debate entre o governo e a indústria sobre como resolver a crise crescente de obesidade infantil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1288" class="wp-caption alignleft" style="width: 271px"><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-03-at-2.49.57-PM.png"><img class="size-full wp-image-1288" title="Obama de olho na publicidade de alimentos infantis." src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-03-at-2.49.57-PM.png" alt="Publicidade de alimentos infantis na mira do Governo Obama." width="261" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Fotolia.com</p></div>
<p>Propostas da administração Obama permitiriam apenas a comunicação de alimentos sem gordura trans e com menos de um grama de gordura saturada e 13 gramas de açúcar por “refeição”.</p>
<p>Essa é apenas uma abertura do que será um longo debate entre o governo e a indústria sobre como resolver a crise crescente de obesidade infantil. Para alguns, as orientações não deveriam ter o peso de lei e deveriam ser apenas recomendações sobre como a indústria deve se autorregular. Além disso, as regras possivelmente sofrerão mudanças já que foram submetidos a comentários ou observações tanto de entidades em defesa da saúde quanto de empresas.<span id="more-1287"></span></p>
<p>O que quer que surja no relatório final apresentado ao Congresso provavelmente será respeitado de alguma forma, pois as regras são apresentadas por um quarteto de agências que têm influência sobre o mercado. Além da FTC (Federal Trade Comission), estão a FDA (Food and Drug Administration) – agência que regulamenta a indústria de alimentos e de remédios –, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças e o Departamento de Agricultura. “A despeito do fato de chamar essas propostas ‘voluntárias’, o governo claramente está tentando impor mais pressão às indústrias de alimento, bebida e restaurantes no que elas podem ou não anunciar”, afirmou a ANA em comunicado.</p>
<p>Conforme está escrito, as regras podem começar a valer em 2016 e apenas permitir anúncios de alimentos que não contenham gordura trans, dos que não possuam mais que um grama de gordura saturada e dos que tenham menos de 13 gramas de açúcar por refeição. Restrições a produtos com teores maiores de sódio podem apertar até 2021. Numa concessão à indústria, as regras não incluem a ocorrência natural desses nutrientes nos alimentos. Os alimentos deverão, também, fornecer uma &#8220;contribuição significativa para uma dieta saudável&#8221;.</p>
<p>Entre as principais preocupações dos anunciantes está a proposta de expansão da definição tradicional de “criança” de pessoas com menos de 12 anos para aquelas entre dois e 17 anos. No entanto, as regras finais para adolescentes devem ser “de âmbito mais restrito e, eventualmente, limitadas às atividades de marketing na escola e nas mídias sociais&#8221;, informou a FTC em comunicado. A indústria se posiciona contra regras que se estendam a adolescentes. Segundo Jaffe, “uma vez que tenham passado dos 12 anos, acreditamos que as crianças sejam completamente capazes de entender a publicidade e lidar com ela”.</p>
<p>A FTC disse que “reconhece que as propostas estabelecem metas ambiciosas que, se adotadas, serão um desafio para a indústria” e que “um percentual significativo de produtos atualmente comercializados para crianças não conseguiriam atender os princípios nutricionais propostos”. De acordo com a entidade, a “epidemia de obesidade infantil, no entanto, não pode ser revertida sem mudanças significativas nos hábitos alimentares das nossas crianças”.</p>
<p>Líderes da indústria alegam que há muito tempo levam o assunto a sério e que as companhias continuamente têm adotado padrões mais restritivos. Os esforços são liderados por 17 membros da Children’s Food and Beverage Advertising Initiative, que inclui alguns dos maiores anunciantes nacionais de alimentos, como PepsiCo, Coca-Cola, Kraft Foods, General Mills, McDonald’s, Burger King e Hershey.</p>
<p>O grupo “está selecionando os alimentos que podem ser anunciados para crianças e melhorando os próprios alimentos”, declarou Elaine Kolish, vice-presidente da iniciativa, abrigada no Council of Better Business Bureaus. “Enquanto os nomes dos produtos se mantêm os mesmos, o que vai dentro dos produtos comunicados tem sido constante e consideravelmente transformado”.</p>
<p>As empresas participantes se comprometem a classificar a propaganda destinada para crianças como “alimento melhor para você” assim como estabelecer os padrões nutricionais do governo nos alimentos comercializados para crianças. As companhias limitariam ainda a participação de “personagens licenciados, celebridades e personagens de cinema na publicidade dirigida às crianças mostrando comprometimento e não engajamento com tal tipo de publicidade”.</p>
<p>Mas os defensores da saúde rebatem que as empresas não têm ido longe o suficiente. “Um dos pontos mais fracos na atual autorregulamentação do marketing de alimentos para crianças é que cada empresa tem seus próprios padrões, elaborados estrategicamente”, declarou Margo Wootan, diretora de política nutricional no Centro para Ciência de Interesse Público. “Embora de forma geral os padrões sejam muito semelhantes, muitos têm lacunas, como pouco ou nenhum padrão de sódio para as empresas de fast-food e padrões fracos do uso de açúcar para as marcas de cereais”. O grupo (de Margo) está satisfeito com a proposta do governo, chamando-a de “forte e sensível”.</p>
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		<title>Na minha escola vai entrar um homem destes, mamãe?</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 21:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma mãe me procurou, alarmada, pedindo ajuda e contando que a filha dela, de 6 anos, fez uma pergunta que a paralisou e  ela não soube o que responder.   A angustiada mãe  afirmou que foi vaga em sua resposta. &#8220;Sinto-me despreparada para dar garantias à minha filha e sei que ela gostaria de ter recebido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mãe me procurou, alarmada, pedindo ajuda e contando que a filha dela, de 6 anos, fez uma pergunta que a paralisou e  ela não soube o que responder.   A angustiada mãe  afirmou que foi vaga em sua resposta. <em>&#8220;Sinto-me despreparada para dar garantias à minha filha e sei que ela gostaria de ter recebido isso de mim.&#8221; </em>Ela pediu-me ajuda para bem responder a sua filha. Como essa mãe não foi a única a compartilhar comigo suas dúvidas, tento, neste artigo, pensar junto com o leitor alguns pontos que devem ser considerados.</p>
<p>Acho importante ressaltar que entendo que essa lamentável tragédia tem inúmeros desencadeadores e é de complexa análise, pois faz parte de um fenômeno multidimensional: <strong>questão de saúde, de segurança pública, de educação</strong> etc.  O palco foi uma escola, mas a trama do episódio é da sociedade.</p>
<p>Faço a minha contribuição reflexiva a partir da ótica de uma educadora que circula, com frequência, pelos corredores das escolas. Estou sentindo, como todos os cidadãos brasileiros, o impacto desse episódio e, nesse momento, sabemos que a emoção tende a solapar a nossa capacidade de melhores reflexões. No entanto, diante das informações que tenho desse horrendo caso, assim como de outros similares, devemos considerar que:</p>
<ul>
<li><strong>A chacina da escola do Realengo &#8211; RJ</strong>, que matou tantas crianças, que feriu outras tantas, que traumatizou um outro grupo de jovens e adultos, que marcou de forma muito negativa outras inúmeras pessoas é, até os dias de hoje,  fato raro de acontecer. Poucos episódios dessa natureza registramos em nosso país.  Segundo os psiquiatras, apenas 1% da população sofre do distúrbio que mobiliza uma pessoa a cometer tamanha atrocidade.  Portanto, não se pode imaginar que isso vá acontecer com a frequência que o nosso medo está apontando que pode acontecer.</li>
<li>As pessoas com essa formação (psicótico? esquizofrênico? distúrbio de personalidade? delírio crônico?) deixam rastros, são notadas como crianças estranhas desde pequenas. Ou seja, a pessoa não sai cometendo atrocidades como um primeiro episódio, ela dá<strong> indícios de dissociação de ideias</strong> e de gestos, isola-se, apresenta dificuldades possíveis de serem notadas ao decorrer do seu desenvolvimento.</li>
<li>Por outro lado, lamentavelmente, não se pode deixar de considerar que a nossa sociedade ainda não atingiu bons níveis de educação (uma das causas da criminalidade). Temos pouco policiamento nas ruas (o que facilita), é fácil adquirir armas de fogo e não estamos acostumados a partilha de responsabilidades coletivas.  Para agravar, temos a tendência de achar que o problema não é nosso e acabamos nos calando; além do que, vivemos em uma sociedade muito excludente e promotora de <strong>Bullying. </strong></li>
</ul>
<p>Tendo em vista essas premissas, penso que, sobretudo, precisamos desenvolver a atenção educativa. O que é isso? <strong>Avaliar para intervir e intervir para modificar.</strong> Muitos pais e professores ao perceberem comportamentos estranhos ou anti-sociais nas crianças, devem encaminhar para atendimento e orientação,  tanto para a família quanto para os professores. Em verdade, nós educadores precisamos fazer mais esse circuito de avaliar-intervir-modificar. Não raro avaliamos que a criança ou jovem não está bem, fazemos algumas intervenções, nem sempre exitosas, e acabamos nos deixando levar pelo &#8220;vai da valsa&#8221;. É preciso interferir, chamar os responsáveis, conversar com os profissionais, documentar, responsabilizar, buscar novas estratégias, enfim, modificar para melhor.</p>
<p>Lógico que esse episódio recente era impensável a qualquer cidadão, o mínimo que podemos fazer é apoiar essas famílias e esses professores, assim como toda a equipe da escola. No entanto, precisamos pensar em boas saídas coletivas, encaminhamentos compartilhados.</p>
<p>Para as mães que não sabem o que dizer aos seus filhos e aos professores que se calaram diante da barbárie, sugiro que acolham essa emoção e direcionem para a confiança na virtude do bem coletivo, em direção a solidariedade e esperança de dias melhores. Uma criança precisa confiar em seus adultos, na sua escola e crer que a vida é boa.  Que momento difícil para ensinar isso, mas é preciso!</p>
<p>Parece que episódios como esse, alertam-nos para a necessidade de policiar mais, inibir mais, denunciar mais, desarmar&#8230; Certo, mas não podemos esquecer que a educação e o cuidado são, também, essenciais para uma sociedade melhor. Tratamento aos doentes e mais cuidado.</p>
<p>Gosto muito quando o <a href="#_ftn1">[1]</a><strong>Leonardo Boff </strong>afirma que &#8220;<em>cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Abrange mais de um momento de atenção, de zelo e de desvelo. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro.&#8221;</em></p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref">[1]</a> BOFF, Leonardo. Saber cuidar. Petrópolis: Vozes, 2011.</p>
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		<title>Mais sobre o Bisfenol A.</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 23:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programa JP Online entrevista Tânia Bachega, endocrinologista da USP, e Fabiana Dupont, criadora do site “O Tao do Consumo.com.br”, que visa conscientizar a pessoas sobre o uso de embalagens sustentáveis e saudáveis. As duas especialistas falam sobre um alerta da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, que ressalta o risco da utilização de Bisfenol A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.otaodoconsumo.com.br/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1235" title="Bisfenol A" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Screen-shot-2011-04-04-at-7.22.20-PM-300x206.png" alt="O perigo das mamadeiras, chupetas e enlatados" width="300" height="206" /></a>Programa JP Online entrevista Tânia Bachega, endocrinologista da USP, e  Fabiana Dupont, criadora do site “O Tao do Consumo.com.br”, que visa  conscientizar a pessoas sobre o uso de embalagens sustentáveis e  saudáveis. As duas especialistas falam sobre um alerta da Sociedade  Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, que ressalta o risco da  utilização de Bisfenol A na fabricação de utensílios de plásticos, como  mamadeiras, chupetas e recipientes de armazenamento de alimentos. O  Bisfenol A pode atuar como um desregulador do sistema endócrino. <a href="http://www.otaodoconsumo.com.br/">Confira</a> na entrevista.</p>
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		<title>O perigo das mamadeiras e embalagens de plástico.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 20:46:42 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Screen-shot-2011-03-30-at-5.14.49-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1224" title="Meu bebê merece viver sem Bisfenol" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Screen-shot-2011-03-30-at-5.14.49-PM-244x300.png" alt="Campanha pela proibição do Bisfenol" width="244" height="300" /></a>O bisfenol-A é usado na fabricação do plástico. Segundo pesquisas,  pode provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema  reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e  obesidade. Por conta disso, já foi banido da Dinamarca, Canadá e Costa  Rica. Na França, o projeto de lei de proibição do bisfenol-A já foi  aprovado no senado e aguarda a passagem para a próxima instância. Nos  Estados Unidos, vários estados e cidades já proíbem o uso do químico em  produtos infantis. <strong>Mas e o Brasil?</strong></p>
<p>Por aqui, <strong>a Anvisa continua liberando o uso de bisfenol na  fabricação de mamadeiras, copinhos, pratinhos e brinquedos. E é por isso  que criamos esse selo.</strong> Queremos, assim como foi no Canadá, a  partir de uma revolução feita por mães, pedir a proibição do bisfenol  nesses produtos.</p>
<p>Obs.: O leite materno é sempre a melhor opção e isso não se discute. A  mamadeira em questão é a que deve ser usada quando é chegada a hora de  suquinhos e outras vitaminas. Mesmo as mães que optam pelo uso de  copinhos em substituição da mamadeira devem estar atentas ao bisfenol A,  substância utilizada na fabricação de quase todos os produtos de  plástico.<span id="more-1223"></span></p>
<p><strong>O que é bisfenol-A (BPA)</strong>?<br />
O bisfenol-A é um produto químico usado na fabricação de plásticos. O  BPA também é utilizado no revestimento interno de quase todas as latas  de alimentos e bebidas, inclusive em latas de fórmula para bebês.</p>
<p><strong>Por que o bisfenol A é usado em recipientes de comidas e  bebidas?<br />
</strong>Porque ele é transparente, forte, leve e duradouro e torna o  plástico mais resistente a rachaduras. O revestimento de BPA usado no  interior de latas de comida e bebida evita que as latas enferrujem.</p>
<p><strong>O contato com o bisfenol-A traz riscos à saúde?<br />
</strong>Nos últimos 10 anos, estudos com animais realizados em  laboratório sugeriram que quantidades mesmo muito pequenas de bisfenol-A  podem ser prejudiciais para a saúde, afetando principalmente o  desenvolvimento de bebês e crianças pequenas.</p>
<p><strong>Quais são os possíveis perigos do bisfenol-A para a saúde?</strong><br />
Os perigos incluem alterações no desenvolvimento do sistema nervoso do  bebê (função da glândula tiroide e crescimento do cérebro); mudanças no  comportamento e no desenvolvimento do intelecto (hiperatividade e  agressividade). O bisfenol-A também foi associado à obesidade, problemas  cardíacos, diabetes, câncer, puberdade precoce e tardia, abortos,  infertilidade e anormalidades no fígado. Pesquisas já associaram o  químico a problemas sexuais em homens, como a diminuição da qualidade e  da quantidade de esperma.</p>
<p><strong>Como estamos expostos ao bisfenol A?</strong></p>
<p><strong>Bebês e crianças:</strong> há duas formas mais comuns de  contato com o BPA:<br />
1 – O BPA pode ser transmitido para criança através do consumo de  alimentos ou bebidas acondicionadas em plástico, como mamadeiras,  copinhos, pratinhos e talheres. É importante salientar que o aquecimento  da mamadeira leva a um maior desprendimento do bisfenol-A, no entanto,  em mamadeiras de plástico a migração vai acontecer independe dela ser  aquecida ou não.</p>
<p>2. O BPA também pode migrar de latas, como as de leite em pó, e assim  ser ingerido pela criança. É cientificamente comprovado que o  bisfenol-A passa pela placenta e a contaminação do feto ocorre sempre  que a mãe ingerir um produto que esteve em contato com o químico.</p>
<p><strong>Adultos:</strong> Pela ingestão de alimentos ou bebidas  provenientes de latas, recipientes plásticos usados para guardar  alimentos na geladeira, garrafas (squeezes) e garrafões.</p>
<p><strong>Como evitar o contato com o bisfenol A?</strong></p>
<p>- Consuma frutas e hortaliças frescas. Ao comprar conservas prefira  as de vidro.<br />
- Não aqueça comidas ou bebidas em recipientes de plástico.<br />
- Rejeite qualquer recipiente de plástico que estiver velho, gastou ou  turvo. Isto inclui garrafas d’água.  Para acondicionar alimentos prefira  os de aço inox, cerâmica ou vidro.</p>
<p><strong>Como proteger o meu bebê do bisfenol A?</strong></p>
<p>- Evite ingerir bisfenol-A se estiver grávida ou em fase de  amamentação;</p>
<p>- Dê leite materno;</p>
<p>- Prefira mamadeiras de vidro ou que tenham o selo BPA free.</p>
<p>Para mais informações, pesquisas e notícias sobre o bisfenol-A: <a href="http://www.otaodoconsumo.com.br/">www.otaodoconsumo.com.br</a></p>
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		<title>Por uma infância sem racismo.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 02:42:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Assista aqui o vídeo da Unicef contra o racismo, com Lázaro Ramos. Para acompanhar, um trecho do livro O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro. “Todos nós, brasileiros, somos carne da carne daqueles negros e índios supliciados. Todos nós brasileiros somos, por igual, a mão possessa que os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=BfkZLkSHWR8&amp;feature=player_embedded"><img class="alignleft size-medium wp-image-1231" title="Racismo" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Screen-shot-2011-03-29-at-11.22.30-PM1-300x222.png" alt="Por uma infância sem racismo" width="300" height="222" /></a></p>
<p>Assista <a href="https://www.youtube.com/watch?v=BfkZLkSHWR8&amp;feature=player_embedded">aqui</a> o vídeo da Unicef contra o racismo, com Lázaro Ramos. Para acompanhar, um trecho do livro O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro.</p>
<div>“<strong><em>Todos  nós, brasileiros, somos carne da carne daqueles negros e índios  supliciados. Todos nós brasileiros somos, por igual, a mão possessa que  os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade mais atroz aqui se  conjugaram para fazer de nós sentida e sofrida que somos e a gente  insensível e brutal, que também somos. Como descendentes de escravos e  de senhores de escravos seremos sempre servos da maldade destilada e  instilada em nós, tanto pelo sentimento da dor intencionalmente  produzida para doer mais, quanto pelo exercício da brutalidade sobre  homens, sobre mulheres, sobre crianças convertidas em pasto de nossa  fúria.&#8221;</em></strong></div>
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