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	<title>Blog - Angelino &#187; Educadores</title>
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	<description>O anjinho distraído</description>
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		<title>A vida acontece on line</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 17:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outro dia estava trabalhando com um grupo de professoras, quando observei que uma delas estava com a blusa, na altura de um dos seios, toda molhada. Olhei-a e perguntei se ela estava amamentando. Ela afirmou que sim. Perguntei com quantos meses o bebê estava e ela disse-me que com 23 dias. Fiquei paralisada. &#8220;E esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia estava trabalhando com um grupo de professoras, quando observei que uma delas estava com a blusa, na altura de um dos seios, toda molhada. Olhei-a e perguntei se ela estava amamentando. Ela afirmou que sim. Perguntei com quantos meses o bebê estava e ela disse-me que com 23 dias. Fiquei paralisada. <em>&#8220;E esta na hora dela mamar, imagino&#8230;&#8221;</em> Já olhando para os lados, querendo saber onde estava esse neném ou de onde ele surgiria. <em>&#8220;Ele deve estar mamando em casa. Minha mãe está com ele.&#8221; </em>Disse-me a professora. Mas você não vai amamentá-lo? Perguntei incrédula. &#8220;<em>Não. Moro longe e não dá pra ele vir e nem eu ir. Estou aproveitando a minha licença maternidade para fazer esse curso.&#8221;</em>  (!?!) Gelei!</p>
<p>Em outra ocasião, conversando com um jovem que estava sentado ao meu lado no avião, ele me disse, de repente<em>:&#8221;Estou ansioso pra chegar. Minha mulher teve neném e estou louco para conhecê-lo!&#8221;</em>  Desejei a ele parabéns e perguntei a que horas ele tinha nascido, já imaginando que o neném se adiantara aos planos dos pais, deixando o pai agoniado para chegar. Ele nasceu na segunda pela manhã (era uma quinta). Nossa! E só agora você está vindo! &#8211; exclamei sem conseguir me segurar. <em>&#8220;Sim, estávamos numa negociação muito séria e determinante pra empresa, e meu departamento que está a frente dessa negociação toda&#8230; Não pude vir antes&#8221;,</em> disse o jovem pai, sem sequer empalidecer. Pensei que de São Paulo a Curitiba o vôo durava no máximo 1 hora e que daria para ir e vir, com tranqüilidade, mas calei-me, pensativa.</p>
<p>Tenho observado uma tendência que considero muito perigosa para a saúde da família: muitas mães e pais têm deixado as questões familiares como de somenos. Com a desculpa de ter de sustentar a família, para melhor provê-los, deixam suas &#8220;crias&#8221; nas mãos de outros. E como psicopedagoga clínica, constato que, muitas vezes, a criança faz um sintoma para tornar-se prioridade na vida dos pais.</p>
<p>Não posso, e nem teria coragem de negar a premência da vida e seu fluxo; nem a urgência de seus apelos; ou a importância de uma negociação no seu departamento; ou ainda, a repercussão na vida profissional de uma mulher de um bom curso de pós-graduação. Não pretendo qualificar um e outro e nem colocar numa balança para avaliar o que pesa mais. Não! Quero chamar atenção para as escolhas que fazemos, para como vivemos essas mesmas escolhas.</p>
<p>Quando se resolve ter um filho, faz-se uma escolha para sempre! Essa criança leva, além do sobrenome dos seus pais, a sua cultura, seus mitos, seus hábitos e suas crenças. Uma criança denuncia seus pais &#8211; é fruto de determinada árvore!</p>
<p>Quantas crianças temos visto por aí que perambulam de mão em mão, distantes de seus pais e aprendendo a viver de forma diferente da deles. Das mãos da empregada para as mãos da professora, do curso disso e daquilo, numa rotina destituída do amor, de valores, carinho parental e, até mesmo, do rigor da educação familiar. Distantes de seus pais, sem o cuidado de quem ensina os pormenores do bem viver e conviver, essas crianças se tornam estranhas em seus próprios ninhos.</p>
<p>Uma família para tornar-se grupo, precisa conviver, partilhar, discordar, chegar a consenso. Os laços familiares se constroem na partilha de pequenas coisas (não apenas nas grandes e memoráveis situações: idas à Disney, férias na praia etc). É quando se pode rir e chorar junto; é quando se partilha o bom e o ruim, o certo e o errado, o muito e o pouco. Em meio a isso tudo, esse grupo de pessoas vai se fortificando, aprendendo junto a ser família!</p>
<p>Um pai assim me falou, certa vez, após uma palestra: <em>&#8220;Há alguns anos, perdi meu emprego. Foi um caos! Era um emprego em que eu ganhava muito bem. Eu dava tudo pra minha família, mas lógico, não a minha presença. Repentinamente perdemos nosso status, nosso dinheiro e a nossa tranqüilidade financeira, mas, acredite se quiser, ganhamos algo que nunca tivemos: União! Passamos por essa situação de mãos dadas, juntos. Minha mulher trabalhou em tudo que deu, as crianças economizaram e ajudaram muito. Hoje estamos muito bem! Recuperei-me profissionalmente, mas não largo mais da mão da minha família. Aprendi a planejar meu trabalho de tal forma que minha família não saia perdendo. Hoje abençoo a crise que me deu a oportunidade de constituir, finalmente, a minha família.&#8221;</em></p>
<p>Que lindo!</p>
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		<title>Quando entrar setembro e a boa nova&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 17:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu esta participando de uma reunião na escola de uma criança que estava apresentando dificuldades em sua aprendizagem. Estavam presentes a professora da criança, a coordenadora da escola, eu no papel de psicopedagoga e a mãe da criança em questão. A mãe tinha relutado muito em participar da reunião e tivemos que marcar e remarcar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu esta participando de uma reunião na escola de uma criança que estava apresentando dificuldades em sua aprendizagem. Estavam presentes a professora da criança, a coordenadora da escola, eu no papel de psicopedagoga e a mãe da criança em questão. A mãe tinha relutado muito em participar da reunião e tivemos que marcar e remarcar várias vezes para que ela estivesse presente. Alegava ela  que não tinha tempo para educar seu filho e, por isso, tinha recorrido a profissionais habilitados para fazerem esse trabalho. O pai, separado da mãe, não participava da vida do filho e tinha se negado a comparecer à reunião alegando que estaria viajando. A apresentação da avaliação psicopedagógica suscitou uma discussão da situação da criança frente a escola e a família e chegou-se a conclusão que a criança estava necessitando de mais atenção da mãe, dentre outras medidas educativas. Para nossa tristeza, afirmou  a mãe que tudo ouviu calada, o que já presentíamos:</p>
<p><em>&#8220;Mais tarde vou me incomodar com isso&#8230; Por enquanto, tenho de trabalhar para sustentá-lo. Façam o trabalho de vocês. Dias melhores virão em que me sentirei mais livre e melhor, com mais tempo para atender meu filho, afinal, sempre tem um amanhã, não? Até na natureza é assim&#8230; temos a primavera&#8230; Setembro esta ai e com ela a boa nova!&#8221;</em></p>
<p>Ao dizer isso, foi levantando-se olhando o relógio, indicando-nos que a reunião, com ela, estava encerrada.</p>
<p>Calei-me.</p>
<p>Os anos de consultório ensinaram-me que nem sempre calar é consentir e que,  muitas vezes, calar-se é uma forma de dar mais um tempo para que a inspiração de melhores formas surjam, para que as compreensões amadureçam, que se possa entender mais e melhor e, quiçá, promover  uma melhor hora para uma melhor compreensão.</p>
<p>Os pais dessa criança ainda não entenderam que não se transfere responsabilidades parentais e, muito menos, educação familiar. Persistiam em não aprender que a escola e a família tem tarefas e objetivos diferentes no ato de educar uma criança. Contudo, uma não faz o trabalho da outra. Entende-se os novos contornos da família, assim como, a escola entende suas novas  tarefas diante das diferentes formas de ser família. A escola e a família são parceiras na construção do aprendiz.</p>
<p>A infância dura um tempo e ela pede um tempo para si. Não atendida adequadamente, ela pode durar mais tempo do que se espera! Há adultos que jamais amadurecem e que passam sua existência tentando encontrar-se diante da vida.</p>
<p>A música &#8220;Sol de primavera&#8221;, insinuada pela mãe ao encerrar de forma frustrante a reunião,  invadiu a minha mente e fiquei pensando, tristemente, que talvez ela não tivesse entendido algo importante que propõem a música e que, também, nos ensina a  vida.</p>
<p>A vida se constrói a partir de uma sequência de fatos, de experiências e de reflexões que redundam em uma forma de entender o mundo e de viver e conviver nesse mesmo espaço.</p>
<p>Somos a síntese de tudo que vivemos e pensamos, dizem vários pensadores.</p>
<p>A primavera é renovação, após o inverno e, consequência de um encadeamento natural das estações do ano. E a vida faz parte dos ciclos naturais. Há locais que não têm primavera! Há vidas que se acabam no inverno da existência. A primavera é a semente, soberana, florindo após dias infrutíferos e restritos. Depois do recolhimento que o inverno nos sugere, podemos florir e enfeitar o mundo. Quando o verão nos abrasa abanamo-nos sabendo que em breve o outono chegará com todo o seu desfolhamento e seus ventos.</p>
<p>&#8220;Sol de primavera, abre as janelas do meu peito&#8221;, diz a letra da música&#8230; e faz-nos entender que é preciso educar. Que educar uma criança é investimento para toda uma existência, que a infância é o período favorável a formação do ser humano com melhores condições de entender o mundo e que &#8220;uma criança bem educada e cuidada é uma semente de paz&#8221;! (como quer Dra. Zilda Arns)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sol de primavera<br />
Abre as janelas do meu peito<br />
A lição sabemos de cor<br />
Só nos resta aprender<br />
(Guilherme Arantes e do Flávio Venturine &#8211; Sol de Primavera)</p>
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		<title>Criança Segura lança guia de prevenção de acidentes nas escolas.</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 18:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CRIANÇA SEGURA na Escola é uma ferramenta que nos auxilia a compreender como, onde e por que os acidentes com crianças e adolescentes acontecem e ajuda a analisar o papel da educação no enfrentamento dos acidentes e na criação da cultura da prevenção dentro e fora da escola. Para isso, propõe estratégias condizentes com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-01-at-3.08.19-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1415" title="Criança Segura na Escola" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-01-at-3.08.19-PM-211x300.png" alt="Guia de prevençnao de acidentes nas escolas" width="211" height="300" /></a>CRIANÇA SEGURA na Escola é uma ferramenta que nos auxilia a compreender como, onde e por que os acidentes com crianças e adolescentes acontecem e ajuda a analisar o papel da educação no enfrentamento dos acidentes e na criação da cultura da prevenção dentro e fora da escola.<br />
Para isso, propõe estratégias condizentes com a realidade vigente e busca parceiros e recursos para estas ações.<br />
Finalmente, acreditamos que este Guia pode servir de impulso para a criação de ações na escola, na comunidade e no município.</p>
<p>Baixe <a href="http://www.criancasegura.org.br">aqui</a> o seu exemplar grátis.</p>
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		<title>Pai por acaso.</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 13:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vou relatar um episódio que presenciei e que me deixou calada por algum tempo (coisa difícil de acontecer&#8230;) Fiquei pensando que a princípio ele pode parecer um episódio isolado, contudo, quem trabalha em escola, concordará comigo que muitas histórias se assemelham a essa em sua essência e tema principal. Mas vamos ao ocorrido: O avião [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou relatar um episódio que presenciei e que me deixou calada por algum tempo (coisa difícil de acontecer&#8230;) Fiquei pensando que a princípio ele pode parecer um episódio isolado, contudo, quem trabalha em escola, concordará comigo que muitas histórias se assemelham a essa em sua essência e tema principal.</p>
<p>Mas vamos ao ocorrido: O avião acabara de pousar e uma voz feminina e jovial, que veio de  trás de mim, exclamou bem alto<em>: &#8220;Pai! Pai!&#8221;</em> Muitos pais viraram-se, mas um em especial sorriu para a jovem e disse, por entre todas aquelas pessoas que se apertavam no corredor do avião. <em>&#8220;Oi, filha! Pra onde você está indo?&#8221;</em> Ela respondeu: <em>&#8220;Na casa da Fulana, aqui em Londrina. Que surpresa, se eu soubesse tinha te pedido carona pro aeroporto..</em>.&#8221; A fila começou a andar e o homem foi embora, decidido, passos firmes, sem olhar para trás. Acho que fiquei tão boca aberta, que um senhor me confidenciou: <em>&#8221; será que é pai e filha mesmo?&#8221;.</em> Ao descermos as escadas, fomos andando lado a lado, e um dos homens não aguentou e perguntou: <em>&#8220;É teu pai, mesmo? Você o encontrou, por acaso no voo?&#8221;</em> A jovem sorriu, de jeito meio &#8220;amarelo&#8221; e respondeu, bem séria: <em>&#8220;É, é meu pai, mas por acaso.&#8221;</em> O homem que perguntou ficou tão sem graça que olhou pra mim e disse, indignado: <em>&#8220;E o xwyz nem esperou para dar um abraço na moça!&#8221;</em> A jovem ouviu o que foi dito, sorriu e calmamente afirmou: &#8220;<em>Meu pai é um homem muito importante e ocupado, esse tempo que ele perderia comigo, faria falta pra ele.&#8221;</em> <em>&#8220;Vocês não se veem muito?&#8221;</em> Prosseguiu o indiscreto homem, tentando entender, ou justificar a situação<em>. &#8220;Não! Moramos juntos. Ele é meu pai mesmo&#8230;&#8221;</em> Agora ela ria, meio sem jeito e o perguntador indiscreto ficou ainda mais confuso. Continuei calada&#8230;</p>
<p>Por outro lado, o motorista que me pegou no aeroporto, admirado pelo meu silêncio, perguntou-me se eu estava bem, pois nunca me vira tão calada. Contei para ele o episódio e ele ficou pensativo e me deu um depoimento maravilhoso. Disse-me ele: <em>&#8220;Sabe professora, meio que eu entendo ele. Às vezes a pessoa não acostuma com o filho. De tanto sair pra trabalhar, e a mulher, a empregada ou avó atenderem a criança e a gente não ser cobrado, não se aprende a ser pai. A gente acha que é assim e pronto.&#8221;</em> Fantástico, pensei.. Instiguei-o a prosseguir. <em>&#8220;Como você chegou a essas conclusões?&#8221;</em> &#8211; quis saber. <em>&#8220;Sabe, eu não atendia meus meninos. Só minha mulher cuidava deles. Eu achava que por eu trabalhar e sustentar tudo, estava bom! Quando minha sogra adoeceu, a minha mulher teve de cuidar dela e eu tive de cuidar dos meninos e eu vi que eu não era nada na vida deles, a não ser aquele que sustenta. No começo foi difícil, depois ficou mais fácil e hoje, se não faço alguma coisa com eles, sinto que o dia não está completo. Meus filhos me procuram pra pedir coisas, resolver problemas ou me pedem pra passear. Mas antes era tudo com a mãe. O ser humano se acostuma com tudo&#8230;&#8221;</em> Nossa! Que interessante esse pensamento.</p>
<p>Ficam aqui as duas histórias para servirem de reflexão para os pais.</p>
<p>Independente de esse pai ser muito ocupado ou não, importante ou não, se mora junto ou separado, se a mãe facilita ou não, ele é o pai&#8230; E como é importante a figura do pai! Como é gostoso um abraço de pai!</p>
<p>Independente do que se conclua ou pense a respeito dos dois relatos, sei que o amor é sentimento que nasce e se mantém no convívio, na partilha de pequenas e grandes coisas, no olhar e na escuta atenciosa, no gesto que acolhe, na palavra que direciona, no olhar que diz: <em>eu estou aqui, meu filho. Pode contar comigo!</em></p>
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		<title>A letra de mão vai acabar?</title>
		<link>http://www.angelino.com.br/blog/2011/07/a-letra-de-mao-vai-acabar/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 19:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O uso de computadores, celulares, tablets e laptops têm transformado o dia a dia das crianças. As mudanças são visíveis nas brincadeiras e também na hora do aprendizado dos pequenos. Tanto que nos Estados Unidos, a tradicional forma de escrever com a letra cursiva (de mão) foi considerada ultrapassada e o ensino deve ser abandonado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Screen-shot-2011-07-30-at-4.02.35-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1359" title="A letra de mão vai acabar." src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Screen-shot-2011-07-30-at-4.02.35-PM-300x223.png" alt="Estados Unidos estão abolindo o ensino da letra cursiva em várias regiões." width="300" height="223" /></a>O uso de computadores, celulares, tablets e laptops têm transformado o  dia a dia das crianças. As mudanças são visíveis nas brincadeiras e  também na hora do aprendizado dos pequenos. Tanto que nos Estados  Unidos, a tradicional forma de escrever com a <strong>letra cursiva</strong> (de mão) foi considerada ultrapassada e o ensino deve ser abandonado em mais de 40 estados norte-americanos.</p>
<p>O primeiro deles a suspender por lei o ensino da letra cursiva  nas escolas foi o estado de Indiana. Os defensores do novo código  argumentam que, atualmente, as crianças não necessitam e quase não se  utilizam de caneta e papel para escrever e por isso a alfabetização deve  se focar no ensino da letra bastão e nos métodos de digitação. A medida  causou polêmica nos EUA. Será que o hábito pode ser incorporado por  aqui também? Confira matéria do portal Crescer.<span id="more-1358"></span></p>
<p>Para a psicopedagoga Anete Hecht,  diretora pedagógica do Colégio I.L.Peretz, em São Paulo, não há motivos  que justifiquem a retirada do ensino da letra cursiva nas escolas  brasileiras. “Os métodos devem ser somados e não reduzidos. A  alfabetização acontece no primeiro momento com a letra bastão, depois a  criança passa para a letra cursiva. Isso é importante porque na letra de  mão, a criança desenvolve traços da sua identidade e personalidade”,  afirma. A psicopedagoga se preocupa também com o desenvolvimento da  coordenação motora fina das crianças, que poderia ser prejudicada pelo  abandono da letra de mão.</p>
<p>Mas segundo Saad Ellovitch, neuropediatra do Hospital Samaritano de São Paulo, o desenvolvimento da <strong>coordenação motora</strong> fina não está estritamente relacionado à escrita cursiva, mas também ao  uso das mãos em movimentos sutis. “O cérebro se adapta às necessidades  do corpo. Você pode desenvolver a motricidade fina, ou seja, a  capacidade de execução de movimentos pequenos e delicados, com outras  atividades, como por exemplo, o desenho”, afirma a especialista. O corpo  é capaz de se adaptar assim às novas condições impostas pelo  desenvolvimento humano.</p>
<p>Hoje, a substituição da  escrita cursiva pela digital se apresenta como um processo natural &#8211; e  não necessariamente um problema. “A escrita digital predomina na maioria  dos trabalhos da esfera profissional. Por isso, o investimento no  ensino da letra cursiva para essa função está cada vez mais em desuso&#8221;,  explica Maria Jose Nóbrega, filóloga e assessora da Secretaria Municipal  de Educação de São Paulo. A portabilidade dos equipamentos é outro  fator que desestimula a escrita de mão. No entanto, como os impactos das  novas tecnologias sobre a educação e o aprendizado ainda são pouco  conhecidos, a especialista reforça que os novos e os antigos métodos  tendem a ser usados de forma conjunta.“Ainda não podemos excluir o  ensino da letra cursiva, porque no Brasil nós não temos a  universalização do acesso ao computador&#8221;, diz.</p>
<p>Outra  razão seria porque a escrita manual desempenha algumas funções que ainda  não foram substituídas pela digital. Uma letra bonita, em um caderno  arrumado, é claro, também ensina conceitos de organização.</p>
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		<title>Mas eu sou só a avó dessa criança&#8230;</title>
		<link>http://www.angelino.com.br/blog/2011/06/mas-eu-sou-so-avo-dessa-crianca/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 13:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma senhora, ao ser chamada na escola para conversar sobre alguns problemas que o seu neto estava tendo, respondeu para a orientadora: &#8220;mas o que você quer que eu faça&#8230;eu sou só a avó dele!&#8221;. &#8220;Mas não é a senhora que cria ele?&#8221; perguntou a orientadora. &#8220;Sim, bem&#8230; mais ou menos&#8221;. Me explique melhor&#8221;, pediu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma senhora, ao ser chamada na escola para conversar sobre alguns problemas que o seu neto estava tendo, respondeu para a orientadora: &#8220;mas o que você quer que eu faça&#8230;eu sou só a avó dele!&#8221;. &#8220;Mas não é a senhora que cria ele?&#8221; perguntou a orientadora.  &#8220;Sim, bem&#8230; mais ou menos&#8221;. Me explique melhor&#8221;, pediu a orientadora.&#8221;Bem, quando a minha filha conseguiu o emprego dela, ela pegava o menino todos os dias. Às vezes, ele ia dormindo e no outro dia ele voltava dormindo. Achamos que isso era ruim pro menino, e ele acabou ficando comigo na semana, e no sábado ele ia pra casa. Depois a minha filha precisou do sábado pra estudar, ela faz uma pós, daí ela precisava fazer supermercado e essas coisas. Daí ele foi ficando, porque ela almoça  comigo nos domingos&#8230;e ele foi ficando direto comigo. Eu gosto muito dele e ele de mim. Nós somos acostumados um com o outro&#8221; &#8211; contou, singelamente a senhora. &#8220;Mas então, é a senhora quem educa ele, quem dá os limites e as regras etc,  não é?&#8221; &#8211; quis saber a orientadora. &#8220;Não! Isso eu deixo pra minha filha. Ele é meio difícil de obedecer. Na verdade, ele não obedece nem ela. . . Eu só cuido dele.&#8221;</p>
<p>Que perigo! E agora? Quem irá responder pela criança? Quem dará os princípios para ela? Quem irá educá-la?</p>
<p>Se os pais só convivem com a criança no domingo, e a avó não se assume como educadora da criança, certamente, a criança não está esperando os pais terem tempo e oportunidade para educá-la. Ela está se formando da forma como ela consegue e a partir do que ela percebe e conecta. E o que será que ela está aprendendo?</p>
<p>Vocês devem estar pensando que isso acontece por que essa senhora é muito simples. Enganam-se. Isso acontece em todos os níveis sociais.  Uma avó me disse, numa agência de viagens: &#8220;minha filha quer que eu vá à Disney com meus netos&#8230; não vou de jeito nenhum, eles não me obedecem. Já sei que, se eu for, só vou me incomodar!&#8221;. Continuou ela: &#8220;Já nos desentendemos muito, agora eu me calo, fazer o quê, se ela quer assim. Só não sei o que vai ser quando eles crescerem&#8230;&#8221;</p>
<p>Muitas avós têm tido a tarefa de acompanhar o dia a dia de seus netos, por força de circunstâncias parecidas com a dos relatos acima. Bem, tem de educar! Não se pode deixar para depois o que precisa ser feito na hora do acontecido. Não se pode menosprezar o valor educativo da boa convivência, das conversas que bem encaminham. É aqui e agora. Educar é ato de amor e dedicação à criança, não deveria ser um fardo. Se analisarmos os relatos das avós, ambas denunciam que educar é algo muito difícil, cansativo e que requer muita energia. Isso poderá realmente acontecer se a educação da criança for sendo deixada para outros tempos. Quando ela aprenderá? Quem a ensinará?</p>
<p>O mesmo acontece com crianças que ficam com empregadas e babás. Elas se defendem dizendo que não são os pais, mas a rotina acontece com elas, ao lado delas! Por isso é tão delicado deixar crianças com outras pessoas. Devemos sempre pensar: ela saberá encaminhar as questões da educação que desejamos aos nossos filhos?</p>
<p>A convivência e o dia a dia possibilitam a cumplicidade, as parcerias tão necessárias para a saúde da família. Quem convive,  quem cuida, quem está presente tem a força mobilizadora e a autoridade para encaminhar aprendizagens e provocar desenvolvimento.</p>
<p>Não podemos esquecer que a infância é o período cujas vivências afetivas formam a identidade da criança e o estilo dela relacionar-se com o mundo, e a vida em família é o berço que potencializa alguns entendimentos, tais como o da solidariedade, da fraternidade, da tolerância, da esperança, além, é claro, da grande lição que é aprender a amar!</p>
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		<title>Como responder as perguntas embaraçosas das crianças.</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 22:22:20 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM.png"><br />
</a><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM1.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1316" title="Perguntas embaraçosas" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-14-at-6.39.33-PM1-300x149.png" alt="Respostas simples para perguntas complicadas" width="300" height="149" /></a>&#8220;Deus existe?”, “O que é masturbação?”, “Por que as pessoas morrem?”,  “De onde eu vim?” são algumas perguntas feitas por crianças que deixam  muitos pais sem saber o que e como responder.</p>
<p>De acordo com Dora Lorch, mestre em psicologia pela PUC-SP e autora do  livro “Como Educar Sem Usar a Violência” (Ed. Summus), para esclarecer  essas dúvidas, os adultos devem ser objetivos e levar em consideração a  capacidade de compreensão dos filhos. Segundo ela, as crianças começam a  entender melhor o que é dito a partir dos dez anos. “Antes disso, não  adianta querer explicar tudo direitinho”, afirma.</p>
<p>Confira <a href="http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/05/12/saiba-como-responder-as-perguntas-embaracosas-das-criancas.htm">aqui</a> algumas respostas simples para perguntas complicadas.</p>
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		<title>Na minha escola vai entrar um homem destes, mamãe?</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 21:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma mãe me procurou, alarmada, pedindo ajuda e contando que a filha dela, de 6 anos, fez uma pergunta que a paralisou e  ela não soube o que responder.   A angustiada mãe  afirmou que foi vaga em sua resposta. &#8220;Sinto-me despreparada para dar garantias à minha filha e sei que ela gostaria de ter recebido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mãe me procurou, alarmada, pedindo ajuda e contando que a filha dela, de 6 anos, fez uma pergunta que a paralisou e  ela não soube o que responder.   A angustiada mãe  afirmou que foi vaga em sua resposta. <em>&#8220;Sinto-me despreparada para dar garantias à minha filha e sei que ela gostaria de ter recebido isso de mim.&#8221; </em>Ela pediu-me ajuda para bem responder a sua filha. Como essa mãe não foi a única a compartilhar comigo suas dúvidas, tento, neste artigo, pensar junto com o leitor alguns pontos que devem ser considerados.</p>
<p>Acho importante ressaltar que entendo que essa lamentável tragédia tem inúmeros desencadeadores e é de complexa análise, pois faz parte de um fenômeno multidimensional: <strong>questão de saúde, de segurança pública, de educação</strong> etc.  O palco foi uma escola, mas a trama do episódio é da sociedade.</p>
<p>Faço a minha contribuição reflexiva a partir da ótica de uma educadora que circula, com frequência, pelos corredores das escolas. Estou sentindo, como todos os cidadãos brasileiros, o impacto desse episódio e, nesse momento, sabemos que a emoção tende a solapar a nossa capacidade de melhores reflexões. No entanto, diante das informações que tenho desse horrendo caso, assim como de outros similares, devemos considerar que:</p>
<ul>
<li><strong>A chacina da escola do Realengo &#8211; RJ</strong>, que matou tantas crianças, que feriu outras tantas, que traumatizou um outro grupo de jovens e adultos, que marcou de forma muito negativa outras inúmeras pessoas é, até os dias de hoje,  fato raro de acontecer. Poucos episódios dessa natureza registramos em nosso país.  Segundo os psiquiatras, apenas 1% da população sofre do distúrbio que mobiliza uma pessoa a cometer tamanha atrocidade.  Portanto, não se pode imaginar que isso vá acontecer com a frequência que o nosso medo está apontando que pode acontecer.</li>
<li>As pessoas com essa formação (psicótico? esquizofrênico? distúrbio de personalidade? delírio crônico?) deixam rastros, são notadas como crianças estranhas desde pequenas. Ou seja, a pessoa não sai cometendo atrocidades como um primeiro episódio, ela dá<strong> indícios de dissociação de ideias</strong> e de gestos, isola-se, apresenta dificuldades possíveis de serem notadas ao decorrer do seu desenvolvimento.</li>
<li>Por outro lado, lamentavelmente, não se pode deixar de considerar que a nossa sociedade ainda não atingiu bons níveis de educação (uma das causas da criminalidade). Temos pouco policiamento nas ruas (o que facilita), é fácil adquirir armas de fogo e não estamos acostumados a partilha de responsabilidades coletivas.  Para agravar, temos a tendência de achar que o problema não é nosso e acabamos nos calando; além do que, vivemos em uma sociedade muito excludente e promotora de <strong>Bullying. </strong></li>
</ul>
<p>Tendo em vista essas premissas, penso que, sobretudo, precisamos desenvolver a atenção educativa. O que é isso? <strong>Avaliar para intervir e intervir para modificar.</strong> Muitos pais e professores ao perceberem comportamentos estranhos ou anti-sociais nas crianças, devem encaminhar para atendimento e orientação,  tanto para a família quanto para os professores. Em verdade, nós educadores precisamos fazer mais esse circuito de avaliar-intervir-modificar. Não raro avaliamos que a criança ou jovem não está bem, fazemos algumas intervenções, nem sempre exitosas, e acabamos nos deixando levar pelo &#8220;vai da valsa&#8221;. É preciso interferir, chamar os responsáveis, conversar com os profissionais, documentar, responsabilizar, buscar novas estratégias, enfim, modificar para melhor.</p>
<p>Lógico que esse episódio recente era impensável a qualquer cidadão, o mínimo que podemos fazer é apoiar essas famílias e esses professores, assim como toda a equipe da escola. No entanto, precisamos pensar em boas saídas coletivas, encaminhamentos compartilhados.</p>
<p>Para as mães que não sabem o que dizer aos seus filhos e aos professores que se calaram diante da barbárie, sugiro que acolham essa emoção e direcionem para a confiança na virtude do bem coletivo, em direção a solidariedade e esperança de dias melhores. Uma criança precisa confiar em seus adultos, na sua escola e crer que a vida é boa.  Que momento difícil para ensinar isso, mas é preciso!</p>
<p>Parece que episódios como esse, alertam-nos para a necessidade de policiar mais, inibir mais, denunciar mais, desarmar&#8230; Certo, mas não podemos esquecer que a educação e o cuidado são, também, essenciais para uma sociedade melhor. Tratamento aos doentes e mais cuidado.</p>
<p>Gosto muito quando o <a href="#_ftn1">[1]</a><strong>Leonardo Boff </strong>afirma que &#8220;<em>cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Abrange mais de um momento de atenção, de zelo e de desvelo. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro.&#8221;</em></p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref">[1]</a> BOFF, Leonardo. Saber cuidar. Petrópolis: Vozes, 2011.</p>
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		<title>Apresentação da peça Angelino, o Anjinho Distraído no Festival de Teatro de Curitiba.</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 23:52:05 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O público compareceu em peso nas 4 apresentações da peça na Livrarias Curitiba do Park Shopping Barigui. Durante os 40 minutos de apresentação, pais e crianças aprenderam boas dicas para prevenir os principais acidentes domésticos e ainda se divertiram muito. A peça agora segue para outras cidades, onde será apresentada em escolas, livrarias e feiras de livros.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6omfcwXmdlw"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1247" title="Peça do Angelino" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Screen-shot-2011-04-08-at-8.20.59-PM1-300x193.png" alt="Festival de Teatro de Curitiba" width="300" height="193" /></a></p>
<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Screen-shot-2011-04-08-at-8.20.59-PM.png"><br />
</a></p>
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		<title>O que fazer na hora do piti?</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 19:18:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Screen-shot-2011-04-06-at-3.35.31-PM1.png"><img class="alignright size-medium wp-image-1240" title="O que fazer na hora do piti." src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Screen-shot-2011-04-06-at-3.35.31-PM1-275x300.png" alt="Choro, chilique, piti, escândalo, gritaria" width="275" height="300" /></a>Piti, escândalo, chilique. Que criança nunca quis ser o centro das atenções na base do berro. O que devemos fazer quando ocorrer essa situação ou como prevenir para que ela  não aconteça? A primeira impressão é que os pais não têm o controle sob seus filhos. Crianças  gritam, querem correr onde não deve e fica agressiva sem motivo aparente. A primeira coisa que os adultos precisam nesses momentos é estar cientes de que criança tem que ter LIMITES. Aprender a ouvir NÃO  para os pequenos pode ser muito difícil, mas é inevitável. É preciso  que eles entendam que atos como se atirar ao chão e espernear não é um  recurso eficaz para conseguir o que deseja. Criança é esperta, ela pensa e a cada dia  constrói ainda mais sua identidade. Ela sabe como agir em diversas  situações e com as pessoas mais próximas. Confira algumas histórias no site <a href="http://blogestimulakids.blogspot.com/2010/06/birras-gritos-choros-e-vergonha-aos.html#links">Estimula Kids</a>.</p>
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