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	<title>Blog - Angelino &#187; Educação</title>
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	<description>O anjinho distraído</description>
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		<title>Salada tropical na cestinha.</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 00:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iracema Bertoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[“Meu filho não come salada!” Essa frase te soa familiar? Então é para você a minha dica de hoje: Salada na Cestinha. Uma ótima opção para os dias mais quentes. Sem complicações, mas usando a criatividade e a esperteza que não faltam às mães que fazem de tudo para proporcionar uma refeição nutritiva aos seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Meu filho não come salada!” Essa frase te soa familiar? Então é para você a minha dica de hoje: Salada na Cestinha. Uma ótima opção para os dias mais quentes.</p>
<p>Sem complicações, mas usando a criatividade e a esperteza que não faltam às mães que fazem de tudo para proporcionar uma refeição nutritiva aos seus filhos, vamos preparar uma saladinha de dar água na boca.  Diante do que agrada aos olhos, a primeira reação da criança não será de repulsa a um prato de salada. Prato não! Cestinha comestível! Porque um toque de diversão não faz mal e, no mínimo, ela será tentada a provar. O que para nós já é uma grande vitória, não é mesmo? E aos poucos vamos quebrando resistências e levando os pequenos a  experimentar novos sabores e texturas.  Vamos tentar?</p>
<p><strong>Ingredientes para salada<a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/DSC06046.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1448" title="Salada na cestinha" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/DSC06046-300x225.jpg" alt="Cestinha comestível" width="300" height="225" /></a></strong></p>
<ul>
<li>Alface americana picadinha</li>
<li>Mini-rúcula</li>
<li>Tomatinho cereja</li>
<li>Cenoura baby em rodelinhas</li>
<li>Ovinho de codorna cozido</li>
<li>Pepino japonês</li>
<li>Manga em cubinhos</li>
<li>Massa de pastel em disco</li>
</ul>
<p><strong>Modo de preparo</strong></p>
<p>O primeiro passo é preparar a cestinha. É só moldar a massa em uma forma ou tigela que possa ir ao forno. Leve para assar em fogo médio até ficar sequinha (em torno de 4 minutinhos). Para fazer a salada não tem segredo, é só misturar todos os ingredientes já porcionados e  higienizados. Arrume tudo na cestinha já fria para que os legumes não percam a crocância. Se preferir pode servir com um molho à parte, dando preferência ao  limão ao invés do vinagre, azeite ao óleo comum e quanto menos sal melhor.  Há, e não esqueça de fazer uma para você também. Dar o exemplo é importantíssimo!</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Crianças devem ficar longe dos eletrônicos, dizem médicos.</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 15:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Academia Americana de Pediatria divulgou recomendação nesta terça. Mesmo programas educativos podem atrasar desenvolvimento infantil. Pais de crianças menores de dois anos devem evitar expor seus filhos ao uso de aparelhos eletrônicos, mesmo se estiverem utilizando programas educativos, afirma a Academia Americana de Pediatria. A recomendação oficial foi divulgada nesta terça-feira (18) e indica que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Screen-shot-2011-10-21-at-4.28.26-PM.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1444" title="Telas" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Screen-shot-2011-10-21-at-4.28.26-PM-300x113.png" alt="Crianças longe dos eletrônicos" width="300" height="113" /></a></p>
<div>
<h2>Academia Americana de Pediatria divulgou recomendação nesta terça.<br />
Mesmo programas educativos podem atrasar desenvolvimento infantil.</h2>
</div>
<p>Pais de crianças menores de dois anos devem evitar expor seus filhos ao uso de aparelhos eletrônicos, mesmo se estiverem utilizando programas educativos, afirma a Academia Americana de Pediatria. A recomendação oficial foi divulgada nesta terça-feira (18) e indica que crianças dessa idade precisam aprender “na prática”, brincando e não através de conteúdos apresentados em telas de televisão, computadores, celulares e tablets.</p>
<p>Segundo nota da Academia de Pediatria, a “tentação” de usar aparelhos eletrônicos para entreter os pequenos é grande e existem diversos programas e aplicativos voltados a ajudar no desenvolvimento de crianças dessa idade.</p>
<p>No entanto, não há comprovação científica de que crianças tão pequenas sejam capazes de entender o que está acontecendo na tela. Por isso, a exposição pode causar mais mal do que bem, atrasando o desenvolvimento infantil. Crianças muito expostas a meios eletrônicos, segundo o grupo, apresentam atraso no desenvolvimento da linguagem quando chegam na idade escolar.</p>
<div><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/10/criancas-prematuras-tem-risco-maior-de-autismo-diz-estudo.html">Crianças prematuras têm risco maior de autismo, diz estudo</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/09/dormir-mais-cedo-ajuda-criancas-manter-forma-diz-estudo.html">Dormir mais cedo ajuda crianças a manter a forma, diz estudo</a></li>
</ul>
</div>
<p>“Crianças pequenas aprendem melhor através da interação com humanos, não com telas”, diz a nota da AAP.</p>
<p>Brincar livremente, segundo os pediatras, estimula o cérebro ao fazer a criança pensar criativamente e resolver problemas, e também desenvolve a coordenação motora. Além disso, ensina a criança a se entreter sozinha, estimulando a independência.</p>
<p>Segundo os pediatras americanos, as crianças aprendem mais com apresentações ao vivo – como teatros infantis – do que com a mesma apresentação em uma tela.</p>
<p>Além disso, o hábito de assistir televisão antes de dormir atrapalha o sono, piorando o humor da criança e dificultando o aprendizado.</p>
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		<title>A vida acontece on line</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 17:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outro dia estava trabalhando com um grupo de professoras, quando observei que uma delas estava com a blusa, na altura de um dos seios, toda molhada. Olhei-a e perguntei se ela estava amamentando. Ela afirmou que sim. Perguntei com quantos meses o bebê estava e ela disse-me que com 23 dias. Fiquei paralisada. &#8220;E esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia estava trabalhando com um grupo de professoras, quando observei que uma delas estava com a blusa, na altura de um dos seios, toda molhada. Olhei-a e perguntei se ela estava amamentando. Ela afirmou que sim. Perguntei com quantos meses o bebê estava e ela disse-me que com 23 dias. Fiquei paralisada. <em>&#8220;E esta na hora dela mamar, imagino&#8230;&#8221;</em> Já olhando para os lados, querendo saber onde estava esse neném ou de onde ele surgiria. <em>&#8220;Ele deve estar mamando em casa. Minha mãe está com ele.&#8221; </em>Disse-me a professora. Mas você não vai amamentá-lo? Perguntei incrédula. &#8220;<em>Não. Moro longe e não dá pra ele vir e nem eu ir. Estou aproveitando a minha licença maternidade para fazer esse curso.&#8221;</em>  (!?!) Gelei!</p>
<p>Em outra ocasião, conversando com um jovem que estava sentado ao meu lado no avião, ele me disse, de repente<em>:&#8221;Estou ansioso pra chegar. Minha mulher teve neném e estou louco para conhecê-lo!&#8221;</em>  Desejei a ele parabéns e perguntei a que horas ele tinha nascido, já imaginando que o neném se adiantara aos planos dos pais, deixando o pai agoniado para chegar. Ele nasceu na segunda pela manhã (era uma quinta). Nossa! E só agora você está vindo! &#8211; exclamei sem conseguir me segurar. <em>&#8220;Sim, estávamos numa negociação muito séria e determinante pra empresa, e meu departamento que está a frente dessa negociação toda&#8230; Não pude vir antes&#8221;,</em> disse o jovem pai, sem sequer empalidecer. Pensei que de São Paulo a Curitiba o vôo durava no máximo 1 hora e que daria para ir e vir, com tranqüilidade, mas calei-me, pensativa.</p>
<p>Tenho observado uma tendência que considero muito perigosa para a saúde da família: muitas mães e pais têm deixado as questões familiares como de somenos. Com a desculpa de ter de sustentar a família, para melhor provê-los, deixam suas &#8220;crias&#8221; nas mãos de outros. E como psicopedagoga clínica, constato que, muitas vezes, a criança faz um sintoma para tornar-se prioridade na vida dos pais.</p>
<p>Não posso, e nem teria coragem de negar a premência da vida e seu fluxo; nem a urgência de seus apelos; ou a importância de uma negociação no seu departamento; ou ainda, a repercussão na vida profissional de uma mulher de um bom curso de pós-graduação. Não pretendo qualificar um e outro e nem colocar numa balança para avaliar o que pesa mais. Não! Quero chamar atenção para as escolhas que fazemos, para como vivemos essas mesmas escolhas.</p>
<p>Quando se resolve ter um filho, faz-se uma escolha para sempre! Essa criança leva, além do sobrenome dos seus pais, a sua cultura, seus mitos, seus hábitos e suas crenças. Uma criança denuncia seus pais &#8211; é fruto de determinada árvore!</p>
<p>Quantas crianças temos visto por aí que perambulam de mão em mão, distantes de seus pais e aprendendo a viver de forma diferente da deles. Das mãos da empregada para as mãos da professora, do curso disso e daquilo, numa rotina destituída do amor, de valores, carinho parental e, até mesmo, do rigor da educação familiar. Distantes de seus pais, sem o cuidado de quem ensina os pormenores do bem viver e conviver, essas crianças se tornam estranhas em seus próprios ninhos.</p>
<p>Uma família para tornar-se grupo, precisa conviver, partilhar, discordar, chegar a consenso. Os laços familiares se constroem na partilha de pequenas coisas (não apenas nas grandes e memoráveis situações: idas à Disney, férias na praia etc). É quando se pode rir e chorar junto; é quando se partilha o bom e o ruim, o certo e o errado, o muito e o pouco. Em meio a isso tudo, esse grupo de pessoas vai se fortificando, aprendendo junto a ser família!</p>
<p>Um pai assim me falou, certa vez, após uma palestra: <em>&#8220;Há alguns anos, perdi meu emprego. Foi um caos! Era um emprego em que eu ganhava muito bem. Eu dava tudo pra minha família, mas lógico, não a minha presença. Repentinamente perdemos nosso status, nosso dinheiro e a nossa tranqüilidade financeira, mas, acredite se quiser, ganhamos algo que nunca tivemos: União! Passamos por essa situação de mãos dadas, juntos. Minha mulher trabalhou em tudo que deu, as crianças economizaram e ajudaram muito. Hoje estamos muito bem! Recuperei-me profissionalmente, mas não largo mais da mão da minha família. Aprendi a planejar meu trabalho de tal forma que minha família não saia perdendo. Hoje abençoo a crise que me deu a oportunidade de constituir, finalmente, a minha família.&#8221;</em></p>
<p>Que lindo!</p>
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		<title>Quando entrar setembro e a boa nova&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 17:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu esta participando de uma reunião na escola de uma criança que estava apresentando dificuldades em sua aprendizagem. Estavam presentes a professora da criança, a coordenadora da escola, eu no papel de psicopedagoga e a mãe da criança em questão. A mãe tinha relutado muito em participar da reunião e tivemos que marcar e remarcar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu esta participando de uma reunião na escola de uma criança que estava apresentando dificuldades em sua aprendizagem. Estavam presentes a professora da criança, a coordenadora da escola, eu no papel de psicopedagoga e a mãe da criança em questão. A mãe tinha relutado muito em participar da reunião e tivemos que marcar e remarcar várias vezes para que ela estivesse presente. Alegava ela  que não tinha tempo para educar seu filho e, por isso, tinha recorrido a profissionais habilitados para fazerem esse trabalho. O pai, separado da mãe, não participava da vida do filho e tinha se negado a comparecer à reunião alegando que estaria viajando. A apresentação da avaliação psicopedagógica suscitou uma discussão da situação da criança frente a escola e a família e chegou-se a conclusão que a criança estava necessitando de mais atenção da mãe, dentre outras medidas educativas. Para nossa tristeza, afirmou  a mãe que tudo ouviu calada, o que já presentíamos:</p>
<p><em>&#8220;Mais tarde vou me incomodar com isso&#8230; Por enquanto, tenho de trabalhar para sustentá-lo. Façam o trabalho de vocês. Dias melhores virão em que me sentirei mais livre e melhor, com mais tempo para atender meu filho, afinal, sempre tem um amanhã, não? Até na natureza é assim&#8230; temos a primavera&#8230; Setembro esta ai e com ela a boa nova!&#8221;</em></p>
<p>Ao dizer isso, foi levantando-se olhando o relógio, indicando-nos que a reunião, com ela, estava encerrada.</p>
<p>Calei-me.</p>
<p>Os anos de consultório ensinaram-me que nem sempre calar é consentir e que,  muitas vezes, calar-se é uma forma de dar mais um tempo para que a inspiração de melhores formas surjam, para que as compreensões amadureçam, que se possa entender mais e melhor e, quiçá, promover  uma melhor hora para uma melhor compreensão.</p>
<p>Os pais dessa criança ainda não entenderam que não se transfere responsabilidades parentais e, muito menos, educação familiar. Persistiam em não aprender que a escola e a família tem tarefas e objetivos diferentes no ato de educar uma criança. Contudo, uma não faz o trabalho da outra. Entende-se os novos contornos da família, assim como, a escola entende suas novas  tarefas diante das diferentes formas de ser família. A escola e a família são parceiras na construção do aprendiz.</p>
<p>A infância dura um tempo e ela pede um tempo para si. Não atendida adequadamente, ela pode durar mais tempo do que se espera! Há adultos que jamais amadurecem e que passam sua existência tentando encontrar-se diante da vida.</p>
<p>A música &#8220;Sol de primavera&#8221;, insinuada pela mãe ao encerrar de forma frustrante a reunião,  invadiu a minha mente e fiquei pensando, tristemente, que talvez ela não tivesse entendido algo importante que propõem a música e que, também, nos ensina a  vida.</p>
<p>A vida se constrói a partir de uma sequência de fatos, de experiências e de reflexões que redundam em uma forma de entender o mundo e de viver e conviver nesse mesmo espaço.</p>
<p>Somos a síntese de tudo que vivemos e pensamos, dizem vários pensadores.</p>
<p>A primavera é renovação, após o inverno e, consequência de um encadeamento natural das estações do ano. E a vida faz parte dos ciclos naturais. Há locais que não têm primavera! Há vidas que se acabam no inverno da existência. A primavera é a semente, soberana, florindo após dias infrutíferos e restritos. Depois do recolhimento que o inverno nos sugere, podemos florir e enfeitar o mundo. Quando o verão nos abrasa abanamo-nos sabendo que em breve o outono chegará com todo o seu desfolhamento e seus ventos.</p>
<p>&#8220;Sol de primavera, abre as janelas do meu peito&#8221;, diz a letra da música&#8230; e faz-nos entender que é preciso educar. Que educar uma criança é investimento para toda uma existência, que a infância é o período favorável a formação do ser humano com melhores condições de entender o mundo e que &#8220;uma criança bem educada e cuidada é uma semente de paz&#8221;! (como quer Dra. Zilda Arns)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sol de primavera<br />
Abre as janelas do meu peito<br />
A lição sabemos de cor<br />
Só nos resta aprender<br />
(Guilherme Arantes e do Flávio Venturine &#8211; Sol de Primavera)</p>
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		<title>Criança Segura lança guia de prevenção de acidentes nas escolas.</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 18:17:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[CRIANÇA SEGURA na Escola é uma ferramenta que nos auxilia a compreender como, onde e por que os acidentes com crianças e adolescentes acontecem e ajuda a analisar o papel da educação no enfrentamento dos acidentes e na criação da cultura da prevenção dentro e fora da escola. Para isso, propõe estratégias condizentes com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-01-at-3.08.19-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1415" title="Criança Segura na Escola" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-01-at-3.08.19-PM-211x300.png" alt="Guia de prevençnao de acidentes nas escolas" width="211" height="300" /></a>CRIANÇA SEGURA na Escola é uma ferramenta que nos auxilia a compreender como, onde e por que os acidentes com crianças e adolescentes acontecem e ajuda a analisar o papel da educação no enfrentamento dos acidentes e na criação da cultura da prevenção dentro e fora da escola.<br />
Para isso, propõe estratégias condizentes com a realidade vigente e busca parceiros e recursos para estas ações.<br />
Finalmente, acreditamos que este Guia pode servir de impulso para a criação de ações na escola, na comunidade e no município.</p>
<p>Baixe <a href="http://www.criancasegura.org.br">aqui</a> o seu exemplar grátis.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Oficina do Angelino em São Paulo. Participe!</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 02:02:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/email.mkt_.livila-.B.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1388" title="Oficina SP" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/email.mkt_.livila-.B-235x300.jpg" alt="Shopping Cidade Jardim" width="235" height="300" /></a><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Screen-shot-2011-08-14-at-10.09.36-PM1.png"><br />
</a></p>
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		<title>Pai por acaso.</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 13:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou relatar um episódio que presenciei e que me deixou calada por algum tempo (coisa difícil de acontecer&#8230;) Fiquei pensando que a princípio ele pode parecer um episódio isolado, contudo, quem trabalha em escola, concordará comigo que muitas histórias se assemelham a essa em sua essência e tema principal.</p>
<p>Mas vamos ao ocorrido: O avião acabara de pousar e uma voz feminina e jovial, que veio de  trás de mim, exclamou bem alto<em>: &#8220;Pai! Pai!&#8221;</em> Muitos pais viraram-se, mas um em especial sorriu para a jovem e disse, por entre todas aquelas pessoas que se apertavam no corredor do avião. <em>&#8220;Oi, filha! Pra onde você está indo?&#8221;</em> Ela respondeu: <em>&#8220;Na casa da Fulana, aqui em Londrina. Que surpresa, se eu soubesse tinha te pedido carona pro aeroporto..</em>.&#8221; A fila começou a andar e o homem foi embora, decidido, passos firmes, sem olhar para trás. Acho que fiquei tão boca aberta, que um senhor me confidenciou: <em>&#8221; será que é pai e filha mesmo?&#8221;.</em> Ao descermos as escadas, fomos andando lado a lado, e um dos homens não aguentou e perguntou: <em>&#8220;É teu pai, mesmo? Você o encontrou, por acaso no voo?&#8221;</em> A jovem sorriu, de jeito meio &#8220;amarelo&#8221; e respondeu, bem séria: <em>&#8220;É, é meu pai, mas por acaso.&#8221;</em> O homem que perguntou ficou tão sem graça que olhou pra mim e disse, indignado: <em>&#8220;E o xwyz nem esperou para dar um abraço na moça!&#8221;</em> A jovem ouviu o que foi dito, sorriu e calmamente afirmou: &#8220;<em>Meu pai é um homem muito importante e ocupado, esse tempo que ele perderia comigo, faria falta pra ele.&#8221;</em> <em>&#8220;Vocês não se veem muito?&#8221;</em> Prosseguiu o indiscreto homem, tentando entender, ou justificar a situação<em>. &#8220;Não! Moramos juntos. Ele é meu pai mesmo&#8230;&#8221;</em> Agora ela ria, meio sem jeito e o perguntador indiscreto ficou ainda mais confuso. Continuei calada&#8230;</p>
<p>Por outro lado, o motorista que me pegou no aeroporto, admirado pelo meu silêncio, perguntou-me se eu estava bem, pois nunca me vira tão calada. Contei para ele o episódio e ele ficou pensativo e me deu um depoimento maravilhoso. Disse-me ele: <em>&#8220;Sabe professora, meio que eu entendo ele. Às vezes a pessoa não acostuma com o filho. De tanto sair pra trabalhar, e a mulher, a empregada ou avó atenderem a criança e a gente não ser cobrado, não se aprende a ser pai. A gente acha que é assim e pronto.&#8221;</em> Fantástico, pensei.. Instiguei-o a prosseguir. <em>&#8220;Como você chegou a essas conclusões?&#8221;</em> &#8211; quis saber. <em>&#8220;Sabe, eu não atendia meus meninos. Só minha mulher cuidava deles. Eu achava que por eu trabalhar e sustentar tudo, estava bom! Quando minha sogra adoeceu, a minha mulher teve de cuidar dela e eu tive de cuidar dos meninos e eu vi que eu não era nada na vida deles, a não ser aquele que sustenta. No começo foi difícil, depois ficou mais fácil e hoje, se não faço alguma coisa com eles, sinto que o dia não está completo. Meus filhos me procuram pra pedir coisas, resolver problemas ou me pedem pra passear. Mas antes era tudo com a mãe. O ser humano se acostuma com tudo&#8230;&#8221;</em> Nossa! Que interessante esse pensamento.</p>
<p>Ficam aqui as duas histórias para servirem de reflexão para os pais.</p>
<p>Independente de esse pai ser muito ocupado ou não, importante ou não, se mora junto ou separado, se a mãe facilita ou não, ele é o pai&#8230; E como é importante a figura do pai! Como é gostoso um abraço de pai!</p>
<p>Independente do que se conclua ou pense a respeito dos dois relatos, sei que o amor é sentimento que nasce e se mantém no convívio, na partilha de pequenas e grandes coisas, no olhar e na escuta atenciosa, no gesto que acolhe, na palavra que direciona, no olhar que diz: <em>eu estou aqui, meu filho. Pode contar comigo!</em></p>
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		<title>A letra de mão vai acabar?</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 19:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O uso de computadores, celulares, tablets e laptops têm transformado o dia a dia das crianças. As mudanças são visíveis nas brincadeiras e também na hora do aprendizado dos pequenos. Tanto que nos Estados Unidos, a tradicional forma de escrever com a letra cursiva (de mão) foi considerada ultrapassada e o ensino deve ser abandonado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Screen-shot-2011-07-30-at-4.02.35-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1359" title="A letra de mão vai acabar." src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Screen-shot-2011-07-30-at-4.02.35-PM-300x223.png" alt="Estados Unidos estão abolindo o ensino da letra cursiva em várias regiões." width="300" height="223" /></a>O uso de computadores, celulares, tablets e laptops têm transformado o  dia a dia das crianças. As mudanças são visíveis nas brincadeiras e  também na hora do aprendizado dos pequenos. Tanto que nos Estados  Unidos, a tradicional forma de escrever com a <strong>letra cursiva</strong> (de mão) foi considerada ultrapassada e o ensino deve ser abandonado em mais de 40 estados norte-americanos.</p>
<p>O primeiro deles a suspender por lei o ensino da letra cursiva  nas escolas foi o estado de Indiana. Os defensores do novo código  argumentam que, atualmente, as crianças não necessitam e quase não se  utilizam de caneta e papel para escrever e por isso a alfabetização deve  se focar no ensino da letra bastão e nos métodos de digitação. A medida  causou polêmica nos EUA. Será que o hábito pode ser incorporado por  aqui também? Confira matéria do portal Crescer.<span id="more-1358"></span></p>
<p>Para a psicopedagoga Anete Hecht,  diretora pedagógica do Colégio I.L.Peretz, em São Paulo, não há motivos  que justifiquem a retirada do ensino da letra cursiva nas escolas  brasileiras. “Os métodos devem ser somados e não reduzidos. A  alfabetização acontece no primeiro momento com a letra bastão, depois a  criança passa para a letra cursiva. Isso é importante porque na letra de  mão, a criança desenvolve traços da sua identidade e personalidade”,  afirma. A psicopedagoga se preocupa também com o desenvolvimento da  coordenação motora fina das crianças, que poderia ser prejudicada pelo  abandono da letra de mão.</p>
<p>Mas segundo Saad Ellovitch, neuropediatra do Hospital Samaritano de São Paulo, o desenvolvimento da <strong>coordenação motora</strong> fina não está estritamente relacionado à escrita cursiva, mas também ao  uso das mãos em movimentos sutis. “O cérebro se adapta às necessidades  do corpo. Você pode desenvolver a motricidade fina, ou seja, a  capacidade de execução de movimentos pequenos e delicados, com outras  atividades, como por exemplo, o desenho”, afirma a especialista. O corpo  é capaz de se adaptar assim às novas condições impostas pelo  desenvolvimento humano.</p>
<p>Hoje, a substituição da  escrita cursiva pela digital se apresenta como um processo natural &#8211; e  não necessariamente um problema. “A escrita digital predomina na maioria  dos trabalhos da esfera profissional. Por isso, o investimento no  ensino da letra cursiva para essa função está cada vez mais em desuso&#8221;,  explica Maria Jose Nóbrega, filóloga e assessora da Secretaria Municipal  de Educação de São Paulo. A portabilidade dos equipamentos é outro  fator que desestimula a escrita de mão. No entanto, como os impactos das  novas tecnologias sobre a educação e o aprendizado ainda são pouco  conhecidos, a especialista reforça que os novos e os antigos métodos  tendem a ser usados de forma conjunta.“Ainda não podemos excluir o  ensino da letra cursiva, porque no Brasil nós não temos a  universalização do acesso ao computador&#8221;, diz.</p>
<p>Outra  razão seria porque a escrita manual desempenha algumas funções que ainda  não foram substituídas pela digital. Uma letra bonita, em um caderno  arrumado, é claro, também ensina conceitos de organização.</p>
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		<title>Piracicaba é a primeira cidade do Brasil a proibir o Bisfenol-A.</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 17:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Bebe-Mamadeira.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1418" title="Bebe-Mamadeira" src="http://www.angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Bebe-Mamadeira-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a>Piracicaba (a 160 km de São Paulo) é a primeira do Brasil a aprovar uma lei municipal que proíbe a comercialização de mamadeiras, chupetas, alimentos e bebidas que contenham o bisfenol-A (BPA), segundo informação da Câmara dos Vereadores da cidade nesta quinta-feira.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/935847-usado-em-plasticos-bisfenol-a-altera-comportamento-de-roedores.shtml">Usado em plásticos, bisfenol-A altera comportamento de roedores</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/935850-canada-e-outros-paises-proibem-uso-de-bisfenol-a-em-mamadeiras.shtml">Canadá e outros países proíbem uso de bisfenol-A em mamadeiras</a></p>
<p>O projeto de lei proposto pelo vereador Capitão Gomes (PP) aguarda somente a sanção do prefeito.</p>
<p>O bisfenol-A é um químico usado na fabricação do plástico e no revestimento interno de latas de bebidas e alimentos. Pode provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade, de acordo com pesquisas.</p>
<p>A substância já foi proibida na União Europeia, no Canadá, na China, na Malásia e na Costa Rica, além de 11 Estados norte-americanos.</p>
<p>Segundo a Câmara, o projeto concede um prazo de 120 dias para os fabricantes, distribuidores e comerciantes se adequarem à proibição.</p>
<p>Em âmbito nacional também está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei do deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) que proíbe o uso do bisfenol-A em mamadeiras e produtos destinados ao consumo em todo o território nacional.</p>
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		<title>Trouxinha de espinafre.</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iracema Bertoco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazer a criança comer espinafre não é uma das tarefas mais fáceis. Diante de tal oferta, certamente ela torcerá o nariz. Mas como fazer para que elas consumam essa hortaliça que é tão rica em ferro, cálcio, potássio, fósforo e vitaminas? Vai depender de como o espinafre é apresentado para elas.  Na forma nua e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer a criança comer espinafre não é uma das tarefas mais fáceis. Diante de tal oferta, certamente ela torcerá o nariz. Mas como fazer para que elas consumam essa hortaliça que é tão rica em ferro, cálcio, potássio, fósforo e vitaminas? Vai depender de como o espinafre é apresentado para elas.  Na forma nua e crua, talvez seja uma visão “assustadora” do ponto de vista infantil e refogado, então, tem uma aparência que não apetece de jeito nenhum. Então a dica de hoje é fazer panquecas de espinafre e com o recheio que você preferir, montar as simpáticas trouxinhas. Assim fica mais atraente não é? O espinafre batido na massa da panqueca fornece além de todos os nutrientes e vitaminas acima citados, uma linda cor verde e um sabor delicioso. Será que elas irão resistir? Quer comprovar?</p>
<p><strong>Ingredientes<a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/DSC04852.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1344" title="Trouxinha de espinafre" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/DSC04852-300x225.jpg" alt="receita de Iracema Bertocco" width="300" height="225" /></a></strong></p>
<p>1 copo de leite</p>
<p>1 ovo</p>
<p>¼ de maço de espinafre</p>
<p>4 colheres de trigo</p>
<p>1 pitada de sal</p>
<p><strong>Modo de Preparo:</strong></p>
<p>Bata todos os ingredientes  no liquidificador. Em uma frigideira antiaderente untada com azeite, vá colocando pequenas porções da massa e fazendo as panquecas. Depois  que os  discos de panquecas estiverem prontos, vá recheando um a um, montando as trouxinhas e amarrando com uma folha de cebolinha.</p>
<p>Sugestão de recheio: Carne moída com arroz, ricota com calabresa, frango com requeijão, etc.</p>
<p>Dica: Sirva com um copo de suco de laranja. A vitamina C da laranja ajuda o organismo na absorção do ferro  presente no espinafre.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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