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	<title>Blog - Angelino &#187; Direito</title>
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	<description>O anjinho distraído</description>
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		<title>Bicicletas mais seguras.</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 13:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Andar de bicicleta vai ficar mais seguro. Quatorze componentes relacionados à segurança do veículo para adultos passarão a ter certificação compulsória do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro). Apesar de o cronograma dos programas de certificação para adequação de fabricantes, importadores e comerciantes se estender até 2013, o Inmetro acredita que, até o fim deste ano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/Screen-shot-2011-06-15-at-10.08.33-AM.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1338" title="Bicicletas mais seguras" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/Screen-shot-2011-06-15-at-10.08.33-AM.png" alt="Sylvia de Sá, O Globo, RJ" width="168" height="253" /></a>Andar de bicicleta vai ficar mais seguro. Quatorze componentes relacionados à segurança do veículo para adultos passarão a ter certificação compulsória do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro). Apesar de o cronograma dos programas de certificação para adequação de fabricantes, importadores e comerciantes se estender até 2013, o Inmetro acredita que, até o fim deste ano, já surjam as primeiras bicicletas com componentes certificados.</p>
<p>— Havia normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para adoção voluntária desde 2002. O que fizemos foi regulamentálas e torná-las obrigatórias. Os laboratórios de certificação já estão sendo preparados. E como há fabricantes atuando dentro das regras, acreditamos que ainda este ano tenhamos produtos com peças certificadas — explica Leonardo Rocha, gerente substituto da Divisão de Programas de Conformidade do Inmetro, acrescentando que o prazo estendido visa a possibilitar a adoção pelos pequenos fabricantes.</p>
<p>Fabricantes afirmam que não haverá impacto no preço O Brasil é o terceiro maior fabricante de bicicletas do mundo, perde apenas para China e Índia. Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, bicicletas e Similares (Abraciclo), a estimativa é de que 5,7 milhões de bicicletas sejam produzidas e vendidas no país este ano. A invasão de componentes importados de baixa qualidade levou o próprio setor a recorrer ao Inmetro para pedir a certificação obrigatória das peças. O monitoramento de recalls pelo instituto, inclusive fora do Brasil, fortaleceu a demanda.<span id="more-1337"></span></p>
<p>— Muitas vezes os componentes não tinham a qualidade desejável, mas prevalecia o preço. Apesar de não haver estatísticas de acidentes de ciclistas específicas por problemas com o veículo, sabemos que a bicicleta ficará mais segura para o usuário.</p>
<p>Haverá um aumento de qualidade, segurança e durabilidade, sem impacto no preço, pois as grandes montadoras já usam componentes dentro da especificação — afirma Moacyr Alberto Paes, diretor-executivo da Abraciclo.</p>
<p>Roberto Antunes, coordenador da Associação Brasileira dos Fabricantes, Distribuidores, Importadores, Exportadores de bicicletas, Peças e Acessórios (Abradibi), também não acredita em impacto no preço: — A longo prazo, o custo da certificação é diluído. E o processo é positivo para todas as partes envolvidas.</p>
<p>Além de garantir a segurança, reafirma o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor (CDC), estabelecendo inclusive o tratamento das reclamações.</p>
<p>Diferentemente do que acontece com as bicicletas infantis, os modelos adultos não serão certificados montados. Isso porque 60% das bicicletas vendidas para esse público são customizados, segundo informação da Abradibi.</p>
<p>— Está caindo em desuso a venda de bicicletas montadas, tanto para o lazer quanto para o esporte. Além disso, ao certificarmos o componente aumentamos a abrangência, garantindo que, ao fazer um reparo na bicicleta, o usuário tenha acesso a peças certificadas, tendo mais segurança — destaca Rocha.</p>
<p>Levantamento do Ministério das Cidades mostra que apenas 0,79% dos brasileiros usam a bicicleta para deslocamentos. Aumentar esse percentual é o objetivo do Programa Bicicleta Brasil, do Ministério das Cidades, criado em 2004. Segundo Cláudio Oliveira da Silva, coordenador do programa, no país, o primeiro uso da bicicleta é para o lazer e o segundo, para o esporte.</p>
<p>— Apesar de sermos o quinto maior consumidor de bicicletas do mundo, ainda as usamos pouco para deslocamento. Em cidades até 60 mil habitantes, o percentual da população que usa o veículo com o meio de transporte é de 2,9%. Na China e na Índia, esse percentual chega a 20%. Em Copenhague, na Dinamarca, a 55%. E em São Paulo é de 0,9%. O que fazemos é fomentar, com informação técnica e financiamento, ainda que escasso, essa discussão nas cidades, para implementação de políticas que incentivem o uso da bicicleta.</p>
<p>Para Carlos Thadeu, gerente de Informação do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as políticas de incentivo devem acompanhar o aumento da segurança: — Precisamos incentivar o uso da bicicleta para locomoção, mas também não é possível deixar questões relacionadas à segurança como de adoção voluntária. O ideal agora seria avançar essa certificação para os acessórios para os ciclistas, como os capacetes.</p>
<p>Luciana Casemiro. Foto Sylvia de Sá, O Globo 18/8/2010</p>
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		<title>Uma marca para todas as boas causas.</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 19:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-07-at-3.46.08-PM.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1300" title="Common" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-07-at-3.46.08-PM.png" alt="Alex Boguski e sua marca da sustentabilidade" width="224" height="197" /></a>Depois de anunciar sua saída da indústria da publicidade, no ano passado, Alex Bogusky, considerado o Diretor de Criação da Década pela Adweek, agora quer estimular uma espécie de &#8216;revolução do consumidor&#8217;. Sua missão não é nada modesta: reinventar o capitalismo. Segundo ele, esse novo capitalismo precisa ser construído por pessoas criativas e bem intencionadas, comprometidas com a sustentabilidade. Para ajudar nessas associações entre empresários e o bem comum, criou a marca <a href="http://fearlessrevolution.com/blog/introducing-common.html">COMMON</a>. Confira os <a href="http://www.livingprinciples.org/alex-bogusky-common/">detalhes</a> da iniciativa.<br />
</span></p>
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		<title>Na minha escola vai entrar um homem destes, mamãe?</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 21:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma mãe me procurou, alarmada, pedindo ajuda e contando que a filha dela, de 6 anos, fez uma pergunta que a paralisou e  ela não soube o que responder.   A angustiada mãe  afirmou que foi vaga em sua resposta. &#8220;Sinto-me despreparada para dar garantias à minha filha e sei que ela gostaria de ter recebido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mãe me procurou, alarmada, pedindo ajuda e contando que a filha dela, de 6 anos, fez uma pergunta que a paralisou e  ela não soube o que responder.   A angustiada mãe  afirmou que foi vaga em sua resposta. <em>&#8220;Sinto-me despreparada para dar garantias à minha filha e sei que ela gostaria de ter recebido isso de mim.&#8221; </em>Ela pediu-me ajuda para bem responder a sua filha. Como essa mãe não foi a única a compartilhar comigo suas dúvidas, tento, neste artigo, pensar junto com o leitor alguns pontos que devem ser considerados.</p>
<p>Acho importante ressaltar que entendo que essa lamentável tragédia tem inúmeros desencadeadores e é de complexa análise, pois faz parte de um fenômeno multidimensional: <strong>questão de saúde, de segurança pública, de educação</strong> etc.  O palco foi uma escola, mas a trama do episódio é da sociedade.</p>
<p>Faço a minha contribuição reflexiva a partir da ótica de uma educadora que circula, com frequência, pelos corredores das escolas. Estou sentindo, como todos os cidadãos brasileiros, o impacto desse episódio e, nesse momento, sabemos que a emoção tende a solapar a nossa capacidade de melhores reflexões. No entanto, diante das informações que tenho desse horrendo caso, assim como de outros similares, devemos considerar que:</p>
<ul>
<li><strong>A chacina da escola do Realengo &#8211; RJ</strong>, que matou tantas crianças, que feriu outras tantas, que traumatizou um outro grupo de jovens e adultos, que marcou de forma muito negativa outras inúmeras pessoas é, até os dias de hoje,  fato raro de acontecer. Poucos episódios dessa natureza registramos em nosso país.  Segundo os psiquiatras, apenas 1% da população sofre do distúrbio que mobiliza uma pessoa a cometer tamanha atrocidade.  Portanto, não se pode imaginar que isso vá acontecer com a frequência que o nosso medo está apontando que pode acontecer.</li>
<li>As pessoas com essa formação (psicótico? esquizofrênico? distúrbio de personalidade? delírio crônico?) deixam rastros, são notadas como crianças estranhas desde pequenas. Ou seja, a pessoa não sai cometendo atrocidades como um primeiro episódio, ela dá<strong> indícios de dissociação de ideias</strong> e de gestos, isola-se, apresenta dificuldades possíveis de serem notadas ao decorrer do seu desenvolvimento.</li>
<li>Por outro lado, lamentavelmente, não se pode deixar de considerar que a nossa sociedade ainda não atingiu bons níveis de educação (uma das causas da criminalidade). Temos pouco policiamento nas ruas (o que facilita), é fácil adquirir armas de fogo e não estamos acostumados a partilha de responsabilidades coletivas.  Para agravar, temos a tendência de achar que o problema não é nosso e acabamos nos calando; além do que, vivemos em uma sociedade muito excludente e promotora de <strong>Bullying. </strong></li>
</ul>
<p>Tendo em vista essas premissas, penso que, sobretudo, precisamos desenvolver a atenção educativa. O que é isso? <strong>Avaliar para intervir e intervir para modificar.</strong> Muitos pais e professores ao perceberem comportamentos estranhos ou anti-sociais nas crianças, devem encaminhar para atendimento e orientação,  tanto para a família quanto para os professores. Em verdade, nós educadores precisamos fazer mais esse circuito de avaliar-intervir-modificar. Não raro avaliamos que a criança ou jovem não está bem, fazemos algumas intervenções, nem sempre exitosas, e acabamos nos deixando levar pelo &#8220;vai da valsa&#8221;. É preciso interferir, chamar os responsáveis, conversar com os profissionais, documentar, responsabilizar, buscar novas estratégias, enfim, modificar para melhor.</p>
<p>Lógico que esse episódio recente era impensável a qualquer cidadão, o mínimo que podemos fazer é apoiar essas famílias e esses professores, assim como toda a equipe da escola. No entanto, precisamos pensar em boas saídas coletivas, encaminhamentos compartilhados.</p>
<p>Para as mães que não sabem o que dizer aos seus filhos e aos professores que se calaram diante da barbárie, sugiro que acolham essa emoção e direcionem para a confiança na virtude do bem coletivo, em direção a solidariedade e esperança de dias melhores. Uma criança precisa confiar em seus adultos, na sua escola e crer que a vida é boa.  Que momento difícil para ensinar isso, mas é preciso!</p>
<p>Parece que episódios como esse, alertam-nos para a necessidade de policiar mais, inibir mais, denunciar mais, desarmar&#8230; Certo, mas não podemos esquecer que a educação e o cuidado são, também, essenciais para uma sociedade melhor. Tratamento aos doentes e mais cuidado.</p>
<p>Gosto muito quando o <a href="#_ftn1">[1]</a><strong>Leonardo Boff </strong>afirma que &#8220;<em>cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Abrange mais de um momento de atenção, de zelo e de desvelo. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro.&#8221;</em></p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref">[1]</a> BOFF, Leonardo. Saber cuidar. Petrópolis: Vozes, 2011.</p>
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		<title>O perigo das mamadeiras e embalagens de plástico.</title>
		<link>http://www.angelino.com.br/blog/2011/03/o-perigo-das-mamadeiras-e-embalagens-de-plastico/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 20:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O bisfenol-A é usado na fabricação do plástico. Segundo pesquisas, pode provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade. Por conta disso, já foi banido da Dinamarca, Canadá e Costa Rica. Na França, o projeto de lei de proibição do bisfenol-A já foi aprovado no senado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Screen-shot-2011-03-30-at-5.14.49-PM.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1224" title="Meu bebê merece viver sem Bisfenol" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Screen-shot-2011-03-30-at-5.14.49-PM-244x300.png" alt="Campanha pela proibição do Bisfenol" width="244" height="300" /></a>O bisfenol-A é usado na fabricação do plástico. Segundo pesquisas,  pode provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema  reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e  obesidade. Por conta disso, já foi banido da Dinamarca, Canadá e Costa  Rica. Na França, o projeto de lei de proibição do bisfenol-A já foi  aprovado no senado e aguarda a passagem para a próxima instância. Nos  Estados Unidos, vários estados e cidades já proíbem o uso do químico em  produtos infantis. <strong>Mas e o Brasil?</strong></p>
<p>Por aqui, <strong>a Anvisa continua liberando o uso de bisfenol na  fabricação de mamadeiras, copinhos, pratinhos e brinquedos. E é por isso  que criamos esse selo.</strong> Queremos, assim como foi no Canadá, a  partir de uma revolução feita por mães, pedir a proibição do bisfenol  nesses produtos.</p>
<p>Obs.: O leite materno é sempre a melhor opção e isso não se discute. A  mamadeira em questão é a que deve ser usada quando é chegada a hora de  suquinhos e outras vitaminas. Mesmo as mães que optam pelo uso de  copinhos em substituição da mamadeira devem estar atentas ao bisfenol A,  substância utilizada na fabricação de quase todos os produtos de  plástico.<span id="more-1223"></span></p>
<p><strong>O que é bisfenol-A (BPA)</strong>?<br />
O bisfenol-A é um produto químico usado na fabricação de plásticos. O  BPA também é utilizado no revestimento interno de quase todas as latas  de alimentos e bebidas, inclusive em latas de fórmula para bebês.</p>
<p><strong>Por que o bisfenol A é usado em recipientes de comidas e  bebidas?<br />
</strong>Porque ele é transparente, forte, leve e duradouro e torna o  plástico mais resistente a rachaduras. O revestimento de BPA usado no  interior de latas de comida e bebida evita que as latas enferrujem.</p>
<p><strong>O contato com o bisfenol-A traz riscos à saúde?<br />
</strong>Nos últimos 10 anos, estudos com animais realizados em  laboratório sugeriram que quantidades mesmo muito pequenas de bisfenol-A  podem ser prejudiciais para a saúde, afetando principalmente o  desenvolvimento de bebês e crianças pequenas.</p>
<p><strong>Quais são os possíveis perigos do bisfenol-A para a saúde?</strong><br />
Os perigos incluem alterações no desenvolvimento do sistema nervoso do  bebê (função da glândula tiroide e crescimento do cérebro); mudanças no  comportamento e no desenvolvimento do intelecto (hiperatividade e  agressividade). O bisfenol-A também foi associado à obesidade, problemas  cardíacos, diabetes, câncer, puberdade precoce e tardia, abortos,  infertilidade e anormalidades no fígado. Pesquisas já associaram o  químico a problemas sexuais em homens, como a diminuição da qualidade e  da quantidade de esperma.</p>
<p><strong>Como estamos expostos ao bisfenol A?</strong></p>
<p><strong>Bebês e crianças:</strong> há duas formas mais comuns de  contato com o BPA:<br />
1 – O BPA pode ser transmitido para criança através do consumo de  alimentos ou bebidas acondicionadas em plástico, como mamadeiras,  copinhos, pratinhos e talheres. É importante salientar que o aquecimento  da mamadeira leva a um maior desprendimento do bisfenol-A, no entanto,  em mamadeiras de plástico a migração vai acontecer independe dela ser  aquecida ou não.</p>
<p>2. O BPA também pode migrar de latas, como as de leite em pó, e assim  ser ingerido pela criança. É cientificamente comprovado que o  bisfenol-A passa pela placenta e a contaminação do feto ocorre sempre  que a mãe ingerir um produto que esteve em contato com o químico.</p>
<p><strong>Adultos:</strong> Pela ingestão de alimentos ou bebidas  provenientes de latas, recipientes plásticos usados para guardar  alimentos na geladeira, garrafas (squeezes) e garrafões.</p>
<p><strong>Como evitar o contato com o bisfenol A?</strong></p>
<p>- Consuma frutas e hortaliças frescas. Ao comprar conservas prefira  as de vidro.<br />
- Não aqueça comidas ou bebidas em recipientes de plástico.<br />
- Rejeite qualquer recipiente de plástico que estiver velho, gastou ou  turvo. Isto inclui garrafas d’água.  Para acondicionar alimentos prefira  os de aço inox, cerâmica ou vidro.</p>
<p><strong>Como proteger o meu bebê do bisfenol A?</strong></p>
<p>- Evite ingerir bisfenol-A se estiver grávida ou em fase de  amamentação;</p>
<p>- Dê leite materno;</p>
<p>- Prefira mamadeiras de vidro ou que tenham o selo BPA free.</p>
<p>Para mais informações, pesquisas e notícias sobre o bisfenol-A: <a href="http://www.otaodoconsumo.com.br/">www.otaodoconsumo.com.br</a></p>
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		<title>Por uma infância sem racismo.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 02:42:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Assista aqui o vídeo da Unicef contra o racismo, com Lázaro Ramos. Para acompanhar, um trecho do livro O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro. “Todos nós, brasileiros, somos carne da carne daqueles negros e índios supliciados. Todos nós brasileiros somos, por igual, a mão possessa que os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=BfkZLkSHWR8&amp;feature=player_embedded"><img class="alignleft size-medium wp-image-1231" title="Racismo" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Screen-shot-2011-03-29-at-11.22.30-PM1-300x222.png" alt="Por uma infância sem racismo" width="300" height="222" /></a></p>
<p>Assista <a href="https://www.youtube.com/watch?v=BfkZLkSHWR8&amp;feature=player_embedded">aqui</a> o vídeo da Unicef contra o racismo, com Lázaro Ramos. Para acompanhar, um trecho do livro O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro.</p>
<div>“<strong><em>Todos  nós, brasileiros, somos carne da carne daqueles negros e índios  supliciados. Todos nós brasileiros somos, por igual, a mão possessa que  os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade mais atroz aqui se  conjugaram para fazer de nós sentida e sofrida que somos e a gente  insensível e brutal, que também somos. Como descendentes de escravos e  de senhores de escravos seremos sempre servos da maldade destilada e  instilada em nós, tanto pelo sentimento da dor intencionalmente  produzida para doer mais, quanto pelo exercício da brutalidade sobre  homens, sobre mulheres, sobre crianças convertidas em pasto de nossa  fúria.&#8221;</em></strong></div>
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		<title>Nova vinheta para TV.</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 15:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cabong Stúdios de Curitiba realizou a primeira vinheta em 2D da série de dicas de prevenção na TV. Ao todo, serão 7 vinhetas chamando a atenção dos pais e crianças para os principais acidentes envolvendo crianças. A trilha sonora é da Astrolábio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/user/canaldoangelino?feature=mhum"><img class="alignleft size-medium wp-image-1200" title="Vinheta trânsito 2D" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Screen-shot-2011-03-12-at-12.19.57-PM3-300x166.png" alt="Vinheta de TV do Angelino" width="300" height="166" /></a>O Cabong Stúdios de Curitiba realizou a primeira vinheta em 2D da série de dicas de prevenção na TV. Ao todo, serão 7 vinhetas chamando a atenção dos pais e crianças para os principais acidentes envolvendo crianças. A trilha sonora é da Astrolábio.<a href="http://www.youtube.com/user/canaldoangelino?feature=mhum"><br />
</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=aMMdwbYQZiA&amp;feature=player_profilepage11-03-12-at-12.19.57-PM.png"><br />
</a></p>
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		<title>Crianças no condomínio: cuidado dobrado!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 15:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rejane de Albuquerque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia, qualquer condomínio, não importa se for de casas ou de apartamentos, dispõe de equipamentos de lazer, os playgrounds, que proporcionam, além do entretenimento, o desenvolvimento psico-social e físico dos frequentadores – principalmente das crianças moradoras, claro. Na maioria dos playgrounds, que geralmente são instalados ao ar livre, há brinquedos como o escorregador, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia, qualquer condomínio, não importa se for de casas ou de apartamentos, dispõe de equipamentos de lazer, os <em><strong>playgrounds</strong>, </em>que proporcionam, além do entretenimento, o desenvolvimento psico-social e físico dos frequentadores – principalmente das crianças moradoras, claro.</p>
<p>Na maioria dos <em><strong>playgrounds</strong>, </em>que geralmente são instalados ao ar livre, há brinquedos como o <strong>escorregador, o trepa-trepa, os balanços, gira-gira, </strong>etc, que podem ser feitos de ferro, madeira ou plástico.</p>
<p>Cada um deles tem características e riscos de acidente específicos:</p>
<p>• Os <em>playgrounds </em>com peças de ferro podem enferrujar e se desmanchar, causando acidentes graves, como quedas.</p>
<p>• Já os de madeira podem ter lascas ou farpas, ou ainda a pintura com tintas tóxicas pode causar envenenamento e ferimentos nas mãos.</p>
<p>• E os de plástico podem gerar energia eletrostática com o atrito da criança, causando queimaduras.</p>
<p>Por isso, seja qual for o material que componha o seu <em>playground</em>, há sempre a necessidade da <strong>supervisão de um adulto</strong>. Há um grande equívoco por parte dos pais, que acreditam que podem deixar as crianças sob a supervisão de funcionários do condomínio, como zelador ou porteiro. Errado! A única pessoa autorizada a supervisionar as crianças, além dos pais e/ou responsáveis, seria um monitor especialmente contratado para esta atividade.</p>
<p>Zeladores, porteiros e faxineiros têm suas atribuições funcionais determinadas por lei federal (nº 2.757/56, Lei do Condomínio nº 4.591/64), bem como convenções coletivas de seu sindicato. Em nenhuma delas lhes são atribuídas as funções de pagear crianças nas áreas comuns do condomínio.</p>
<p>Além dos <em>playgrounds</em>, nos grandes condomínios podem haver outros equipamentos de lazer, como <strong>piscinas, quadras esportivas</strong> ou até <strong>salas de cinema </strong>ou <strong>academias de ginástica </strong>(nesta última, por lei, a entrada é permitida apenas para maiores de 18 anos). E em cada um deles, também são necessários cuidados específicos, que deveriam ser regras, mas ultimamente são exceções nos condomínios. Veja alguns exemplos:</p>
<p>• Nas piscinas, pela lei, devem ser feitos <strong>exames médicos periódicos</strong> nos usuários e deve ser contratado um <strong>monitor especializado</strong> em <strong>salvamento de afogados</strong>. Mesmo nos condomínios designados como “clube” também não há o controle efetivo das atividades aquáticas, da sujeira  e da quantidade de microorganismos nocivos, sem contar os acidentes com <strong>ralos de drenagem e aspiração de água </strong>acionados indevidamente. Sem que você se dê conta, o uso da piscina pode se tornar um risco para você e, especialmente às crianças.</p>
<p>• Já nas quadras destinadas para esportes, como <strong>tênis, vôlei ou futebol</strong>, apesar de haver pisos específicos, como o <strong>saibro ou a grama</strong>, o mais comum é mesmo o de cimento pintado, tanto cobertos quanto ao ar livre e com fechamento lateral por <strong>alambrado.</strong></p>
<p>O síndico tem a responsabilidade de inspecionar todas as áreas de recreação e equipamentos de acordo com os critérios da ABNT (<strong>Associação Brasileira de Normas Técnicas</strong>). Em São Paulo, por exemplo, há a norma técnica 14.350, que dispõe sobre a segurança de brinquedos de <em>playground. </em>Aos pais, cabe também o dever de cobrar da administração do condomínio o cumprimento fiel das normas de segurança, a fim de proteger não só os próprios filhos mas os de todos os moradores. Afinal, quem não gosta de ver a criançada se divertindo com segurança?</p>
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		<title>Dá licença, eu sou pai!</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 03:28:58 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A ONG <strong>Rede de Homens Pela  Equidade de Gênero</strong> lançou uma campanha pela <strong>Licença Paternidade</strong> remunerada. A campanha conta com homens conhecidos no cenário  nacional, como <strong>José Wilker, Marcelo Serrado e Alexandre Borges</strong> e a ideia  é apoiar a licença paternidade de um mês – atualmente é de  apenas 5 dias após o nascimento ou adoção. É  muito pouco para o pai curtir esse momento tão especial e ajudar a mamãe, inclusive.  Afinal, como diz a campanha,  paternidade é desejo, direito e compromisso.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=NfFSoosWa3I&amp;feature=player_embedded"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1179" title="Licença Paternidade" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Screen-shot-2011-03-07-at-12.12.02-AM-300x164.png" alt="Campanha pela Licença paternidade" width="300" height="164" /></a></p>
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		<title>Curso de prevenção de acidentes no trânsito pela internet.</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 22:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelino</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/image.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1133" title="Curso Criança Segura" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/image-220x300.jpg" alt="Curso de prevençnao de acidentes no trânsito pela Internet" width="220" height="300" /></a></p>
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		<title>Deficientes Cívicos.</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 19:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Parolin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ouvi pela primeira vez o termo “deficientes cívicos” no programa de TV em que o jornalista  Alexandre Garcia é âncora. Não sei se o termo foi cunhado por ele, porém achei-o adequado e faço o crédito de autoria  a ele. Gostei do termo porque ele indica uma falta, uma necessidade especial – deficiência cívica indica a necessidade de uma aprendizagem que torne essa pessoa em condições da partilha social sem restrições.</p>
<p>Estava trabalhando com os pais de uma escola particular do interior do Nordeste brasileiro explicando a importância do exemplo educativo na vida das crianças. Usei como exemplo algumas situações que acontecem no espaço público, quando estamos compartilhando os bens que a cidade nos oferece, e que vale reafirmar, é de todos e fruto da conquista de todos. Reforcei, lembrando que não adianta tirar 60 nas avaliações, sendo que o mundo pede um ser que pensa e que sabe partilhar o que pensa, tendo como instrumento as diferentes linguagens sociais.</p>
<p>Sob o ponto de vista da escola, seu compromisso social é preparar pessoas com melhores condições de viver e conviver de forma mais competente, podendo intervir em seu contexto social com sabedoria, que advém de uma boa educação. Vale lembrar que é na sociedade que aparecerá a educação de um povo, que acontece <span style="text-decoration: underline;">entre</span> a família e a escola. Citei exemplos corriqueiros de falta de educação e respeito como parar no sinaleiro vermelho, atravessar na faixa de pedestres, respeito a filas (o que, aliás, o brasileiro gosta), respeitar o lugar reservado nos estacionamentos para idosos, gestantes e deficientes. Citei outros, menos visíveis como quando uma senhora tem R$ 50,00 para fazer uma compra no supermercado e ela chega ao caixa com um carrinho contendo mais de R$ 100,00 em mercadorias e a pessoa não consegue vislumbrar esse excedente. Para ela é uma surpresa, ela não consegue antever por desconhecer as estratégias dos cálculos mentais. O mesmo acontece com uma pessoa que, apesar de possuir o dinheiro suficiente para efetuar uma compra, compra a prazo por que os juros estavam bons.  Ou ainda, lembrei que as pessoas assinam sem ler documentos, contratos, pela pura falta de habito de ter esse cuidadoso trabalho e justificam-se “não gosto de ler.”</p>
<p>É comum as famílias queixarem-se que seus filhos não obedecem, não escutam ou ainda, não entendem as regras colocadas. É, igualmente, corriqueira a queixa das escolas que os alunos são indisciplinados, não respeitam e não cumprem os contratos</p>
<p>Nisso, um senhor me interpelou afirmando que quem cumpre com seu papel cidadão, acaba parecendo tolo e exemplificou, contando a seguinte história<em>: “eu estava no supermercado, dando sinalização que iria entrar numa vaga que estava sendo desocupada. O carro saiu e quando eu fui entrar, um outro carro ligeirinho pegou a minha vaga. Fiquei doido de raiva&#8230; tive de respirar fundo. Nisso, a pessoa saiu do carro, olhou para mim, sorrindo com ar de deboche e afirmou: o mundo é dos espertos! E foi embora! (&#8230;) Da pra agüentar isso?”</em> Perguntou-me querendo saber se eu sustentaria a tese da necessidade de respeito entre as pessoas.</p>
<p>É claro que uma situação como essa causa indignação. Contudo, onde vamos parar se reagirmos na mesma moeda? Temos outros instrumentos sociais para organizar o nosso convívio. Um jovem me contou que ele madrugou numa fila imensa para comprar os convites para um jogo de futebol super importante. Nisso eles souberam que já estava esgotado. Cambistas haviam comprado os ingressos. Eles chamaram a polícia e o processo foi revertido.</p>
<p>Todas as vezes que estou em teatro, cinema, aeroportos fico indignada com o número de pessoas no banheiro das mulheres (sempre lotado) e faço queixa por escrito. Todas as mulheres sabem do que estou falando. Precisamos agir, denunciar, fazer uso dos instrumentos sociais para construirmos uma sociedade mais educada.</p>
<p>A Dra Zilda Arns afirmava que uma criança bem cuidada é uma semente de paz! Eu a parafraseio afirmando: uma criança bem educada é uma semente de paz!</p>
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